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EU DEVERIA TER GANHO O EUROMILHÕES!

por Manuel Joaquim Sousa, em 10.08.12

A CHAVE: 11 - 17 - 21 - 48 - 50 e as estrelas 9 - 10.

Esta é a chave que deu a felicidade a alguém algures no Reino Unido - um prémio de 190 milhões de Euros. Isto é muito dinheiro para alguém, assim de um momento para o outro. Só com o simples trabalho de preencher um impresso. Um prémio tão desejado por milhões de pessoas que tentaram a sua sorte.

Eu tentei a minha sorte com uns humildes 2 Euros de investimento. É pouco, eu sei, mas o essencial para um prémio como este.

Fica para uma próxima. Para já, vou ter que interromper a minha permanência aqui no blogue; vou ali tratar de uns assuntos porque eu pensava que ia ganhar uma percentagem deste prémio.


Tenho de cancelar a viagem para o Dubai; desmarcar a estadia no hotel de 5 estrelas para 15 dias; anular a compra da herdade no Alentejo - que eu tanto queria; desmarcar a visita à loja dos Iates, para ver o modelo novo que chegou esta semana; adiar a compra do Porche - para substituir o meu velhinho fiat punto; cancelar a compra que fiz on-line da nova Nikon D800; retirar o anuncio porque não posso contratar pessoas para a herdade que não tenho; cancelar as reuniões com o banco para depositar o dinheiro a render bem. Além disso, não poderei doar aos mais carenciados, entre os quais o Senhor Presidente - que tem uma reforma muito pequena.

Como vêem, gasto 2 Euros e fico com a vida virada do avesso. Agora tenho de ligar para a DECO e pedir ajuda psicológica porque está a ser muito difícil lidar com esta situação. Acho que vou reclamar à Santa Casa da Misericórdia esta situação vergonhosa (de não ter ganho o prémio que se destinava à minha pessoa), pois tive o cuidado de jogar e pagar 2 Euros fruto do meu suor e do meu trabalho. Não há direito.

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EU GOSTAVA DE SER POETA! GOSTAS DE POESIA?

por Manuel Joaquim Sousa, em 10.08.12

«Ser poeta é ser mais alto
É ser maior que os Homens» 

Florbela Espanca
 

Já ouviram ou leram estes versos certamente. São versos mágicos, que elevam o poeta ao mais alto da sua alma e da sua existência, na sua humildade profunda, mas tocante.

É bonito, claro que sim.
Eu gostava tanto de saber conjugar as palavras e torna-las tão mágicas que fossem capazes de encantar os leitores, a ponto de sentirem um orgasmo literário profundo e de sentirem a sua alma sugada para o interior dessas palavras.

Foi dolorosa a descrição? Ups! Tenham calma. Foi só uma forma de querer exprimir-me até à profundidade, transformado e encantado pela beleza das palavras que escrevo.


Acharam belas e tocantes estas palavras? Consegui sugar-vos a alma? Consegui provocar um espasmo literário? 
Pois.... Fico triste se não consegui. Bem, acho que vou deixar as minhas criações poéticas para outros dias mais inspirados - pode ser que ganhe algum jeito. Será? Quero acreditar que sim.
 

                                                                   «O sonho comanda a vida» 


Confesso que, por vezes, desejo ser poeta e acho-me capaz de criar versos e poemas deliciosos; pelo menos mais deliciosos que muitos que leio por aí, que apenas servem para criar rimas e soar a algo de bonito, mas que é uma seca e não tem sumo algum - uma amálgama de palavras. Depois perguntam do alto do seu esplendor: Gostaram da intensidade? Foram sofridas estas palavras. Intensidade é a dureza com que as levo - como se fosse um soco - e sofrida é a forma com que sou obrigado a ouvir ou a ler.

A poesia é linda, mas escrita por bons poetas - independentemente de serem conhecidos. Depois há a poesia de seca que incentiva ao bocejo e ao sono.

Lembro-me de, quando andava na escola, sentir a disciplina de português uma grande seca (desculpem-me os professores de português) quando se estudavam poemas e autores, rimas e significados. "Cruzes" aquilo secava-me tanto, até ao tutano, que pouco de mim sobrava no final daquelas aulas. Nos testes não havia sebenta que me safasse. Lia e relia a poesia e parava à espera que do alto da minha inteligência alguma luz acendesse, para escrever alguma coisa (por mais parva que fosse). Devem imaginar as minhas notas a português. Passei, subi a nota no exame nacional, mas não quero falar mais nisso. Foi o meu calvário.

Hoje, tenho Miguel Torga à cabeceira e a Mensagem, de Fernando Pessoa, no meu pensamento.

 

(pode ser que falemos deles mais um pouco). 

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