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OS BENFIQUISTAS SURPREENDEM!!!

por Manuel Joaquim Sousa, em 31.01.17

Caros adeptos benfiquistas,

Fiquei admirado com o que aconteceu a noite passada - era desnecessário. A receção dos jogadores, em Lisboa, depois da derrota do jogo com o V. de Setúbal - derrota por um golo - pareceu mais um ataque a uma equipa adversária do que à equipa que defendem. Petardos? Violência? Porquê esta fúria? Como desejam que a vossa equipa mude de atitude com este confronto? Como querem que uma equipa tenha resultados positivos se não lhe passam qualquer otimismo e confiança? Qual a razão para uma revolta, quando ainda estão a dominar o campeonato, quando sofreram duas derrotas?
Custa-me a perceber a vossa violência e a perda desnecessária de energias para estas atitudes. Perdoem-me a ignorância na estratégia futebolística, mas a violência é algo que se pode evitar para o bem de todos e não faz mudar resultados e atitudes futuras.

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UMA CARTA A DONALD TRUMP

por Manuel Joaquim Sousa, em 29.01.17

Caro Donald Trump,

Escrevo-lhe esta carta, que ficará apenas divulgada no meu blogue, para lhe dizer que estou surpreendido. Surpreendido pelas imensas promessas que está a cumprir – um político que cumpre com o prometido na campanha eleitoral -; em tempo breve – não e lembro de um político que na sua primeira semana está a executar tudo o que prometeu. Se na primeira semana de governação já despachou tantos decretos, imagino que daqui a 4 anos os EUA estejam totalmente diferentes do que conhecemos atualmente.
Nunca fui fã do povo americano, mas nada tenho contra, talvez agora tenha mais porque permitiu a sua eleição. Pensei que o povo americano fosse mais sério e não se deixasse levar pelo populismo que o senhor presidente foi lançando durante a campanha. Se calhar até lhe acharam piada e decidiram deixar que chegasse ao poder só para ver a forma como governaria o seu país. Espero que aqueles que votaram em si estejam contentes pela concretização das suas promessas. Acho que Hillary Clinton não teria a mesma capacidade de trabalho como o senhor, pois seria a continuidade do Senhor Obama que já muito trabalho tinha feito para uns EUA mais dignos e mais igualitários como refere a constituição. Na realidade, o senhor Trump já fez mais asneiras que o Obama em todo o tempo de governação – se bem que os erros de Obama não são comparáveis com as trapalhadas do Trump.
Não sei se o povo americano apenas irá contestar nestes primeiros dias de governação e depois se calará ou se as contestações continuarão a subir de tom, tendo em conta o aumento da aplicação de decretos que são um atentado à constituição americana.
Sr. Trump, com tanta contestação nestes tempos, os media americanos vão estar constantemente “agarrados aos seus calcanhares” pelas piores razões – espero que não o larguem -; por essa razão, aconselho a ter uma máquina de propaganda muito bem afinada se não quer uma revolta – mais que uma CIA ou um FBI, em Portugal tivemos um modelo que o ajudará bastantes como a PIDE; mas basta percorrer a História dos países europeus e onde existiram ditaduras, existiram polícias políticas.
Espero que o senhor tenha a consciência que os seus eleitores precisam de um programa como o Obama Care se querem ter um acesso a um sistema de saúde. Espero que o senhor se lembre que muito do sucesso dos EUA a nível económico está em cérebros que vieram de outros países. Lembro que se quer livrar dos ataques terroristas deve pensar numa política externa mais aberta e com base nas negociações amigáveis – no tempo do Senhor Obama, os EUA estiveram em paz nos atentados comparado com o temos sofrido na Europa -, e deve analisar os números em relação à criminalidade proveniente de americanos.
Se a sua intenção é criar barreiras e muros, para que o seu país seja isolado, pense no que vai acontecer com as exportações - a pensar só no consumo interno -; na falta de massa cinzenta para desenvolver tecnologia; na ajuda que vai precisar do resto do mundo quando acontecer aquelas catástrofes naturais causadas pelo desrespeito do meio ambiente – que o senhor considera uma treta. Se espera fechar ao mundo, também espero que o mundo se feche em todas as formas ao seu país e daqui a uns anos veremos o que resta do sonho americano – se fizer uma boa campanha vai querer dizer que estão bem, quando o povo necessita de liberdade.
Tive desejo de escrever estas palavras, só para libertar aquilo que pensava, quando assisti à tristeza das notícias de hoje, onde dezenas de pessoas foram detidas nas fronteiras devido ao seu fabuloso decreto anti-imigração. A sua justificação é tão protecionista: “Não queremos deixar que se infiltre alguém que procure prejudicar-nos. É tudo. Sei que em alguns casos isto vai causar inconvenientes.” – falta saber até onde resulta este protecionismo.
Não tenho o prazer de ser mal-educado com os demais, nem gosto de destilar ódio nas redes sociais, mas não posso deixar de lhe dizer que o senhor é um Homem sem princípios humanistas, será um presidente terrível, ignóbil e odiado. No fundo, o senhor até não tem culpa porque me responderia que foi eleito depois de ter feito a campanha que fez e só está a cumprir as suas promessas – por um momento desejaria que não cumprisse as promessas e o mundo estaria mais sossegado.

