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A ESTRATÉGIA ORÇAMENTAL DO GOVERNO

por Manuel Joaquim Sousa, em 31.08.11

O Governo publica a sua estratégia orçamental para os próximos anos. Ao que parece os cortes estão para durar e os sacrificios são para manter. Será esta a solução para o país?

http://especial.imgs.sapo.pt/multimedia/pdf/estrategia-orcamental-2011-2015.pdf

Manuel de Sousa
manueldesousa@sapo.pt

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SERÁ POSSÍVEL PARA MUITOS VIVER SEM O FACEBOOK?

por Manuel Joaquim Sousa, em 30.08.11

Como pode hoje a generalidade da população viver sem redes sociais, sem fazer likes no Facebook, sem postar no mural próprio ou de um amigo tudo o que lhe vai na alma ou tudo o que está a fazer? Como conseguem as pessoas passar sem uma anotações no Twiter? Como aguentam muitas pessoas pela abertura geral do Google+?


Hoje, dizem que é o dia das Redes Sociais. Até as Redes Sociais têm um dia a si dedicado, tal a importância cada vez maior que as mesmas têm no dia-a-dia das pessoas e da rotina desde que se acorda até ao deitar. A dependência é tal, que muitos partilham para um mundo de pessoas o que de mais íntimo existe na vida. A privacidade parece ter atingido um conceito muito próprio, longe do que existia antes da globalização das redes sociais.
Actualmente, ser cool passa por comunicar através das redes e marcar encontros através delas, para que a pessoa possa existir para o mundo. Não falamos apenas dos simples anónimos, que querem deixar de o ser, mas também das personalidades públicas do nosso mundo e mesmo do nosso país. Lembram-se das inúmeras vezes que o nosso Presidente da Republica comunica aos portugueses e até o nosso Governo? Antes aguardávamos pelos directos de Telejornal para ouvir o que as individualidades e respeitosos políticos tinham a comunicar aos portugueses, hoje vamos ao facebook para ver o que foi anunciado desta vez.
Por essa razão, os media tiveram de se actualizar e passar a anunciar os seus conteúdos nas redes sociais porque as notícias acontecem e têm de ser anunciadas a uma velocidade cada vez mais alucinante porque, actualmente, ganha que chega primeiro. Os programas de entretenimento passaram a ter as consultas pelo facebook e a opinião dos amigos e fãs passou a ser cada vez mais importante. O MSN passou de moda porque as redes passaram a ter chat. As manifestações e outros eventos passaram a comunicar-se nas redes sociais com resultados de massificação verdadeiramente impressionantes, como o 12 de Março, em Portugal, ou as revoltas no Mundo Árabe.
Não podemos esquecer que as empresas também entraram neste mundo para ficar e para demonstrar projecção, publicidade de forma fácil e gratuita e até mesmo para o recrutamento de colaboradores. A filosofia do «diz-me com quem andas e dir-te-ei quem és» está cada vez mais enraizada e cada vez mais fácil de controlar.
A vida passa cada vez mais pelo facebook e muitos daqueles que sempre se manifestaram contra acabam por experimentar e criar também as suas quintas e cidades, seduzidos que ficam com o mundo que se abre. Porém, ainda existem alguns resistentes, que se mantém redutíveis a aderir a esta forma de comunicação e criticam aqueles que dependem destas redes sociais.
Falo do Facebook porque das mintas dezenas de redes sociais é aquela que está a ter a maior projecção de momento e com um crescimento sem precedentes. Hi5 e Orkut foram passando de moda e foram perdendo a importância. A Google também não tem tido muito sucesso e para não ficar atrás está a desenvolver o Google+, de forma a tentar atingir um domínio muito apetecido por empresas que querem deter a atenção dos utilizadores.

Como em tudo o que se cria no mundo, não se pode cair no exagero da pura dependência das redes sociais. Publicar num mural que se vai à casa de banho ou tomar banho é o extremo que alguém pode atingir para expor a sua vida aos outros e chegar ao ponto de que nada de mais interessante existe na sua vida. Se através do facebook se podem lutar por causas legitimas para o bem da humanidade e de um país, também se podem criar sérios problemas como as revoltas, as destruições, a generalização e propagação do vandalismo, como as revoltas Londrinas. Com uma ferramenta como esta será sempre difícil que se criem limites à sua utilização e forma de propagação de informações, por muito que se criem normas de utilização e barreiras para a privacidade dos utilizadores.

As redes sociais têm uma tendência muito perigosa, tão elevada como a intenção de quem a utiliza e para os fins que a utiliza. Até quando e até onde podem ir os limites e propagação das Redes Sociais? É algo que não sabemos a resposta porque dia a dia há sempre mais novidades. Durante quanto tempo teremos o facebook nas «bocas do mundo»? Será imprevisível. Tudo depende da forma e do ritmo a que evolui o mundo actual e a globalização da vida pessoal.

Boas e más histórias continuarão a ser referências às redes sociais. Enquanto uns criticam a dependência de outros e enquanto escrevo este artigo, já se publicaram milhares de milhões de anotações, pensamentos nos murais. Neste instante muitos likes se fizeram e muitas vidas se desfizeram, assim como, muitas amizades se criaram ou reencontraram.

As redes sociais são um palmo de Terra que muitos desejam conquitar.

