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ELEIÇÕES ESPANHA: NÓS NÃO SOMOS PORTUGAL

por Manuel Joaquim Sousa, em 19.11.11

«Nós não somos Portugal». Esta era a expressão várias vezes repedida para os lados de Espanha, nos momentos em que os mercados duvidavam de certas economias Europeias – Portugal, Grécia, Irlanda. Porém, a situação não parece que esteja fácil para os vizinhos porque, depois da Itália, os mercados estão nervosos em relação à economia Espanhola e à sua vulnerabilidade. Espanha está perto da barreira traumática dos 7% e o resgaste poderá ser necessário, em breve. Esse resgate poderá inevitável qualquer que seja a mudança política que se veja a registar.
Amanhã realizam-se eleições em Espanha e os nuestros hermanos estarão na iminência de uma mudança.
«Nós não somos Portugal» é um facto. Estaremos em vantagem?

Manuel de Sousa


manuelsous@sapo.pt

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LISBOA: TARIFAS NOS COMBUSTÍVEIS E PORTAGENS NA CIDADE

por Manuel Joaquim Sousa, em 19.11.11

Não vivo em Lisboa, mas não posso ficar indiferente à notícia do JN de hoje, na edição Online, onde refere que António Costa, Presidente da Câmara de Lisboa, defende a cobrança de uma taxa sobre o combustivel vendido na cidade para financiar os transportes ou mesmo a introdução de portagens à entrada da cidade. Algumas medidas abelidosas e fáceis para resolver o grave passivo das empresas de transportes. Simples, mas que paga é o Zé Povinho - como sempre.

A serem implementadas estas medidas é mais dinheiro que entra nos cofres das empresas, mas isso não resolve o seu passivo e a gestão danosa que por lá possa existir – antes pelo contrário, permite que se cometam mais exageros.

Eu quando estive em Lisboa utilizei transportes públicos e achei que o seu custo é elevado para quem tem de utilizar esta opção no seu dia-a-dia. Se é necessário que mais pessoas utilizem os transportes públicos, para diminuir o trânsito e aumentar as receitas das empresas de transportes, porque não baixar as tarifas? Estarão os transportes públicos actualmente adequados às deslocações das pessoas e aos seus horários? Se não estiverem as pessoas não os irão utilizar? Se a proposta de redução de linhas e horários for colocada em prática as pessoas não terão outra alternativa senão deslocarem de automóvel.

Primeiro é necessário saber os porquês e depois propôr alternativas, mudanças, que realmente beneficiem as pessoas.

Manuel de Sousa
manuelsous@sapo.pt

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