Não estou sossegado e temo pelos tempos que se aproximam – sobrará para todos.

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TSU E PEC NO DOMÍNIO DOS NOSSOS DIAS

por Manuel Joaquim Sousa, em 27.01.17

TSU terá sido a sigla mais falada nos últimos dias em Portugal. A sigla que tem dominado as notícias todo o tempo. Política, economia tudo às voltas com a TSU. A sigla que significa Taxa Social Única paga pelas empresas à Segurança Social por cada trabalhador. Também os trabalhadores a pagam mensalmente. Assim se garante a sustentabilidade da Segurança Social para o pagamento de pensões, subsídios e complementos que os cidadãos vão usufruindo na sua vida – Estado Social tão importante e tão questionado ao longo dos anos.
A dita Taxa Social, que tanto se tem falado, esteve em vias de descer a fim de compensar a subida recente do salário mínimo nacional – uma compensação para as empresas pelos gastos com o aumento do salário mínimo. No fundo, o Governo acordou a subida do salário mínimo, acabando por ser responsável por essa subida, ou seja, o pagador dessa subida – é do Orçamento do Estado que o acréscimo do salário será pago; trata-se de uma ajuda indireta.
O Governo correu um risco ao acordar na concertação social, aquilo que em sede de geringonça ou no parlamento seria chumbado – o primeiro momento em que o Governo teve de contar consigo próprio e, por isso, certo de que iria perder na votação parlamentar.
Depois desta trapalhada política surgiu a ideia de redução do PEC – uma sigla que vai ultrapassar a TSU, por ser mais simpática e consensual. A minha questão inicial foi quando ouvi falar desta nova medida foi: Se o Governo tinha esta possibilidade em estudo e se era mais consensual porque cismou com a TSU e porque correu o risco de ficar sozinho no parlamento na altura da votação – tendo em conta que os valores em questão são mais ou menos os mesmos?
Normal que a descida da TSU não seja do agrado dos partidos da esquerda porque no fundo são um incentivo à prática do salário mínimo, já que apenas se aplicaria às empresas que o pagam. Mais lógico será uma reforma do PEC (Pagamento Especial por Conta), já que se trata de um imposto pago pelas empresas antes mesmo de apurarem em contabilidade se tiveram lucros ou prejuízos. Para mim, acho mais lógico que as empresas paguem apenas segundo o que realmente faturam e não na hipótese de virem a faturar. Com estas medidas, o Governo compensa muito mais empresas, independentemente do valor de salários que praticam. Além disso, para Portugal ser competitivo com empresas de qualidade e salários justos, a política fiscal necessita de ser revista e mais simples, coerente – caso contrário quem vem para cá investir?

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O RISCO DE FICARMOS CEGOS

por Manuel Joaquim Sousa, em 25.01.17

A velocidade com que podemos publicar algo na Internet é fantástico. Partilhar, com todos, o que nos vai na veia ou na alma permite uma sensação de ser capaz de chegar ao grande público. Permite sentir que a voz é ouvida e que pode chegar a cada vez mais longe. Se alguém liga ao que escrevo ou escrevem isso é outra coisa diferente. O perigo da Internet e das redes sociais está na capacidade de se chegar a uma  fonte inesgotável de informação, infinita, que nos torna incapazes de processar tudo. Resultado: a tendência de ler fragmentos, contextos incorretos, apenas umas linhas de um todo, falta de tempo para pensar de forma pausada aquilo que se lê, tendência para a crítica fácil no calor do momento. Não sei até que ponto estes e outros perigos, que por aqui continuaria a enumerar, poderão levar o Homem ao colapso. Poderemos chegar a extremos pouco saudáveis nas relações sociais. Com necessidade de partilhas se informação, nem sempre se verificam fontes, a ponto de mentiras se tornarem verdades - verdade depende do elevado número de partilhas. É bom parar mais vezes para pensar no caminho que estamos a seguir.

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RECEIO DE TRUMP

por Manuel Joaquim Sousa, em 22.01.17

O Donald Trump está aí a fazer das suas - provocar o medo.

