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O ORGASMO - ANDAMOS AQUI POR SUA CULPA!

por Manuel Joaquim Sousa, em 31.07.14

O orgasmo. Andamos neste mundo por causa dele - o orgasmo. Um dia, com um grupo de colegas lá da escola, ainda no oitavo ano, liguei para uma linha de apoio especializada em educação sexual ou coisa parecida para questionar o que era o orgasmo. O tempo de espera pelo atendimento da chamada foi mais demorado que o tempo da pronta resposta. Tal como o orgasmo antes de ser atingido, em que há todo um tempo de preparação, assim esperei ansiosamente que me atendessem com a vergonha em fazer tal pergunta. Mas, como homem corajoso na plenitude da adolescência, questionei com objetividade: o que é o orgasmo?

Sabemos bem que estamos cá por sua causa; mas o tabu em falar abertamente dele como falamos de política, novelas ou futebol faz de si um assunto em que se fala com reserva, só com aqueles que privam connosco e corados pela vergonha.

Vejam só: Corar de vergonha pelo ato mais comum que pode existir entre casais, namorados, amigos coloridos e até entre profissionais do sexo. Ato comum porque será sempre impossível de calcular quantos orgasmos estão a acontecer neste preciso momento e  em cada segundo de cada hora e de cada dia. O orgasmo acaba por ser uma corrente humana que se espalha pelo mundo de forma mais rápida que um vírus. Se fosse um vírus, era aquele que todos gostariam de se contaminar.

É impensável que nos dias de hoje exista tanto tabu. Quanto mais acesso e liberdade temos mais tabu existe. É um contrassenso. Vejamos pela série Spartacus o que era há uns milénios de civilização. Vejam como era no tempo dos romanos em que o sexo se misturava em qualquer cena da vida comum de forma aberta, pelos palácios, casas de alterne e outros sítios de gozo e lazer.

Voltando ao oitavo ano, altura em que vi o filme inspirado no livro de Humberto Eco, "O Nome da Rosa", mais uma vez o orgasmo faz parte da História ou história amorosa entre um jovem monge e uma rapariga que aparecia lá na abadia para roubar comida. De lembrar que, nesse tempo já a Igreja contaminava as mentes dos crentes com o medo do pecado pelo sexo e pelo orgasmo e até pela masturbação. O mesmo se passou noutras crenças, embora pouco se fala pelo seu pouco peso na sociedade. O que é certo, é que nem esses pregadores eram capazes de resistir ao prazer máximo do sexo de forma continuada e com o conhecimento do povo.

A Igreja, ainda presa ao passado, viverá sempre seduzida pelo orgasmo. A única voz lúcida e publica, escrita e divulgada sobre o assunto sem tabus e de forma coerente e moderna foi de Bento XVI, na sua primeira encíclica "Deus Carita est" - afinal dá razão a Nietzsche, sobre a contaminação que a Igreja fez do amor. Assim Bento XVI conclui que o amor depende do sexo e o orgasmo é a parte final e fundamental para a consumação do ato e do prazer.

Muito poderia falar do orgasmo. Basta investigar, ler e perceber mitologia. O orgasmo foi e sempre será parte importante da história da Humanidade. Sem ele a existência do Homem está condenada.

Voltando à minha história do oitavo ano - passado este tempo já estava a ser atendido por uma senhora -; mantive o peito firme e a coragem para questionar o que era o orgasmo. A resposta foi - de forma sensual: o orgasmo é o momento de maior prazer que um homem e uma mulher podem ter numa relação sexual. O dito clímax.

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CARTEIRISTAS ESTÃO A ACABAR. QUEM NOS ROUBA HOJE? Parte 2

por Manuel Joaquim Sousa, em 28.07.14

"Porém, aos olhos da justiça e até da sociedade, o Pedrinho é mais criminoso, arrisca-se a um julgamento rápido e a uma pena de prisão pesada, enquanto que os carteiristas modernos fintam a justiça e facilmente se inocentam perante a opinião pública – são bons samaritanos."

