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BLOGUE DO MANEL

A vida tem muito para contar e partilhar com os demais. Esta é a minha rede social para partilhar histórias, momentos e pensamentos, a horas ou fora de horas, com e sem pés nem cabeça. Blogue de Manuel Pereira de Sousa

BLOGUE DO MANEL

A vida tem muito para contar e partilhar com os demais. Esta é a minha rede social para partilhar histórias, momentos e pensamentos, a horas ou fora de horas, com e sem pés nem cabeça. Blogue de Manuel Pereira de Sousa

FINAL DE FACTOR X: A FINAL

Manuel Pereira de Sousa, 09.02.14

 

 

Mais um concurso de talentos que chega ao fim. O futuro deste jovens está na sua capacidade de decisão e de aproveitar a porta aberta.

A Mariana, é uma cantora e interprete muito boa com um potencial de crescimento inesquecível. Veio dos Açores e trouxe algo de novo e de fresco ao programa. Evoluiu e demonstrou ser capaz de dominar muitas áreas da música.

O D8, é outro fenómeno, de quem no início existiam muitas dúvidas sobre as suas capacidades e sobre o seu tipo de música. Porém, semana a semana este rapaz foi crescendo de forma excecional e com grande qualidade das suas letras. Como dizem os jurados, canta aquilo que as pessoas desejam ouvir e de forma simples. Terá uma grande carreira, mesmo que não seja o vencedor desta final.

O Berg é o cantor doce e muito perfeito no que faz e na forma que canta. Mais sedutor, mas com um talento escondido que se foi revelando ao longo dos programas. Um artista também muito completo a ponto de, em muitas das atuações, só lhe conseguirem pôr defeitos nos sapatos.

Todos têm potencial e acho que quanto a isso não existem grandes dúvidas.

ESTÁ MAU TEMPO - CULPA DE QUEM?

Manuel Pereira de Sousa, 09.02.14

Além disso, a costa portuguesa sofre de uma falta de ordenamento e isso torna-se
numa das principais razões para a degradação costeira e o perigo para pessoas e
bens. Em vez de se protegerem dunas e manter as praias de forma intacta,
permitiu-se na construção desenfreada – hoje o mar ameaça bater novamente às
portas.

 

O tempo tem estado tão mau, que mesmo os que gostam de chuva já devem estar cansados destes dias de inverno. Sentimos na pele o quanto o clima está a mudar. Dizem os entendidos que se trata do aquecimento global, sobretudo nos polos e que vem provocando o desgelo e a consequente subida do nível da água do mar. Com este aquecimento dos polos, a atmosfera também está a mudar e tem estado muito violenta, sobretudo para quem vive no hemisfério norte. Ficamos expostos aos extremos – verões muito quentes e invernos tempestuosos.

A costa portuguesa está seriamente ameaçada e somam-se estragos enormes a cada passagem de uma nova tempestade. A força das ondas é tão forte que algumas praias estão a ser engolidas e a desaparecer – desaparecem mais rapidamente as que têm maior intervenção humana. Pelo que tenho visto nas notícias, as zonas onde mais se investiu para proteger as casas da fúria do mar são aquelas onde as tempestades e a força do mar se tem feito sentir com mais força. Quanto mais se luta contra a natureza, mais ela se manifesta contra o Homem – a gestão tem de ser ao contrário, em função da natureza. As grandes obras de betão e cimento – dizem os especialistas – resolvem o problema no imediato, mas não a longo prazo; a utilização de materiais naturais como areias ou madeira são os mais adequados para o controlo das marés e a proteção costeira.

Além disso, a costa portuguesa sofre de uma falta de ordenamento e isso torna-se numa das principais razões para a degradação costeira e o perigo para pessoas e bens. Em vez de se protegerem dunas e manter as praias de forma intacta, permitiu-se na construção desenfreada – hoje o mar ameaça bater novamente às portas.

Por muito que assunto seja debatido estes dias, em que se avizinha uma nova tempestade, acontece o mesmo que no verão com os incêndios – passada a época dos fogos e deixa-se de falar no assunto.
Este é o mal do nosso país que o faz permanecer imóvel – muito por culpa da classe política que só fervilha em função do tempo e da situação.

