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GRÉCIA: UMA CLASSE POLÍTICA QUE FERVE EM POUCA ÁGUA

por Manuel Joaquim Sousa, em 07.06.12
Este é um caso insólito, polémico e mediático. Momentos que uma emissão em directo não consegue evitar. Momentos em que a irracionalidade das pessoas ultrapassa os limites. Altura em que se pensa sobre a qualidade, racionalidade e integridade de alguma classe política que povoa por este mundo fora.
A Grécia vive numa situação delicada em termos económicos e à procura de uma solução política e os eleitores assistem a um espectáculo deprimente, que os fará pensar sobre a qualidade dos políticos que pretendem eleger para os livrar do estado miserável em que se encontram.
É notório que o debate político não é bem vindo para todos, pois há quem o receba com uma troca de violência verbal e fisica. Ainda bem que ao menos aconteceu em directo, para que as imagens não corressem o risco de se tornarem privadas e os eleitores continuassem na ignorância em relação a alguns políticos que poderiam eleger.

A classe política mancha-se com tão pouco e com atitudes deploráveis.
Em Portugal, poderia isto algum dia acontecer?
Manuel de Sousa
manuelsous@sapo.pt  

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K DRIA MGEL TORGA SE VISS OS SUS TXTS SCRITS CMO SMS?

por Manuel Joaquim Sousa, em 07.06.12

"A lngua port tm mt k se lh dga e em tmpo d acord ortogrfic ha dsafios k superm a lei e os gov: sao os dsafios d pvo e as mdanças K sts faxem a lngua port - Modas ou mnias sab-s la. Pra mim stas plavrs sao dfceis d scrver ms pra mt st e a scrit nrmal, scrit d tmpos mderns pra poupr letrs."

 

Não sei se perceberam o que tentei escrever no parágrafo anterior, mas podem crer que foi difícil e demorou tempo, o que para muitos é uma forma simples e rápida de escrita porque os tempos assim o ditam – dirão os que escrevem desta forma.

 

Não há acordo ortográfico que valha para a escrita de SMS, nem regras para a utilização dos x e dos k; tudo serve para se “dizer” muito em 160 caracteres de um SMS. O certo é que existe a tendência para que exista a massificação desta forma de escrita em todos os contextos, num mundo social cada vez mais voltado para as redes sociais e com necessidade contínua de querer contar tudo o que passa ao seu redor.

 

Quantas voltas dará Camões na sua sepultura cada vez que se escreve desta forma ou cada vez que se fala num acordo ortográfico - que já nem se sabe se sai ou se é obrigatório? O que pensariam escritores dos clássicos que se estudam na escola sobre as novas tendências da escrita?

 

Pois… Nem sei o que pensar de tudo isto, mas partilho convosco o que partilharam comigo, há tempos, e que por curiosidade tentei ler: o Diário XII, de Miguel Torga, escrito em linguagem de SMS. Esquisito? Estranho? Chocante? Curioso? Atentado à língua? Sei lá… Pode-se pensar muita coisa, mas é importante que faça pensar toda esta massa critica de leitores e escreventes. E se esta for a melhor forma de se chegar ao público mais jovem?

 

Deixo-vos a pensar nesta ideia, se já não pensaram antes, e partilhem a impressão que vos ficou. Eu continuo a preferir a forma corrente da língua porque a falta da regra para a escrita é a desorganização do pensamento do Homem. No entanto, quem constrói a língua é quem a fala ou a escreve por muito que existam directivas e acordos onde o consenso não é geral.

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