Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

BLOGUE DO MANEL

A vida tem muito para contar e partilhar com os demais. Esta é a minha rede social para partilhar histórias, momentos e pensamentos, a horas ou fora de horas, com e sem pés nem cabeça. Blogue de Manuel Pereira de Sousa

BLOGUE DO MANEL

A vida tem muito para contar e partilhar com os demais. Esta é a minha rede social para partilhar histórias, momentos e pensamentos, a horas ou fora de horas, com e sem pés nem cabeça. Blogue de Manuel Pereira de Sousa

O FIM DO MUNDO NÃO ACABOU NO PRÓXIMO DIA 21

Manuel Pereira de Sousa, 20.12.12

Porque ultimamente se fala muito do fim do mundo, roda pela Internet um vídeo, produzido pela NASA, que explica a razão pela qual o mundo não acabou no próximo dia 21 de Dezembro. Este deveria ser visto apenas no dia 22, mas foi antecipado (se calhar, para aqueles que acreditam no fim do mundo vejam e se convençam do contrário).
Não existirá explosões solares porque o Sol mantem a sua atividade normal. O calendário Maia tinha um limite de contagem e que reinicia – o que acontece com contadores de tempo ou cronómetros.


                                                                                                          (fonte: Youtube)

UMA ÁRVORE DE NATAL ALTERNATIVA

Manuel Pereira de Sousa, 18.12.12


 

Um like aqui: http://www.facebook.com/photo.php?fbid=458325000891421&set=pb.113249122065679.-2207520000.1355867823&type=3&theater

 

É Natal. É tempo de fazer a tradicional árvore para enfeitar as nossas casas, locais de trabalho e locais públicos. Ainda me lembro dos tempos de menino, em que vivia na aldeia e, por esta altura, íamos até à serra procurar o pinheiro mais jeitoso e com o tamanho ideal para cortar e levar para casa – aquele que seria a árvore de Natal.

Era sem dúvida algo saudável, mas uma prática que hoje não faria, tendo em conta a necessidade de protegermos a floresta de invasões. Porém, a árvore de Natal pode continuar a ser feita com a mesma alegria e ansiedade de outros tempos. Sempre se pode comprar uma artificial – com custos já aceitáveis – e guarda-la para o ano seguinte.

Mas, quem quiser optar pela originalidade pode sempre optar por reciclar, aproveitando materiais que deitamos ao lixo e que normalmente não se atribui qualquer valor para aproveitamento. Pois bem, no meu local de trabalho o Natal é azul, com uma iniciativa de grupos de colaboradores fazerem a sua árvore de Natal, feita com aproveitamento de materiais, por forma a fomentar ecologia, imaginação e tradição.

MEMÓRIAS DE NATAL

Manuel Pereira de Sousa, 15.12.12

Todos nós temos “historinhas” de Natal que nos fazem lembrar o quanto de bom tem esta época natalícia. Uns com mais oportunidades ou presentes, outros com mais memórias do aconchego familiar. O Natal é daquelas épocas que ficam para sempre na memória, sobretudo quando existe a magia de acreditar que o Pai Natal existe e nos traz os presentes porque nos portamos bem durante o ano. É bom sentir essa magia; crescer com ela; mas é pena que esta se vai perdendo porque vamos tendo mais consciência do mundo que nos rodeia.


Há batatas, bacalhau, peru, rabanadas, aletria, formigos, sonhos e uma série de outras iguarias que compõe a nossa gastronomia, desta época natalícia.

O que seria do Natal sem o programa, da RTP1, Natal dos Hospitais, ou se o filme Sozinhos em Casa? Pois, nem mesmo estas coisas esqueço das memórias do Natal.

Ainda me lembro que era altura de visitar os avós, juntamente com o resto da família, alguns vindos do estrangeiro, que formavam uma malta de gente entre primos e tios e de mais conhecidos que apareciam. Hoje tudo isso terminou e há laços que se cortaram.

Como é bom ser criança e viver esse mundo que hoje não existe.