O INCONSEGUIMENTO DE ASSUNÇÃO ESTEVES

Manuel Pereira de Sousa, 08.02.14

 

 

“O meu medo é o inconseguimento de estar num centro de decisão fundamental a que possa corresponder um nível social de frustração derivado da crise”. O quê?
Por muito que tente ouvir para transcrever o diálogo, tona-se muito difícil; só por esta frase devem saber ao que me refiro…. uma entrevista que a Presidente da Assembleia da Republica, Assunção Esteves,  terá dado à Rádio Renascença.

Já a tinha visto este vídeo no programa “5 Para a Meia Noite”, da RTP, e decidi ver novamente. Porquê? Para tentar perceber alguma coisa do que a senhora diz. Mas, acho que ninguém consegue perceber nada de nada, nem o mais filosófico dos filósofos – acredito que pouca gente e mesmo muito pouca gente mostre algum interesse em tentar perceber.

Um inconseguimento ainda mais perverso, o da Europa se sentir pouco conseguida” – que dirá Durão Barroso disto ou o Presidente do BCE? São eles os responsáveis do inconseguimento? E  Senhora Merkel será inconseguida também? E a Grécia? A sempre inconseguida por causa do inconseguimento da Troika.

 

E de ela (a Europa) não conseguir projetar para o mundo o soft power sagrado” – isto é brutal, BRUTAL!!!!, mas não sei o que é isto de soft power; será a sua religião de dignidade humana? Mas a dignidade humana é religião?

Egoísmo que nos deixa castrados em termos pessoais e que nos deixa castrados em termos coletivos” – não percebi, mas parece-me humanamente profundo.

Ainda procurei no meu dicionário eletrónico se a palavra inconseguimento existe, mesmo que o word a sublinhe como incorreta, mas o dicionário pergunta se na realidade eu queria escrever conseguimento – o meu dicionário é um inconseguido.

Esta entrevista foi divinal pela parte do absurdo e da filosofia que nada diz a quem ouve e procura daqui retirar uma mensagem – eu sei que, vindo de quem vem, as mensagens são sempre muito criticáveis e na maior parte dos casos desnecessárias, mas esta do inconseguimento deixou-me de boca aberta.

POBRE COMUNICAÇÃO SOCIAL SEGUNDO MÁRIO SOARES

Manuel Pereira de Sousa, 07.02.14

Os artigos de Mário Soares ainda continuam a ter o lado de corrosivo que a idade não lhe amaciou – bom ou não, cada um tem a sua opinião em função das ideologias que temos. No Diário de Notícias existe um artigo de sua autoria com o titulo “Pobre Comunicação Social”, na qual retiro o seguinte exceto:

Há bastante tempo percebi que alguns jornalistas estavam a ser comprados pelo Governo, direta ou indiretamente. Simplesmente mudaram de ideologia e de sentido para agradar a quem lhes pagava. Felizmente há ainda exceções. Honra lhes seja. Mas os jornalistas dos jornais, das revistas e das rádios e televisões têm uma terrível dificuldade. Para agradar a quem lhes paga, dizem o que muitas pessoas não querem ler, ouvir ou ver. E se o não fazem correm o risco de ser despedidos.

Será que a comunicação social está a ser assim tão controlada pelo governo, sem que o público se esteja a perceber? A quem se estaria a referir Mário Soares com este comentário, ou melhor, a que órgão de comunicação estaria a querer atacar? Seria a RTP que andou sempre no domínio dos Governos e sempre foi vítima do fantasma da privatização ou da liquidação?
Que alerta é este sobre jornalistas que mudam a sua orientação ideológica e com que objetivos? Quais os ganhos que uma empresa de comunicação tem ao alear-se ao Governo?

Será que o próprio Mário Soares me poderia esclarecer estas questões?