 

O Pedrinho era um jovem que andava sempre com um ar estranho. Tinha um certo ar de quem tomava conta de toda a gente como que à procura de alguma coisa importante para agarrar. O Pedrinho já era conhecido por muitos como o maior carteirista da zona. Por ser conhecido era um rapaz respeitador, pois só roubava quem era de fora daquela zona e aqueles que achava terem muito dinheiro – os outros que pareciam uns pobres ele tinha pena. Tinha uma capacidade de mestre. Ninguém dava por nada. Os seus dedos entravam com uma rapidez nos bolsos dos casacos ou nas carteira abertas como um piscar de olhos. Já eram anos e anos de profissão. Eram muitas as técnicas de assalto. Por incrível que pareça, nunca as pessoas se aperceberam na hora que eram roubadas. Das carteiras que roubava, fazia questão de deixar os documentos visíveis em algumas vitrinas com publicidade ou mesmo junto aos editais da junta de freguesia – achava ser a melhor forma de entregar alguma coisa a quem roubou.

Com o passar dos anos, o Pedrinho ia-se queixando das dificuldades em roubar porque as pessoas praticamente já não trazem dinheiro na carteira – só cartões e talões, que de nada lhe servem. Os anos de escola alguma coisa lhe ensinou, mas nunca lhe deu qualquer valor e hoje arrepende-se disso mesmo porque poderia ter investido numa outra forma de ganhar a vida, mesmo que a roubar. Os carteiristas da atualidade ganham muito dinheiro, mas não a roubar pequenas carteiras de gente comum, ou apenas de uma meia dúzia. São profissionais licenciados e doutorados que chegam à alta finança, dos negócios especulativos. Sim, esses são os carteiristas. Alguns com nomes de grandes famílias. Para esta profissão já é digno de classe, como se “brincassem aos pobrezinhos”.

O Pedrinho se aproveitasse os estudos e a sua veia de sacar carteiras, hoje estaria a vestir bons fatos, usaria boa marca de charuto, teria um carro topo de gama e até motorista. Poderia até negociar e preparar os seus assaltos durante almoços em locais de luxo. Certamente que não atuaria sozinho, mas teria toda uma equipa de pessoas a quem entregaria todo o dinheiro para seguir viagem aos paraísos offshore.

Os carteiristas de hoje são de topo, negoceiam milhões e não meros cêntimos ou euros como o Pedrinho que a esta hora abre a mão para contar a meia-dúzia de moedas que conseguiu ao fim de uma manhã, para poder comer a sua sopa.

Porém, aos olhos da justiça e até da sociedade, o Pedrinho é mais criminoso, arrisca-se a um julgamento rápido e a uma pena de prisão pesada, enquanto que os carteiristas modernos fintam a justiça e facilmente se inocentam perante a opinião pública – são bons samaritanos.

O Pedrinho terá sempre a sua vida por um fio e será sempre o carteirista mais conhecido da zona.

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Lá vão os tempos em que o Sr. João corria para casa, vindo do trabalho, com um molho de notas que o seu patrão lhe deu pelo mês duro de trabalho. Era pouco dinheiro como a generalidade dos portugueses ganhava. Chegava a casa e guardava o dinheiro debaixo do colchão. Primeiro contava todas as notas - mais uma vez, agora acompanhado da sua mulher, para terem a certeza do dinheiro abençoado. Aproveitava o momento e fazia uma divisão com os elásticos de borracha para as despesas certas do mês – renda de casa, luz e água -, outra parte para despesas incertas ou do momento e uma última “migalha” para entregar no banco, onde estava uma pequena poupança.

Cada vez que o Sr. João ia à rua levava o seu porta moedas. Ainda que com poucos tostões, estava sempre vigilante e não tirava os olhos das pessoas que se aproximavam, sobretudo aqueles com ar suspeito. No elétrico apertava o bolso com a mão, para que nenhum larápio ou carteirista lhe roubasse o porta moedas num ato de dois dedos.
A sua mulher guardava o dinheiro – fossem as moedas ou as notas – bem dobrado num lenço, que colocava nos bolsos falsos do forro da saia ou no meio dos seios preso ao soutien. Assim se garantia a segurança dessa cambada de carteiristas que pululavam pela cidade.