A CARTA DO PAI NATAL

Manuel Pereira de Sousa, 13.12.12

Eu sou o Pai Natal. Este velho que todos os anos, por altura do Natal, anda pelo mundo a distribuir os presentes às criancinhas.
Este ano recebi muitas cartas, como sempre, com tantos pedidos que já nem sei muito bem como satisfazer a todos e com tantos pormenores tantas exigências. Eu gosto de satisfazer ao máximo as crianças que se portam bem durante todo o ano, que são muitas, mas que fazem muitos pedidos e que complica toda a logística de transporte. As crianças portuguesas são as mais piegas porque os pais também são piegas (o primeiro-ministro de Portugal tem razão). Às vezes, parece que são os pais que pedem aos filhos para escrever aquelas coisas ou são mesmos eles que escrevem, já que não têm dinheiro para comprar. Tenho de ser sempre eu a dar tudo às crianças; os pais deixam os brinquedos nas prateleiras das grandes superfícies porque acham que são caros. Já nem as campanhas, promoções e outros descontos estão a surtir resultados nas vendas. Sou eu que recebo as reclamações das cadeias de distribuição pela baixa das vendas de brinquedos, sem que eu tenha culpa. Se não levo, os pais zangam-se mais que as crianças.
Todos os anos produzo grandes quantidades de brinquedos, como devem calcular, mas não posso ter em stock porque os pais só nos enviam os pedidos dos filhos com poucos dias de antecedência e torna-se cada vez mais difícil satisfazer esses pedidos em tão pouco tempo. Os pais portugueses são os que se guardam mais para o final (acho que deve ser genético). Pior, não compreendem que se torna difícil e querem que se fabrique de um dia para o outro.
Cada vez mais complicada é esta logística de entrega das prendas. Sempre a correr num grande stress para conseguir chegar a todas as casas. As aldeias agora já não têm crianças, de forma que só faço distribuição nas cidades, as verbas para ir á aldeias foram cortadas. As minhas renas têm andado dentro do limite de velocidade, mesmo no ar, porque a polícia anda sempre à espreita para ver se passa uma multa ao Pai Natal. Além disso, sou obrigado a viajar por zonas de estradas nacionais porque foram criados pórticos no ar para se taxar portagens. Toda esta situação está a atrasar o meu trabalho e acabo, muitas vezes, de distribuir os presentes já de manhã. Consequência: as renas estão muito cansadas, eu fico roto por completo e os meus duendes estão mais mortos que vivos. Sou obrigado a pagamento de horas extras porque não é possível satisfazer todos os pedidos dentro do horário normal de trabalho para o meu pessoal. Coitados dos meus funcionários, não quero que lhes falte nada porque são eles que me valem nesta hora de aflição de tanto trabalho (nem quero imaginar que seria de mim se estes fizessem greve às horas extraordinárias).
Vivo com algumas dificuldades porque grande parte do pessoal é despedido no final do Natal; não tenho mais trabalho durante o ano, a não ser as devoluções e reclamações que os pais se lembram de fazer de algum brinquedo que não esteja a funcionar no seu melhor (pieguisses). Por causa do Ministro das Finanças, até sou obrigado a passar fatura pelos brinquedos que ofereço, para deduzirem em IRS ou para a devolução.

Como veem, a minha vida não está muito facilitada, a crise também me afeta seriamente. Já me sinto velho para estas andanças e não consigo arranjar uma reforma por causa do aumento da idade da reforma e porque como reformado nem dá para sobreviver. Além disso, não há quem queira seguir a minha profissão. Foi colocado um anúncio no IEFP, mas os candidatos não se querem assujeitar a ganhar 83 Cêntimos com subsídio de alimentação e deslocações. A profissão de Pai Natal está nas ruas da amargura e já não é valorizada. Ninguém valoriza o trabalho deste velho que só quer fazer o bem às crianças.
Bem, são horas de ler mais umas cartas e fazer as encomendas aos duendes, para mais um Natal de sacrifício, mas para que as crianças sejam felizes.