FACEBOOK E MIGUEL SOUSA TAVARES

Manuel Pereira de Sousa, 06.02.14

Acho que a gentes da blogosfera estão a "cair em cima" do escritor Miguel Sousa Tavares pelas suas críticas em relação ao Facebook - o senhor não gosta e critica quem utiliza as redes sociais. Na sua visão, a maior parte da sociedade está condenada porque vive a perder tempo e metida numa agência de namoros...

 

Não concordo, já escrevi sobre isso, mas admiro a sua coragem. Deixo aqui uma sugestão para acederem ao blogue O Arrumadinho.

MIRÓ: DE ESPANHA NEM BOM VENTO NEM BOM CASAMENTO

Manuel Pereira de Sousa, 06.02.14

Joan Miró poderia ser um grande homem, um grande pintor. O pobre morreu e nem por isso pode descansar em paz por causa da polémica que se instalou em torno da sua obra – saberia ele do que poderia acontecer? Saberia ele que poderia “andar na boca dos portugueses”, mesmo que não percebam nada de arte?

Eu não percebo de pintura ou de arte o suficiente para opinar sobre o assunto, mas de tantas notícias que circulam por aí e de tanta discussão política em torno de 85 quadros, que também quero estar presente na discussão, mesmo que não diga nada de jeito.

Tendo em conta que as obras vieram para às mãos do Estado português devido à nacionalização do BPN, o Governo pretende agora juntar uns trocos com a possibilidade de venda das mesma obras – será que as 85 obras pagariam o buraco do BPN?
Porém, a oposição em peso é contra a venda deste património porque se trata de uma atitude contra a cultura e a defesa de património que agora é público.

Ora vejamos: se se vendem as obras, delapida-se o património; se não se vendem o que se faz com elas? Tendo em conta que a política cultural dos últimos anos é inexistente e se resume a uma mera secretaria de estado, não me parece que o Governo tenha alguma ideia de fazer lucrar este património senão a sua venda em leilão – a Christie's está em vias de perder um grande negócio com estas 85 obras. Pois, o que faz o Governo com os 85 quadros? Coloca-os numa sala em exposição e vende bilhetes para ver se atrai turistas e curiosos? Talvez a afluência seja considerável tendo em conta a polémica que se se gerou sobre o assunto.

A obra de Miró (com todo o devido respeito) é assim tão valiosa, representa assim tanto a cultura e o património nacional quando o homem era Espanhol? Bem, arte é discutível e as telas não podem ser olhadas sem o seu contexto histórico e cultural – disto os nossos políticos parecem ser especialistas, dado o alarido que se levantou.

Joan Miró já cá não está para se defender, mas seria bom invoca-lo para que alguma luz e algum consenso se fizesse em torno deste assunto porque os políticos nem aqui conseguem um consenso do que deve ser feito.

Como diz o velho ditado: De Espanha nem bom vento, nem bom casamento.

 

Para muitos o Menino da Lágrima ou a Mona Lisa são mais valiosos e mais bonitos que o abstrato de Miró (não querendo minimizar a sua obra).

TELEVISÃO: LEMBRAR DE QUEM ESTÁ ATRÁS DAS CÂMARAS

Manuel Pereira de Sousa, 06.02.14

Por vezes não consigo perceber porque razão a ficha técnica no final de alguns programas de televisão passa tão rápida, a ponto de nem sequer conseguirmos ver quem são as pessoas que produzem e realizam os programas – será que alguém se interessa por essas pessoas, as que vivem atrás das câmaras? Deve ser obrigatório a apresentação da ficha técnica, mas acho que ninguém a lê – mesmo que quisessem não seria possível.
O mesmo acontece com os filmes; alguém tem paciência para ler a extensas fichas técnicas? - os canais generalistas até omitem, mas os especializados em filmes passam exaustivamente que até parece que estão a preencher espaço na grelha. O mesmo se passa nos cinemas, pois é a altura em que toda a gente se vem embora.
Lembramos sempre os atores principais, os apresentadores, esquecemos os que trabalham para que tudo se faça e chegue até nós.
Aqui fica uma homenagem aos realizadores, produtores, carpinteiros, eletricistas, câmaras, ajudantes de câmaras, guionistas, guarda-roupa, maquilhadores, assistentes de som, etc, etc, etc.