Nessa altura, já se dizia que o mundo estava perdido e que o país estava de mal a pior com essa “ladroagem”. Pelos vistos assim continua, mesmo com a passagem do tempo.

Hoje o Sr. João é mais velho e tanto ele como a sua esposa já evoluíram para o cartão multibanco, que usam para evitar os carteiristas. Os seus filhos já fazem parte da geração do dinheiro de plástico sob a forma de cartões de crédito, multibanco e afins; são da geração do homebanking e das aplicações no smartphone.

Esta evolução está a levar à extinção dos tradicionais carteiristas da nossa praça, que agora só conseguem sobreviver à custa dos turistas que ainda trazem dinheiro consigo. Se hoje alguém for assalto por um carteirista pouco perde e ele pouco ganha – fica a chatice de ter de se tirar nova documentação e novos cartões de plástico.

 

Os carteiristas do nosso tempo, passaram para o online. Chamam-se hackers que tentam aceder a códigos dos utilizadores com e-mails estranhos e páginas dos bancos falsas – nunca digite o seu código de acesso na totalidade, nem responda aos e-mails que solicitem os seus dados. Eis a nova forma de roubar. Uma responsabilidade para quem tem as contas e para os bancos, que têm de estar atentos a estes novos carteiristas. Mas, até aí estão com azar. O português comum já voltou a poupar mais; porém, as suas contas continuam vazias e as poupanças pouco rendem porque os bancos pouco valor querem dar ao dinheiro. Existe sim, à disposição dos carteiristas, muitos créditos para liquidar. Há carteiristas que gostam de comprar divida incerta, mas não o carteirista da nossa praça, apenas o que migrou para grande porte e constituiu empresas e sociedades para esse fim. Enredos complicados.

O Sr. João não quer saber destas modernices mesmo que os senhor do banco lhe envie as senhas, lhe diga quais as vantagens na manutenção de conta e mesmo nos benefícios de compra a crédito. O Sr. João ainda tem saudades dos velhos tempos em que corria para casa com o ordenado no bolso para contar com a mulher. Nos tempos que correm esse pode voltar a ser o meio mais seguro, para evitar as famílias de abrutes santos.

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Por vezes, nem sei bem o que faça, se me adapto ao novo acordo ortográfico e ignore as linhas vermelhas do word ou me adapte à nova realidade. Parece que o meu país pouco se importa. Há mais em que pensar. É a nossa identidade que está em causa.

 

Ser ou não ser, eis a questão. Parece que o novo acordo se tornou numa questão existencial. Se calhar tornou-se. Não sou daqueles velhos do Restelo - tem dias - mas, há coisas que ficariam bem como estavam. Novo ou antigo, gostaria que existisse um consenso - esses nunca existem - o mais alargado possível.

 

Pé de galinha e pé-de-galinha são palavras semanticamente diferentes, apesar de se lerem da mesma forma. Aprendi hoje. Pé de galinha é aquilo que se ganha no canto do olho com a idade. Pé-de-galinha é o nome de uma planta. Concluindo, palavras relacionadas com botânica continuam a manter o hífen.

 

Cuidado quando disserem a alguém que tem pé de galinha quando queriam dizer que tem pé-de-galinha.

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COISAS QUE GOSTAVA DE PERCEBER - BARES E COPOS

por Manuel Joaquim Sousa, em 13.07.14

Por vezes, gostava de perceber qual o motivo para num determinado bar existir diferença de preços no mesmo produto, só porque se servem em mesas diferentes ou porque uma mesa fica dentro do bar e a outra mesa fica do lado de fora - apenas se desce um degrau ou mesa está a um metro de distância da outra. Ainda que seja normal numa esplanada o custo ser mais elevado que no interior, não percebo porque razão assim seja. Da mesma forma, que me custa a entender que haja distinção de preço em diferentes horas do dia.

