Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]


Segundo informações que nos chegaram, a cadeira em que o Primeiro-Ministro Pedro Passos Coelho foi sabotada momentos antes da entrevista da RTP, a ponto de a mesma ter sido atrasada por instantes. Quando o chefe de governo de sentou, a perna da cadeira partiu e ele caiu para trás provocando uma queda em que bateu com a cabeça. Esta é a razão por este ter ficado com dificuldades na resposta a todas as questões que lhe estão a ser colocadas - para além de estar com falta de objectividade.

As suas teorias de recuperação económica estão muito longe do que pensam economistas e gestores deste país. Não tem a m noção do que é a equidade nos sacrifícios e cai no erro de achar que os preços vão baixar. Continua a defender todas as medidas, mesmo que dentro do interior do seu partido existam elementos contra.

Continua a acreditar que protegeram os fracos e beneficiaram os mais fortes.

Estará consciência da sua lucidez?

Autoria e outros dados (tags, etc)

O POSSÍVEL DISCURSO DE SEGURO...

por Manuel Joaquim Sousa, em 13.09.12

Portugueses, é com enorme tristeza que tenho a dizer que o Governo vos quer limpar o sebo a todos, menos a nós políticos que ganhamos um pouco mais que o ano passado (cerca de 11%). Pelo menos o que mais nos preocupa seria alguma baixa nos nossos rendimentos.


Contestamos as medidas propostas por este executivo, mas não significa que, apesar de contra, chumbemos o Orçamento de Estado. Há reservas da nossa parte, o que nos leva a não ser tão radicais e contestatários quanto os nossos amiguinhos da esquerda. Interessa da nossa parte manter boas relações com o executivo. Não estamos por isso interessados que se crie uma crise governativa porque não temos hipóteses de ganhar e porque o meu partido ainda não se encontra preparado e limpo da imagem marcada por Sócrates.

Eu sei que existem elementos históricos do partido, mais radicais, que já afirmaram publicamente o apoio às manifestações agendadas para os próximos dias. Reajo com cautela, mesmo que digam que «Soares é fixe».

Lamento que o governo tenha tomado um caminho tão agreste para os portugueses. Lamento que tenha como argumentos que o PS é o culpado desta crise, quando nós quisemos mostrar ao país que estava tudo bem e que existia dinheiro para gastar. Nunca o PS iria impor aos portugueses medidas tão duras como aquelas que têm sido aplicadas. Nós não vamos por aí.

Portugueses, quero daqui manifestar a minha preocupação, a ponto de me reunir com o Sr. Presidente da Republica; não é que dele tenha ouvido conselhos, apenas ouvi um grande silêncio que acredito ser o apoio incondicional às nossas ideias. Soubemos também que este tem sofrido arduamente com os cortes nas reformas a que será sujeito e que terá sérias dificuldades de sobrevivência assim que abandonar a Presidência da Republica.

Deixo-vos esta palavra de conforto e de apoio e estarei disponível para continua a mostrar a minha indignação por aquilo que vos está a ser feito.

Público: http://www.publico.pt/Pol%C3%ADtica/seguro-faz-uma-comunicacao-ao-pais-a-tarde-1562863

(qualquer semelhança com a realidade é pura coincidência)

Autoria e outros dados (tags, etc)

O DISCURSO SOMBRA (VERDADEIRO) DE PASSOS COELHO AO PAÍS

por Manuel Joaquim Sousa, em 13.09.12

Portugueses, é com profunda indiferença que me dirijo a vós, neste momento, para anunciar o que tanto desejei anunciar durante os tempos em que lidero este governo.
Eu sei que a grande maioria dos portugueses vive numa situação económica delicada, provocada por uma crise que não há forma de passar e que nos deixa constantemente sob a avaliação da Troika e sob ameaça das entidades externas. Perante este cenário, não quero continuar a ser objeto de constantes avaliações internacionais, mesmo que considerem que estamos a ser o “bom aluno”.
É certo que me candidatarei às próximas eleições legislativas; porém, tenho que ser cauteloso quanto ao meu futuro porque no pior e mais provável dos cenários terei de arranjar emprego após o meu mandato, pois não tenho dinheiro suficiente para me retirar do país e estudar no estrangeiro.

Não querendo desviar do discurso, e apresentadas as minhas preocupações pessoais, tenho a anunciar publicamente uma alteração à Taxa Social Única de todos os trabalhadores (público e privado) de 11% para 18% e a descida para as empresas de 23% para 18%. Considera o Governo que esta medida foi tomada em nome da equidade fiscal entre empresas e trabalhadores.
Sobre os trabalhadores, esta permite que descontem mais do seu salário para a Segurança Social, mas recebam menos em situação de desemprego. Também serve de castigo e penalização por todos os protestos e gozos que têm sido cometidos contra o Governo. Assim, terão perfeita noção que não vale a pena protestar porque o Governo tem sempre o poder e a autoridade de fazer o que bem entende. Espero com isto “amaciar” o povo revoltado.
O benefício dado às empresas é apenas destinado às que fazem parte de grandes grupos económicos, do PSI 20, para um aumento de distribuição de dividendos aos seus acionistas. Tenho perfeita consciência que não vai permitir a criação de mais emprego; também tenho a noção que as pequenas e médias empresas pouco beneficiarão desta medida; mas entendam que esta é a esmola do Estado, já que não conseguem financiamento junto da banca.
Além disso, na eventualidade de sair do Governo, por demissão ou derrota nas eleições, tenho de assegurar lugar em alguma empresa que tenha beneficiado com o aumento substancial dos seus lucros finais.

Estas são as razões porque decidi comunicar aos portugueses desta forma; assim não existirão dúvidas nem a resposta a qualquer tipo de questões.
Tenho a informar que governo numa maioria que me dá o direito de fazer o que bem entendo, mesmo que não tenha feito qualquer comunicação prévia ao parceiro de coligação, que espero que mantenha o seu silêncio sobre este anúncio ou expresse o seu apoio incondicional.
Por muito que os senhores jornalistas questionem os membros do Governo, devo informar que todos responderão da mesma forma, já que tive o cuidado de distribuir um documento com questões e respostas para que a linha de orientação seja a mesma.

Uma última palavra porque o arroz está quase pronto e não quero comer arroz queimado ou numa papa, lamento todas as medidas tomadas e lamento todo o meu desprezo pelos portugueses. Este foi o discurso mais duro e bizarro porque acabei de lixar todos os portugueses de uma forma brutal. Mas, têm de compreender, que para que o Governo e a classe política vivam com dignidade e sem cortes nos seus recursos é necessário que alguém tenha de padecer, independentemente de ser público ou privado.
Votos de uma vida dura e amarga. Tenho de ir porque a minha esposa já está farta de dar toques, tem o arroz à espera.
Até sempre.

 

(Qualquer semelhança com a realidade é pura coincidência.)

Público: http://www.publico.pt/Economia/gaspar-havera-mais-medidas-temporarias-para-diminuir-o-defice-e-oe-rectificativo-1562752 

             http://www.publico.pt/Economia/gaspar-fala-em-riscos-catastroficos_1562747

Autoria e outros dados (tags, etc)

subscrever feeds




Pesquisar

  Pesquisar no Blog

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Mais sobre mim

foto do autor


Calendário

Setembro 2012

D S T Q Q S S
1
2345678
9101112131415
16171819202122
23242526272829
30




Tags

mais tags