O FACEBOOK TRANSFORMOU AS AMIZADES

Manuel Pereira de Sousa, 05.02.14

O artigo publicado no Público, com o título:  O antes e o depois do Facebook, da autoria de Vítor Belanciano, faz uma ponte sobre o que eram os nossos hábitos antes e depois desta rede social - realmente muita coisa mudou, a perspectiva do mundo passou a ser mais global. Leiam este artigo que vale bem o tempo que lhe dedicam. 

A par deste artigo lembro-me de ter lido, também no Facebook, há muito tempo, uma banda desenhada de um velório onde apenas estavam duas pessoas amigas do morto. O curto diálogo: 
- Só estamos cá nós. 
- Mas tinha muitos amigos no Facebook. 
 
O conceito de amizade foi mudando com as redes sociais, se antes tínhamos um grupo restrito de amigos com quem trocávamos as nossas confidências e as peripécias do nosso dia-a-dia, hoje temos uma quantidade de amigos, quase sem conta a quem lhes contamos as mesmas coisas - a diferença está no conceito de restrito, que passou a ser de uma meia dúzia para algumas dezenas, centenas e em alguns casos milhares. A amizade parece ter-se tornado em algo global e genérico acessível a qualquer pessoa que nem sequer conhecemos muito bem, mas é conhecido do amigo do amigo do nosso amigo. A amizade tornou-se numa partilha global e acabamos por sermos todos amigos uns dos outros com conversas e diálogos tendencialmente públicos. Começo a achar que o público e o privado, o global e o restrito é algo tão subjetivo, que nem eu sei definir e enquadrar numa lógica. 
É certo que a privacidade pode ser sempre mantida, para nosso bem, mas até o conceito de privacidade mudou completamente. 
Antigamente dizia-se que se tinha poucos amigos, mas bons, agora quantos mais no Facebook mais conhecimentos e contatos temos, a ponto de conseguirmos quase chegar ou mesmo chegar aos que consideramos como nossos ídolos - os ídolos passaram a ser aquele amigo do Facebook que tem cada vez mais fãs. 

Além disso, temos os nossos pais a criar os seus perfis no Facebook e a fazerem-se nossos amigos para saberem com quem andamos nós - hoje os amigos secretos deixaram de existir... 
 
Se em relação à amizade muita coisa mudou, em relação à inimizade e às guerrinhas também se existiram mudanças; longe vão os tempos em que os acertos de contas se marcavam para o fim das aulas, no recreio ou no portão e que a mensagem passava de boca em boca, para toda a miudagem correr à hora marcada para o sítio combinado - aí uns bons socos serviam para resolver tudo e se tinha assunto para os dias seguintes. Hoje com o Facebook as guerras são em palavras,likes, em comentários sobre comentários numa linguagem quase em código, mas que se tem tornado universal e de pouca dignidade - onde antes uns eram espetadores, hoje todos querem meter colherada, o que era de uma escola e de um grupo, passou a ser a discussão global. 
 
Muita coisa mudou nas amizades e inimizades - nisso o Facebook foi revolucionário.

PARABÉNS AO FACEBOOK, MAS AINDA NÃO CONVENCEU MIGUEL SOUSA TAVARES

Manuel Pereira de Sousa, 04.02.14

O Facebook faz dez anos de existência. Uma década para uma rede social já é muito tempo – qualquer coisa que dure dez anos é muito bom quando nos dias de hoje tudo é espontâneo e tão pouco duradoiro: usa-se e deita-se fora.
O Facebook, criado por Mark Zuckerberg foi uma grande ideia, talvez uma das mais importantes criações dos últimos tempos - não pela utilidade, mas pela adesão em massa dos habitantes da terra. Uma rede social que foi capaz de conquistar os internautas e que deixou muito poucos de fora – os que ficaram foi por opção. Tão poucos ficam de fora que eu conheço quem não sabe fazer uma pesquisa no Google, ou seja, não percebe nada de Internet, e mesmo assim tem uma conta nesta rede social para se sentir atual e conectado ao resto do mundo – como se de um cordão umbilical se tratasse. O escritor Miguel Sousa Tavares ainda não aderiu.

