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O PESADO FARDO DE JOÃO JARDIM

por Manuel Joaquim Sousa, em 28.08.11
Num país em crise e recheado de problemas, estaremos prestes a ter mais um, o passívo da Madeira. Uma pesada herança que Alberto João Jardim irá deixar com todo o prazer, como sempre, para que sejam os portugueses do Continente a suportar. No fim de contas ainda são os políticos do Continente a ter de aguentar com as críticas inflamadas que este senhor tem por hábito utilizar nos seus discursos de campanha e em todas as oportunidades que a comunicação social lhe dá, para se exprimir livremente e com um carácter jocoso e ofensivo. Na hora do desespero, é o mesmo Continente que suporta todos os encargos com pena dos povos da Madeira, os que têm de aguentar com o seu líder, em parte porque desejam.

O passivo é elevado numa ilhas com 28 direcções gerais, 5 institutos, 33 empresas públicas e participadas por dinheiros públicos.
Até quando a Madeira será o fardo do Continente? Até quando teremos Alberto João Jardim na Presidência?

Esperemos que, como diz António José Seguro, o Governo seja claro e transperente nos acordos com a Madeira e não seja um mero "pau mandado" do senhor Jardim.

Manuel de Sousa

manuelsous@sapo.pt

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O furacão Irene está a chegar à costa Norte Americana e está a levantar grandes preocupações nas autoridades, a ponto de estar a decorrer uma das maiores operações de evacuação de milhares de pessoas das zonas mais vulneráveis.
A natureza está sempre a desafiar o Homem ao longo dos séculos, ao longo da sua permanência neste Palmo de Terra. Por vezes, acho que andamos numa luta constante com a Natureza e quanto mais a tentamos dominar, mais esta se manifesta de uma forma agressiva e violenta como se estivesse a tentar colocar o Homem no seu devido lugar, já que são tantos os exageros e os crimes ambientais que cometemos diáriamente e que mesmo assim não parecemos entender e não mudamos os nossos comportamentos de uma forma radical. Consideramo-nos donos de um Palmo de Terra, mas que apenas podemos habitar durante uma fracção de tempo.
Da mesma forma que o nosso organismo reage à invasão de um vírus através do seu sistema imutário, também o planeta reage à nossa acção viral, que é a constante contaminação da Terra. Um amigo meu fez-me pensar nesta teoria, que não é de todo descabida, mas que faz todo o sentido, tendo em conta que é a acção humana que desencadeia toda a série de fenómenos naturais violentos. Cada vez mais lutamos contra vírus e doenças cada vez mais fortes. A nossa luta pela sobrevivência na Terra atinge patamares cada vez maiores e os acordos de paz estão longe de serem alcansados, enquanto a nossa posição de domínio continuar a ser sobreposta a tudo o resto.
Estamos a comprar uma guerra muito cara. Já pensaram nisso?

 

Manuel de Sousa
manuelsous@sapo.pt

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