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Nem sei o que pensar sobre a notícia que li com algum detalhe no Público, sobre o corte de apoios a dez fundações e a redução de 30% dos apoios a outras quarenta. Diz o PS que “a montanha pariu um rato” – será? Pois existem muitas mais fundações que aquelas que surgem mencionadas e publicitadas nas notícias. Parece que querem cortar em algumas das que até têm utilidade pública e não querem extinguir as que não têm qualquer utilidade para o cidadão comum. Parece-me que estamos num cenário virado ao contrário. Desconheço os critérios que estão a ser utilizados para estes cortes.

O que mais me preocupa é a criação de novas fundações. Será que ainda existe possibilidade de criação de novas fundações, mesmo com a publicidade que o Governo apregoa de querer reduzir algumas gorduras (se calhar ainda muito pouco)?
Estou interessado na criação de uma fundação para obter algum financiamento público. Com a crise em que vivemos dava jeito um financiamento extra e este era sem dúvida um dinheiro limpo e sem esforço.
Qual a utilidade da fundação? Hum… ainda não pensei bem, mas será de utilidade pública com toda a certeza – pelo menos terá utilidade para mim e para aqueles que estiverem comigo.
Qual o nome? Hum… ainda não pensei bem; mas será um nome sonante, tipo Fundação Para o Desenvolvimento e Cooperação de alguma coisa – parece bem?
Terá Presidente, Assembleia, Presidente da Assembleia, Concelho Consultivo, Secretariado, Assessores e Assessores dos Assessores, Vogais, Motoristas e viaturas de serviço. Ainda estou a pensar na localização da sede onde todos possam trabalhar.

Se calhar esta não será a melhor fase porque o assunto está muito quente e todos dariam conta. Talvez opte por aguardar uns tempos, que todos se esqueçam desta medida mediática e de propaganda para o Governo.

Não quero dizer mal das fundações porque quem tem telhados de vidro não atira pedras e à que zelar por uns fundos públicos para a carteira.

 

http://www.publico.pt/Pol%C3%ADtica/fundacao-cidade-de-guimaraes-vai-ser-extinta-casa-de-braganca-oriente-e-comunicacoes-moveis-perdem-todos-os-apoios-1564491

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O QUE SERIA DO HOMEM SEM SEXO?

por Manuel Joaquim Sousa, em 26.09.12

Uma questão bem pertinente, que certamente poucos ousaram pensar ou nem sequer põem essa hipótese por tão terrível ou mesmo absurda que possa parecer. 

Dizem que viver sem sexo, em total abstinência, é possível porque este não é uma necessidade para a vida como a água ou a alimentação. Porém, não seria a mesma coisa. Sexo é das coisas, dos actos mais velhos do mundo, presente na generalidade do Reino Animal. A multiplicação e continuidade da vida das espécies estariam seriamente comprometidas se de um momento para o outro o sexo deixasse de existir. 

O sexo é acima de tudo um acto animal e fisiológico, mas que, pelo menos no ser humano pode ser muito mais que um acto fisiológico, mas uma manifestação de prazer, desejo, amor, sensualidade e muito mais. 
Apesar de alguns animais terem relações apenas como objecto de procriação, não temos bem a certeza ou pelo menos não existem estudos suficientes que nos garantam que estes também buscam sexo para obter satisfação. Mal de nós se apenas procurássemos o sexo apenas para procriação. Não sei, mas viveríamos um caos psicológico e patológico ou então habituávamo-nos à ideia (será que muitos se habituariam?). 

O sexo muito mais que um acto físico é também um exercício de libertação e satisfação a vários níveis, que pode contribuir para o funcionamento e equilíbrio emocional e psicológico das pessoas, assim como, a melhoraria do bem-estar e do dia-a-dia de cada um. É também uma demonstração de amor e intimidade por alguém e uma forma de selar uma aproximação entre elementos do acto sexual. De forma homo ou hetero, todos procuram algo e isso faz do sexo uma contribuição para a busca da essência mais íntima de cada um, a essência que se encontra mais escondida e talvez mais real de cada ser humano. 
É claro que muitos encontram no sexo uma emancipação social. Mostrar aos amigos e às amigas que «comeram» aquele ou aquela ou mesmo a procura de satisfação quando o outro alguém já não é capaz de satisfazer ou transmitir aquilo que se deseja. 

Sexo pode ser para muitos um negócio onde se compra e vende, sendo o corpo um objecto de trabalho para que se consiga seduzir o outro e provocar-lhe prazer. É um negócio onde se vendem milhões, mas de forma mais escondida e pouco falada. Quanto contribuiria a industria do sexo no PIB do nosso país se tudo fosse feito às claras e na legalidade? Não haveria certamente défices orçamentais. 

Não se pode pensar no Homem sem a sua componente sexual ou então resumiríamos muito da sua essência como pessoa. 
Por muito que se diga que o sexo é um fruto proibido e apesar de durante muito tempo se ter doutrinado o sexo como um pecado, o certo é que, se assim fosse, a grande maioria viveria em pecado irremediavelmente e os filhos fossem fruto desse pecado e os mal amados do mundo.

É tempo de abolir esses preconceitos e ignorar que a maioria não se delicia com uma relação porque já ninguém acredita que as cegonhas trazem os bebés ou que estes têm origem num feijãozinho. Já nem as crianças acreditam nessa teoria. 
O sexo é dos actos que melhor faz ao Homem e o ajuda a ser Homem no dia-a-dia, enquanto tiver desejo e forma de satisfazer esse desejo.

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