Uma das conquistas de Obama está em causa - o ObamaCare. Milhões de cidadãos americanos vão deixar de ter acesso às políticas de saúde pública e vão ter de voltar a utilizar os sistemas privados e seguros de saúde. Nem todos os cidadãos terão acesso aos sistemas privados, por essa razão Obama criou um programa que agora está em risco. Em nome de quê? Em nome do benefício das empresas privadas que tinham os seus negócios penalizados, mas com a máscara de querer poupar a despesa do Estado. Onde vai usar o dinheiro destinado ao serviço nacional de saúde? No orçamento para a defesa?

A criação de um novo sistema antimíssil e o reforço das forças armadas são realmente as suas estratégias - medidas que o mesmo já assinou no seu primeiro dia de mandato. A segurança mundial está em perigo, pois não sabemos o que este tem em mente para o futuro da ordem mundial e quais as alianças que pretende fazer com os outros países.

Estamos perante um louco que está a colocar em causa a sustentabilidade do planeta ao ignorar os tratados do clima, permitindo que um dos países mais poluidores possa ser ainda mais em nome do crescimento desmedido dos impérios económicos que ele representa e beneficia. Argumenta com a criação de emprego - a custo de que salários e com que mão de obra se pretende expulsar emigrantes?

Não percebo como pretende devolver o poder ao povo, quando está a retirar condições para a melhoria da qualidade de vida dos Americanos e quando será responsável pela crescente divisão da população. Os EUA deixa de ser um país livre com união de raças e cores, pois Trump será o construtor de muros em todos os sentidos - está em marcha a construção do muro com o México, país a quem vai imputar os custos do mesmo.

Tenho medo dos tempos que se seguem com este homem a gerir os destinos de uma potência que se quer impor ao mundo, sem qualquer respeito pelos princípios e valores da própria constituição que deve cumprir.

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ESTÁ FRIO

por Manuel Joaquim Sousa, em 21.01.17

Está um frio de rachar. É o tempo dele. Está mais frio que nos outros anos. Dizem os antigos que este frio é como o frio de antigamente. Não sei como era bem esse frio, mas lembro-me de todas as manhãs ir de autocarro para a escola e ver os campos todos cobertos de branco, parecia que tinha caído neve. Eu gostava desses tempos - menos de levantar cedo para apanhar o autocarro. Está frio. Estou doente. Vivemos em ambientes condicionados, quentes, vivemos cada vez mais com ares condicionados ligados e quando temos o frio exterior a bater na cara e a arrefecer o corpo ficamos caídos, com espirros, lágrimas - perdemos a resistência facilmente. Está frio. Tempo seco. Precisamos de mais chuva, para que haja mais água nas nossas reservas. Dizem os especialistas da economia que, a falta de chuva traz mais prejuízo para a economia que a famosa descida da TSU para as empresas. Os agricultores vão ter prejuízos e vão pedir subsídios para compensar as perdas. Está frio. É tempo de beber um copo para aquecer, dormir e esperar que amanhã o tempo esteja mais do agrado de alguns.

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O NOSSO FUTURO COM TRUMP

por Manuel Joaquim Sousa, em 20.01.17

Hoje não é um dia feliz. Estamos perante uma mudança no mundo que não será boa. Trump chegou ao poder. Se o mundo já vivia numa incerteza agora vive ainda mais, com um líder imprevisível, pronto a cometer os maiores atropelos numa sociedade livre - falta perceber que consequências poderemos sentir com as suas ações de hoje em diante. Os americanos ainda não acordaram para a dura realidade do que serão os próximos quatro anos. Talvez se arrependam de se terem deixado levar pelo populismo grotesco de Trump. Custa-me aperceber como se deixaram levar, convencer. Custa-me perceber que uma nação tão forte tenha posto em causa os seus valores como a liberdade. Os próximos tempos poderão ser de muros construídos nas fronteiras e na diplomacia. Estamos a caminhar para um mundo mais pobre.

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AINDA NÃO ACREDITO - CHEGOU TRUMP, ALGUÉM FECHE A PORTA

por Manuel Joaquim Sousa, em 20.01.17

Tento escrever umas palavras sobre o dia de hoje – está difícil. O dia que se avizinha será de mudança. Será um dia em que incerteza estará presente um pouco por todo o mundo. Os olhos estão cravados nas televisões a acompanhar a cerimónia do ano. Trump será empossado no cargo para o qual foi eleito (incrível, ainda não acredito).