Felizmente que crise fez com que estas discrepâncias tenham vindo a diminuir para se cativar clientes - ainda assim continuam e existir. Não é por se viver em tempos de abundância ou de crise, que este funcionamento tenha de ser diferente.

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DERROTA BRASILEIRA - CULPA DE QUEM?

por Manuel Joaquim Sousa, em 09.07.14

Nem sei em que pensar neste momento. Mas aconteceu. Foi duro. O Brasil sofreu uma dura goleada e está arrumado das finais do mundial em sua própria casa. Sofreram sete golos. Sete. Marcaram um. Goleada memorável na história dos mundiais, numas meias finais - são os comentadores que o dizem. 
 
Praticamente não escrevo sobre futebol porque estamos de costas voltadas. Não posso deixar de tecer um comentário - admiração - pelo jogo de hoje. Neste momento, penso que a seleção portuguesa fez um trabalho melhor - pelo menos não vieram para casa com uma derrota assim tão pesada. Vergonha. Apenas se pode pensar assim do Brasil. Vergonha. 
 
Culpa de quem? Os homens andaram jogo após jogo desalinhados. Vitórias sofridas, repletas de choro. Hoje desmoralizaram de uma forma impressionante a ponto de cada remate alemão se tornar, com grande probabilidade, em golo. O treinador jamais conseguiria ter capacidades para motivar os jogadores por muito que pedisse à Senhora do Caravagio. 

Dizem que o Brasil nunca mais será o mesmo o mesmo. O seu futebol ou melhor a seleção terá de entrar num estado de reflexão. Será? De que vale isso para ganhar jogos? Já estão perdidos.

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DIETAS OU CULINÁRIA - QUAL ESCOLHO?

por Manuel Joaquim Sousa, em 08.07.14

Será moda, não será. São os tempos de agora. O Verão que está à porta, mas que não chega. Em cada livraria que entro e em cada tenda da feira do livro por onde passo, há deles para todos os gostos. Muitos gostos. Abrem o apetite. Chamam ao arrependimento do pecado da gula. Convivem uns com os outros. Estão lado a lado. São os livros de receitas e os livro de dietas.

Talvez tenha andado desatento noutros tempos. Talvez agora pululem como cogumelos ou mais que eles. A oferta dos livros de culinária está cada vez maior. São os de sopas, de doces, de peixe, de carne. Há especialidades para todos os gostos, a vegetariana, Brasileira, Portuguesa, Asiática. Há comida para todos os gostos que nos tentam para o pecado da gula. Na banca do lado estão os outros. Os que nos fazem entrar na linha. Os milagreiros da beleza. As dietas com todos os nomes e mais alguns. Os livros das teorias para o bem-estar. Aqueles que convidam para a pureza e que em maioria contradizem com tudo o que os outros recomendam. São o diabo e o anjo. Falam na nossa mente. Coisas que o mercado nos põe à frente. Escolhas difíceis de fazer.

Os livros de receitas são tretas. Da mesma maneira que os das dietas às vezes também são. Perdoem-me que os produziu. Perdoem-me os cozinheiros que criaram. Eu acredito que tudo seja bom. Eu até posso comprar um livro de dietas para seguir à risca, para ter um corpo perfeito e livre de gorduras. Ao princípio tudo é bom. Há que seguir à risca. Isto é espantoso. Vou vender aos outros esta novidade. Passado algum tempo cansa. As dietas são aborrecidas. Obrigam a seguir um plano. Obrigam a comer o que não quero. Impedem-me de comer aquilo que sei cozinhar. Seguir à risca é cansativo. Prefiro o meu plano de treino. Prefiro a dieta que eu próprio crio com o que tenho no frigorífico – que também é muito saudável.

