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EIS A QUESTÃO: SERÃO OS NOSSOS UNIVERSITÁRIOS IGNORANTES

por Manuel Joaquim Sousa, em 17.11.11

Fonte do vídeo: Youtube.com

O vídeo publicado na Revista Sábado, esta semana, sobre a ignorância dos universitários portugueses provoca grande polémica e tornou-se motivo de chacota por muita gente nas redes sociais como no facebook – não deve haver pessoa que não tenha um amigo que tenha publicado no mural este polémico vídeo.

Um dos entrevistados contra-ataca e ameaça recorrer aos tribunais, por considerar que o seu bom nome foi posto em causa e porque os jornalistas apenas se preocuparam em passar as respostas que este deu erradamante e ignorar as que tinha acertado. É errado que se ponha em causa a inteligência e a cultura de uma pessoa pelo facto de ter errado a uma pergunta, numa área em que o entrevistado se sinta pouco à vontade? Mas, as respostas que ouvimos, na maioria dos casos, são muito aberrantes e incomodativas para grande parte das pessoas que procuram estar actualizadas e dentro dos parâmetros culturais estabelecidos – existe algum parâmetro (?).

No entanto, fica uma grande questão: até onde se pode medir e como se pode testar a cultura geral de um indivíduo apenas com a avaliação de uma única resposta - porque é apenas uma resposta que ouvimos em cada um dos entrevistados? Seria mais justo que os jornalistas, desta resportagem, publicassem todas as respostas de todos os entrevistados para cada leitor avaliar o grau de cultura de cada um? Terá sido esta reportagem redutora – tendo em conta que cria uma imagem generalizada dos estudantes universitários, que pode não ser a real?

Este vídeo deixa-me a pensar, e muito, sobre o estado da cultura do nosso país com estas respostas tão constrangedoras a que assistimos.
Não quero aqui julgar ninguém, mas isto dá que pensar – concerteza que dá.


 


Manuel de Sousa
manuelsous@sapo.pt


 

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ECONOMIA: O FIM DO ESTADO DE GRAÇA DO MINISTRO

por Manuel Joaquim Sousa, em 17.11.11

O estado de graça do Ministro da Economia, Álvaro Santos Pereira, terminou. Foi um estado bastante longo – em demasia, direi. Não se compreende qual o rumo deste palmo de terra – Portugal – numa crise financeira que tenta a todo o custo afundar-nos. Não percebo – assim como muitos portugueses não entendem – que num ritmo alucinante se tenham tomado medidas na área das finanças – medidas que se trataram de mais sacrifícios para os mesmos de sempre – e tão poucas ou nenhumas na área económica para tentar salvar o pouco que resta de uma economia, onde as empresas estão cada vez mais estranguladas. Portugal não subsiste, não cresce, sem empresas que produzam riqueza; mas afunda-se com gastos e a gestão danosa de empresas públicas – os verdadeiros buracos (crónicos), onde por muito que se mexa piores e com mais danos ficam. O país não se consegue desenvolver e crescer sem mão-de-obra paga ao custo justo pelo valor do seu trabalho e esforço (a saída de muitos portugueses, jovens, é o pior que pode acontecer num país que precisa dessas cabeças e do seu trabalho) para que o poder de compra permita que a economia funcione. Não sei – como muitos não sabem – o que terá o nosso Ministro da Economia e o seu super ministério projectado no plano económico, para salvar o país. Sei que por cada dia que passa, sem que nada seja feito, situação será bem pior nesta economia cada vez mais debilitada.

Manuel de Sousa
manuelsous@sapo.pt 

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