SEM FACEBOOK E SEM GOOGLE - O PRINCÍPIO DO FIM

Manuel Pereira de Sousa, 10.12.12

De um momento para o outro milhões de pessoas em todo o mundo ficaram sem Google chrome para navegar na internet – simplesmente fechou-se. Milhões e biliões de pesquisas ficaram a meio, milhares de sites perderam as suas visitas, milhares de negócios ficaram pendentes, milhões de Euros, dólares e mais moedas ficaram por transacionar, milhões de e-mails ficaram por enviar. Foi assim na tarde de hoje. O Google desapareceu sem explicação para o mundo inteiro. Milhões de pessoas foram obrigadas a regressar a outros navegadores, que estavam a perder utilizadores – o bom filho à casa retorna.

Esta noite, o facebook provocou uma onda de caos nas redes sociais – simplesmente desapareceu como se a ligação tivesse caído. Milhões de partilhas ficaram por fazer, milhões de conversas foram interrompidas e muito ficou por dizer a quem estava do outro lado, milhões de mensagens ficaram por enviar, milhões de visionamentos perderam-se, milhões de likes deixaram de ser feitos, milhões de pessoas perderam a sua identidade por minutos – milhões deixaram de existir e sentiram-se remetidos ao silêncio e ao isolamento do mundo.

A dependência tecnológica provoca nas pessoas uma efusiva histeria e pânico como se estivesse a acontecer a pior coisa do mundo, como se estivéssemos no fim. Por momentos, voltaram a outros tempos, em que não se falava em redes sociais. Por momentos, aqueles que vivem fora das redes sociais sentiram a alegria de não terem esta dependência e reforçaram a sua ideia vincada de continuarem a ficar à margem de uma sociedade socializada Online.

O facebook voltou e, ao que parece, foi uma das palavras com mais destaques no twitter, onde muitos libertaram a sua revolta e promessa de mudar para outra plataforma que não lhes falte. As redes sociais que impulsionam as pessoas para a organização, revolta, manifestação, queda e ascensão de pessoas e grupos podem tornar-se inimigas de si próprias e condenarem-se ao desaparecimento, por causa da reação imediata de cada um que se sente frustrado por não existir.

Até onde poderá chegar algo que durou poucos minutos?

PRATOS QUE NOS FAZEM RECORDAR!

Manuel Pereira de Sousa, 09.12.12



Cozinhar não é das minhas artes preferidas – cozinho por desenrasque e porque tenho de me alimentar – embora as pessoas até digam que cozinho bem. Por essa razão, não sou daquelas pessoas que encontra inspiração para a cozinha ou a usa como descompressão do stress ou uma terapia.
Por vezes, até me sinto na disposição de meter mãos-à-obra, para fazer alguma coisa com mais cuidado, com um certo carinho e o resultado é satisfatório – pelo menos para mim.
Hoje, decidi preparar para o jantar um prato que não como há uns cinco anos: Farinha de Pau – uma mistura de vários tipos de carne com mandioca. A última vez que comi esta preciosidade foi há uns cinco anos e feito também por mim; é algo que não se encontra com frequência nos restaurantes, nem sei se há.
Fazer farinha de pau ou comer este prato faz-me lembrar uma pessoa muito amiga, que morreu há 12 anos, uma excelente cozinheira e que fazia uma farinha de pau que era uma delícia. Os clientes da sua casa, para quem cozinhava, adoravam comiam até não poder mais. Lembro-me que, quando o prato era servido na sua pensão havia sempre uma caixinha para mim. Eu regalava-me com a farinha de pau, com aquele sabor. Comia até não poder mais.

A cozinha tem este fascínio, faz-me recuar ao passado, aos tempos de menino, em que lembro cada prato delicioso, confecionado por aquela pessoa. É o sabor único. Por mais que se tente acertar na receita, trocar nos ingredientes, nunca é a mesma coisa porque o sabor confecionado por essa pessoa fica na nossa memória para sempre – uma recordação.