Os outros, os que nos levam ao pecado na gula, são interessantes. Tantas vezes se tenta seguir a receita e: não sai nada de jeito. Tantas vezes se tenta copiar a forma e: fica horrível. Tantas vezes procuro algo para o dia que se segue e: nada do que lá está me apetece. Tantas ideias para nada. No início, pretende-se fazer tudo e respeitar a receita. Passada a novidade, é mais um livro para a prateleira. Funciona como as receitas que boa gente recorta das revistas, com aquele entusiasmo de que vai fazer. Quando? Depois logo se vê.

Perdoem-me estar a estragar o negócio dos livros das receitas e das dietas. Independentemente de todos concordarem com o que digo, há sempre a tentação de comprar mais um. Há uma falha em nós. Um mundo sem tentações não tem piada.

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ESCREVER À MÃO FAZ MELHOR À SAÚDE!

por Manuel Joaquim Sousa, em 03.07.14

Diz um estudo publicado na revista "Frontiers in Psychology" que escrever à mão tem uma série de benefícios, que não conseguimos se utilizarmos os teclados (como faço neste momento). Coisas que a modernidade e a necessidade urgente de comunicar instantaneamente assim nos obriga. Obriga porque queremos e desejamos. Escrever à mão está fora de moda. Este estudo quer recuperar essa moda - ainda bem. Sou apologista e fixado nas tecnologias porque a minha profissão assim o exige. Fora do meu âmbito profissional recorro muito ao apontamento em papel. Para mim as papelarias e as secções de papelarias nos supermercados são sagradas - parecem igrejas cheias de altares e flores. Confesso publicamente que cada vez que vou às compras sinto que preciso de comprar cadernos porque os de lá de casa estão a acabar. É um vício e marado. Confesso também que o mesmo acontece com as canetas - sempre em falta. Ainda uso recargas para canetas de aparo. Ainda tenho daquelas que se molham no tinteiro e com vários bicos para caligrafias diferentes. Fantástico. Mas, uso de vez em quando.

Por isso, concordo com esse estudo quando diz que escrever à mão estimula a criatividade na forma como se escreve. Conseguimos perceber e corrigir os erros ortográficos - verdade porque no teclado o que me vale é o corretor ortográfico, que faz o seu trabalho; sem ele qualquer texto era vergonhosamente recheado de erros. Sim, confesso que desde que me dediquei aos teclados passei a dar muitos erros, coisa que quando andava na Escola Primária não acontecia - senão era castigo pela certa da minha mãe que me obrigava a fazer seis cópias por cada erro. O meu pior ditado teve seis erros, a contar com a pontuação. Férias da Páscoa tenebrosas, medonhas, que nunca mais esquecerei.

 

O pior é que nem com o corretor ortográfico se evitam erros terríveis - de deixar a boca aberta. Enquanto eu me molesto quando alguém me aponta um erro e sinto a maior vergonha do mundo pelo pecado cometido, outros erram e riem por isso ou não percebem quando lhes dizemos que devem corrigir. Eu penitencio-me por respeito à língua portuguesa.

Diz o estudo que escrever à mão permite que se desenvolvam raciocínios mais lógicos. Alguns escritores são loucos e escreveram à mão. Os loucos são génios. Estão eles eram génios.

Vamos fomentar a escrita à mão. Ainda assim podemos publicar nas redes sociais de forma instantânea, basta que se tire uma foto. Simples.

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QUE RAIO DE VERÃO ESTRANHO

por Manuel Joaquim Sousa, em 03.07.14

Estou na dúvida se estamos no Outono ou no Verão - que ainda não deu ar de sua graça. Anda tudo com casacos e alguns até de botas. Os guarda-chuvas ainda têm de andar no carro ou nas bolsas - não sabemos bem o que nos espera. Os dias fazem caras bonitas e enfadonhas. O vento é frio e impróprio para o tempo. Que mau que está para uma ida à praia. Praia? Acho que este ano não muito a fazer para ida à praia. Será um Verão de peles brancas. Pouco morenas. Enfim... é isto que temos.... dizem que o clima está a mudar. De quem é a culpa? Que mal fizemos nós para merecer isto? A esplanada a ouvir os outros na maldita quinta é a única solução.

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