Eu posso dizer, que conheço poucas pessoas que ainda não estão rendidas ao facebook – eu fiquei rendido, mesmo que lhe dedique pouco tempo diário. Por lá se pode encontrar muito de bom e de mau, verdades e mentiras, “lamechices” e curiosidades interessantes, para além de podermos estar em contacto com outras pessoas do resto do mundo – afinal muitos amigos partiram para outras paragens. As redes sociais são boas e más como tudo na vida – tudo depende do uso que se pode e quer fazer dela. Eu vejo aquilo que me pode manter atualizado e como fonte de informação; publico o que se passa no meu blogue ou o que me vai no momento, uma fotografia, sem que tenha de perder a minha privacidade – não tenho necessidade de dizer que vou à casa de banho ou que vou tomar café ou até que estou a sair de casa. O Miguel Sousa Tavares não quer participar desta forma global, nem vender através dela.

Miguel Sousa Tavares tem as suas razões e obviamente que as considero aceitáveis, só não gosto inferiorize as pessoas que estão ligadas ao facebook como eu. Nem todos querem encontrar amigos da primária, nem todos procuram aqui uma agência de namoros, assim como ninguém tem de abrir mão da sua privacidade para estar nas redes sociais. Felizmente Miguel Sousa Tavares não tem necessidade de vender os seus trabalhos através do Facebook, mas muitas pessoas encontram aqui um potencial de negócio – o que considero louvável. Admiro a sua capacidade de estar fora das redes sociais.

Muito se fala por aí sobre o fim próximo do Facebook, mas o futuro é incerto. No mundo atual não se pode pensar no que vai durar muito ou pouco porque os tempos são de mudanças constantes. A vida do Hi5 foi curta, o Facebook durou dez anos e pode durar muito mais - depende do que ainda tiver de novo para trazer aos seus utilizadores e depende se existirá outra rede social capaz de captar a preferência de milhões e milhões de utilizadores.

 

http://www.publico.pt/tecnologia/noticia/o-facebook-faz-dez-anos-e-ha-cada-vez-mais-pessoas-para-gostar-disso-1622108

 

OBAMA: CASOS DE RABOS DE SAIAS DEVEM SER NOTÍCIA?

Manuel Pereira de Sousa, 04.02.14

A vida das figuras públicas é muito complicada, por mais que tentam alguma descrição são logo apanhadas e sobre elas se diz tanta coisa e tão pouco se torna verdade – são destas histórias que o povo gosta.
A fronteira entre o privado e o público torna-se cada vez mais ténue em relação às celebridades e o que deveria ser da esfera privada dos casais torna-se público, onde toda a gente se acha no direito de tecer os seus comentários.

Já não bastava o Presidente francês François Hollande ser apanhado na sua scotter a caminho da casa de sua amada e o caso ter sido notícia em todos os jornais mundiais, também agora o caso de Michelle Obama e Barack Obama, são também alvo de rumores de um divórcio em vias de acontecer. Sem dúvida que a Casa Branca foi fértil nestes casos de saias – lembro-me dos casos de Cliton – e essa tradição parece continuar a manter-se. Os rumores são antigos, a diversão de Obama com as fotos no funeral do Presidente Mandela foram o isco para se começarem a lançar tais rumores, a ponto de se dizer que já não dormem juntos – em casa de Presidente não há segredo que fique guardado, tudo se sabe.

Estes casos são sempre incomodativos para o casal, mas não há órgão de informação que os ignore e há sempre espaço para mais uma reportagem. Devemos considerar notícia estes relacionamentos de personalidades? Merecem o destaque que lhes é dado? Onde começa e termina a vida pública e privada destas pessoas? Que influência podem provocar nas decisões do país e na vida das pessoas? Seremos nós, eleitores, os juízes da vida de cada político?