Essa minha amiga, quando ficou doente, um dia disse-me que quando ficasse melhor me faria uma feijoada à transmontana (que eu adoro). Mas, a vida deu voltas e ficou a lembrança do sabor dessa feijoada e, por muitas que se comam aqui e acolá, o sabor nunca será o mesmo.

DOOMED – CONDENADO!

Manuel Pereira de Sousa, 08.12.12

Por vezes, surgem os debates na sociedade sobre o papel dos media no mundo e a importância para a sociedade da informação cada vez mais imediata; também se discutem os limites entre a notícia e a vida privada ou a notícia e a “não notícia”.

Mas, há outro debate a surgir, desta vez nos EUA, sobre uma capa do jornal New York Post com uma fotografia de Ki-Suck Han, 58 anos, que ficou encurralado na linha de metro depois de ter sido empurrado e foi esmagado pela passagem da composição. Nesse instante, há um repórter fotográfico no local que fotografa e que afirma ter disparado várias vezes o flash para alertar a composição, mas que não evitou a tragédia. Ao contrário de muitas histórias que correm pelo mundo, até mesmo nas redes sociais, não existiu um herói que fosse salvar o homem; não se vê ninguém num local onde supostamente há sempre muita gente – estamos a falar de uma estação em Nova Iorque -; o homem padece como condenado ao seu terrível fim.

Perante este cenário e não existindo por perto mais alguém, o que deveria ter feito o repórter? Deveria ter largado a atenção de uma fotografia e correr para puxar o homem da linha, dando mostras de um sentido humanitário? Teve a atitude correta em se manter como espectador, cumprindo a missão que lhe compete – retratar a realidade do acontecimento e procurar chocar as pessoas fazendo-as pensar sobre a nossa postura e atitude sobre a desgraça alheia? Onde está a fronteira entre o dever de informar e o dever de ajudar? Existe? Será que a nossa revolta apenas existe pela crueza da imagem? Teríamos a mesma reação se apenas dispuséssemos de uma descrição em texto? Se um jornalista tem de assumir o seu papel de humano num cenário de tragédia estará a pôr em causa a sua ética profissional de não interferir nos acontecimentos? Se um repórter assume o seu papel de “cidadão comum” num cenário dramático, quem poderá retratar os acontecimentos e a recolha de imagens que captam a nossa atenção e nos mantem informados? Se cada um de nós, que apontamos o dedo a quem não agiu, estivesse na mesma situação faríamos diferente? Existiria neste momento um debate sobre algo tão profundo como alertar consciências para a forma como tratamos o próximo? Poderá, em qualquer situação, a ética sobrepor-se ao princípio de humanidade comum a todos os Homens?


O que valorizas mais, a ética ou a humanidade? Vale a pena meditar sobre o assunto.

TÊM ALGUMA IDEIA DE COMO VAI SER O FIM DO MUNDO?

Manuel Pereira de Sousa, 06.12.12

Esta história do fim do mundo está a deixar muita gente perto da loucura. Agora que o dia 21 de Dezembro se aproxima, o assunto começa a fazer parte de muitas conversas do dia-a-dia – mesmo do meu e dos meus colegas de trabalho.

18 Horas, final de dia de trabalho para uns, intervalo para outros, juntos cá fora a fumar uns cigarros e um começo de conversa normal como:

- Já viste o novo vídeo da Pink?
- Ainda não!
- Potente meu! Tens de ver, é a tua cara!
 (…)
- Eu agora de séries apenas vejo a “Segurança Nacional” e Walking Dead”, que está qualquer coisa.
- Está muito fixe a série. Já viste aquela cena de quem morreu?
- Ainda não!
- Eh conta-me! Que eu não consigo ver a série.