Não consigo acreditar que a maioria do povo americano tenha escolhido este homem para liderar o destino da maior potência mundial. Como foi possível? É uma pergunta que sempre me fez pensar desde o momento que conheci os resultados. É certo que nesta campanha os candidatos estavam aquém das expectativas e do desejável, mas tal não justifica a eleição de Trump. Não consigo acreditar que grande parte dos eleitores se tenha encantado com o triste espetáculo que foi a campanha do novo presidente, com sucessivas polémicas e atitudes pouco democráticas e com uma enorme falta de respeito para com os cidadãos. Mas, venceu - não sabemos se com ajuda de falhas no sistema eleitoral, são apenas especulações.

O que vai acontecer daqui para a frente? Fico para ver, fico apreensivo. Não sei até que ponto a sua orientação seja no mesmo sentido das intenções de campanha. Não sei como será o mundo após o dia 20 de janeiro. Falta de liberdade, discriminação de pessoas, desrespeito pelo ambiente, falta de transparência económica, falta de tantas qualidades que um presidente deveria ter.

Fico na expectativa de tentar perceber o que aí vem - ainda não consigo perceber.

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PÃO NÃO QUERO! AINDA FICO DOENTE...

por Manuel Joaquim Sousa, em 18.01.17

Eu sei que a vida não é fácil, mas há respostas que me deixam furioso e revoltado.

Um destes dias saí do trabalho em direção a casa, parei no supermercado para comprar pão fresco e novamente no carro fui para casa. Ao chegar estacionei e, enquanto tirava as coisas do banco de trás, veio um arrumador ter comido, ainda longe já estava a falar. Eis o nosso diálogo:
- Ó doutor (não sei de onde desencantou o titulo dr.), ó doutor, dê-me uma moedinha para comer qualquer coisa.
- Não tenho moedas.
- Qualquer coisinha para eu comer.
- Não tenho moedas; mas tenho pão. Quer pão?
- Oh! Pão não quero; ainda fico doente – virou costas e foi embora chateado e a correr atrás de outra pessoa.

Fiquei furioso. Se tem fome aceitava o pão. E desculpem este desabafo – mas anda uma pessoa a trabalhar, chega ao supermercado e repara no preço dos produtos, a ver se estão mais caros ou mais baratos, conta o dinheiro que tem e gere da melhor forma o orçamento para não faltar nada, repara no preço do pão (que, por vezes, não é muito barato) e depois acontecem estes episódios caricatos.

A vida custa a todos e uns estão melhores que outros, mas com toda a certeza que fico furioso.

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O PORTO É UM BAIRRO.

por Manuel Joaquim Sousa, em 17.01.17

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Gosto do Porto. Mas quando digo gostar não me refiro só às ruas turísticas, aos passeios, aos monumentos. Há algo que define mais o Porto: são as pessoas. Quando me refiro às pessoas, não são propriamente as dos hotéis, das lojas de recordações ou de alguns cafés e restaurantes. Faço referência às pessoas genuínas. O genuíno dos novos e dos velhos. O verdadeiro ADN do Porto.

 

Entro numa pastelaria, um pouco mais afastada do centro (fora do centro turístico e cosmopolita e alternativo da cidade) porque sei bem o quanto se paga por cada coisa que se consuma – aqui sempre é mais barato -; dou de caras com uma série de miúdas, umas mais novas que outras, umas mais magras outras mais cheiinhas, a servir dentro e fora do balcão; faço o meu pedido à menina que me vem atender - é uma miúda magra, branquinha e um ar meio pálido -, que se vira para o balcão ainda de longe faz o pedido às colegas alto e bom som – todos ficam saber, de forma mais rápida que eu a publicar no Facebook (se fosse minha intenção), que quero uma meia de leite morna e um lanche. Dentro do balcão lá trabalham todas para o meu pedido e para ou outros que vão sendo berrados – a pastelaria está cheia de pessoas sós e acompanhadas na sua tradicional rotina de manhã de domingo. As raparigas fazem mais festa que todos os clientes; falam alto umas com as outras, riem-se, pegam-se na brincadeira, brincam com os clientes da casa. Há uma alegria no ar. Há pessoas vivas e sem as mariquices das cordialidades de outros sítios. É ser genuíno. São educadas. Cumprem com o que lhes é pedido – são competentes. Sabem quando o senhor Domingos vem e estranham se o veem ali no Domingo. Reclamam com o senhor Horácio se este está mal disposto. A miúda percebeu um pingo e um copo de água, mas na realidade era um pingo e um pão com manteiga… problema com isso? Não, pede desculpa e ri-se, corrige o pedido, goza consigo própria sem qualquer preconceito do erro.

 

É disto que eu gosto nas pessoas, verdadeiras, não uma máscara de um atendimento padrão para todos os clientes da mesma maneira – torna os clientes próximos e em casa. O Porto tem esta maravilha que o distingue: um ambiente de bairro numa grande cidade.

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