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BLOGUE DO MANEL

A vida tem muito para contar e partilhar com os demais. Esta é a minha rede social para partilhar histórias, momentos e pensamentos, a horas ou fora de horas, com e sem pés nem cabeça. Blogue de Manuel Pereira de Sousa

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DEPOIS DO SANDY VEM O TONY, O VALERIE E O WILLIAM

Manuel Pereira de Sousa, 30.10.12

Batizar furacões parece ser uma tarefa difícil e que ao longo dos anos nem sempre reuniu consenso. Bem, pelo menos os nomes que lhes têm sido atribuídos estão longe da sua capacidade destruidora – vejam o caso do furacão que tem sido notícia nos últimos dias, nos EUA e com passagem pelo Canadá, com o nome de Sandy. Sandy nome tão ternurento para a devastação que está a provocar na cidade que nunca dorme – Nova York.

A atribuição de nomes dos furacões tem um passado que remonta aos primórdios do séc. XIX, altura em que lhes eram atribuídos nomes de santos – que grande ofensa quando a santidade é uma virtude. Mais tarde, a latitude e a longitude de formação destes fenómenos passaram a ser um dos métodos, apesar de, mesmo assim, ser muito complicado. Em 1951, os EUA aprovaram a nomeação através de alfabeto fonético – que não teve muito êxito. O consenso chegou logo em 1953, os furacões passaram a ter nomes femininos e, em 1979, os furacões passaram a ter nome masculino – as furacões passaram a ser os furacões (devem ficar meios confusos).

Atualmente, é em Genebra, onde se situa a Organização Meteorológica Mundial, que se escolhem os nomes para os furacões, que vigoram no mundo inteiro. Existem duas tabelas, com seis listas cada tabela com nomes para os furacões – uma tabela para os que ocorrem o Atlântico e uma para os do Pacífico do Nordeste. A lista de nomes é rotativa, uma para cada ano, que se repete por ciclos de 6 anos.

No Atlântico, a seguir ao Sandy vem o Tony, o Valerie, o William e supostamente este ano não virá mais nenhum.

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