Aquilo que seria uma conversa normal tornou-se aliciante, quando alguém se lembra de partilhar a notícia, em que nos EUA estão a oferecer uma bolsa de 700 dólares mensais a quem pretender fazer estudos de defesa a ataques de Zombies. Por aqueles lados (mais algumas pessoas que eu conheço) acreditam que eles existem e que não são um mito – eu só acredito em zombies se me disserem que os senhores do governo são zombies (da forma como nos comem e sugam, mais parece).
Do lado de cá do Atlântico devem achar muito estranho a atribuições de bolsas para estudos de coisas ridículas e irreais, fruto da imaginação de pessoas envolvidas em leituras e séries em quantidades acima do normal (qual é o normal? Não sei).

Pelos vistos, há quem acredite que o fim do mundo que está próximo pode estar relacionado com ataques zombies (!) no nosso planeta e que poderá levar à extinção da espécie humana.

Existem programas de televisão – documentários - que acompanham a preparação de famílias e grupos para o fim do mundo; preparação que incluí treinos de ataque a possíveis ameaças vindas de animais ou árvores – muito para além do ataque de zombies. Existem bunkers construídos para abrigo de pessoas, treino de racionamento de alimentos para períodos prolongados, etc.

Como podem ver e pesquisar, existem pessoas muito bem preparadas para o pior, mas ainda não percebi o que vai acontecer ao planeta na realidade, para que seja o fim do mundo. Será a revolta de seres estranhos que aparecem do nada? Serão as emissões de explosões solares que irão destruir o mundo pelo fogo? Será o alinhamento de planetas que irá provocar forças de movimentos da Crosta Terrestre e alteração às leis da gravidade? Será uma força divina de punição do homem pelas suas ações?

Eu até gostaria que fosse a ressurreição de civilizações antigas e bíblicas que se revoltariam contra a sociedade atual e isso implicasse a reorganização do mundo numa nova ordem; em que lutaríamos pela disputa da evolução ou o regresso ao passado, se disputariam os conhecimentos da época com os conhecimentos atuais. Um fim do mundo que fosse mais espiritual, filosófico, cientifico, matemático, cultural, em vez de caos físico (bem esse acontecia como consequência).

Têm alguma ideia de como deveria ser o fim do mundo?

A DESPEDIDA PARA QUEM ACREDITAR NO FIM DO MUNDO

Manuel Pereira de Sousa, 04.12.12

Amigos,

Escrevo estas palavras de despedida (a esta hora estão a questionar porquê) porque em breve tudo estará acabado. Sabem bem que o fim do mundo está próximo e que daqui a uns dias nada restará de nós.
Sabem bem que o dia 21 de dezembro é o último dia do calendário Maia, o que significa que a nossa caminhada termina por aí. A caminhada da Humanidade que ao longo de milhares e milhares de anos povoou a Terra e nela fez grandes feitos e coisas horrendas, que perduraram no tempo durante toda a nossa existência.
Já não vamos a tempo de mudar o que de mal fizemos enquanto cá estivemos, apenas podemos pedir perdão a quem está próximo por todo o mal e esperar que esse perdão seja aceite, para acabarmos de bem com a consciência.
Nada mudará o passado, mas ainda podemos mudar o presente e mudar o futuro dos poucos dias que nos restam. Poderemos fazer com que, até ao último suspiro, muitas pessoas possam sorrir ou ser felizes e assim partirem felizes.

A NASA recentemente pretendeu desmentir que o fim do mundo está próximo (como se fosse capaz de o travar) e que as previsões não se irão confirmar. Nenhum planeta chocará com o nosso e mesmo que se alinhassem nada aconteceria à Terra de anormal. Como é possível que se acredite nesta teoria?

Não sobrará ninguém sobre a terra que possa contar ou escrever o que sucedeu como aconteceu com a criação do mundo.
Não haverá um Adão e Eva e um jardim do Éden. Não haverá a árvore da maçã, nem tão pouco a serpente. A dizimação será total.

Lembram-se dos velhinhos que diziam que no fim do mundo tudo se iria ver? Tantas vezes nos alertaram. Esses estavam certos. No fim do mundo todos estariam loucos e estamos.

Aproveitem para gozar o pouco tempo que ainda nos resta, mas eu ainda quero cá continuar para escrever a história.