Manuel de Sousa
manuelsous@sapo.pt


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A notícia é da edição Online do Jornal de Notícias e só o título deixa-me com alguma perplexidade e sem ter capacidade de conseguir explicar porque razão uma pessoa com o carácter do Presidente Alberto João Jardim continua a ser presidente e continua a ter popularidade na Madeira para ganhar eleição a eleição. Serão os povos do Continente uns iluminados ou alucinados e o povo da Madeira um povo com olhos fechados, que se deixa ir nas belas cantorias deste político?
Gostava de ter uma resposta para a minha questão, mas não consigo.

Manuel de Sousa


manuelsous@sapo.pt

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O PESADO FARDO DE JOÃO JARDIM

por Manuel Joaquim Sousa, em 28.08.11
Num país em crise e recheado de problemas, estaremos prestes a ter mais um, o passívo da Madeira. Uma pesada herança que Alberto João Jardim irá deixar com todo o prazer, como sempre, para que sejam os portugueses do Continente a suportar. No fim de contas ainda são os políticos do Continente a ter de aguentar com as críticas inflamadas que este senhor tem por hábito utilizar nos seus discursos de campanha e em todas as oportunidades que a comunicação social lhe dá, para se exprimir livremente e com um carácter jocoso e ofensivo. Na hora do desespero, é o mesmo Continente que suporta todos os encargos com pena dos povos da Madeira, os que têm de aguentar com o seu líder, em parte porque desejam.

O passivo é elevado numa ilhas com 28 direcções gerais, 5 institutos, 33 empresas públicas e participadas por dinheiros públicos.
Até quando a Madeira será o fardo do Continente? Até quando teremos Alberto João Jardim na Presidência?

Esperemos que, como diz António José Seguro, o Governo seja claro e transperente nos acordos com a Madeira e não seja um mero "pau mandado" do senhor Jardim.

Manuel de Sousa

manuelsous@sapo.pt

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O furacão Irene está a chegar à costa Norte Americana e está a levantar grandes preocupações nas autoridades, a ponto de estar a decorrer uma das maiores operações de evacuação de milhares de pessoas das zonas mais vulneráveis.
A natureza está sempre a desafiar o Homem ao longo dos séculos, ao longo da sua permanência neste Palmo de Terra. Por vezes, acho que andamos numa luta constante com a Natureza e quanto mais a tentamos dominar, mais esta se manifesta de uma forma agressiva e violenta como se estivesse a tentar colocar o Homem no seu devido lugar, já que são tantos os exageros e os crimes ambientais que cometemos diáriamente e que mesmo assim não parecemos entender e não mudamos os nossos comportamentos de uma forma radical. Consideramo-nos donos de um Palmo de Terra, mas que apenas podemos habitar durante uma fracção de tempo.
Da mesma forma que o nosso organismo reage à invasão de um vírus através do seu sistema imutário, também o planeta reage à nossa acção viral, que é a constante contaminação da Terra. Um amigo meu fez-me pensar nesta teoria, que não é de todo descabida, mas que faz todo o sentido, tendo em conta que é a acção humana que desencadeia toda a série de fenómenos naturais violentos. Cada vez mais lutamos contra vírus e doenças cada vez mais fortes. A nossa luta pela sobrevivência na Terra atinge patamares cada vez maiores e os acordos de paz estão longe de serem alcansados, enquanto a nossa posição de domínio continuar a ser sobreposta a tudo o resto.
Estamos a comprar uma guerra muito cara. Já pensaram nisso?

 

Manuel de Sousa
manuelsous@sapo.pt

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O DIREITO À MANIFESTAÇÃO EM MADRID

por Manuel Joaquim Sousa, em 21.08.11

As imagens da actuação da polícia Madrilena sobre as pessoas que se manifestavam contra os dinheiros públicos utilizados na vinda do Papa Bento XVI são chocantes e dão a entender que se tratou de uma acção exagerada de violência gratuíta, quando essas pessoas não estavam a pôr em causa a ordem pública, mas apenas a manifestar uma opinião num país que se julga ser livre.

Como Católico sinto pena que as Jornadas Mundiais da Juventude sejam marcadas por estes incidentes desnecessários, pois o livre direito de uma manifestação religiosa, como é este acontecimento, não se pode sobrepor à liberdade de manifestação de quem está contra e tem legitimidade para o manifestar.
O dinheiro utilizado em toda a organização é muito sem dúvida. Não é barato fazer algo para receber mais de um milhão de peregrinos numa cidade e durante uma semana. Certamente que tudo isso deveria ser pensado quando se iniciou a organização deste evento e não agora que o mesmo está a ser realizado. Teriam-se arranjado alternativas para angariação de fundos, em vez de fundos públicos. Quem fica a ganhar são os comerciantes de Madrid com esta afluência de turistas, ou seja, há uma cidade que lucra com este evento. Há uma economia que se dinamiza, apesar disso não tirar a Espanha da crise.

Nunca uma viagem de um líder religioso ou político, seja ele qual for, será unanimemente aceite pelos povos que o recebem. Naturalmente que ateus, agnósticos e outras confissões, assim como opositores, serão os primeiros a erguer os seus protestos. Será sempre assim porque temos diversas forma de pensar. A todos resta saber respeitar as ideias de cada um sem receios e sem recurso à violência gratuita como foi o que aconteceu em Madrid.

Manuel de Sousa
manuelsous@sapo.pt 


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ACREDITAR NA VITÓRIA DE PORTUGAL NO MUNDIAL SUB20?

por Manuel Joaquim Sousa, em 20.08.11

Não sou um adepto do futebol, nem tão pouco treinador de banca porque acho que já há muitos, mas hoje, como português, desejo que Portugal ganhe. O sabor da vitória será sempre bom de comemorar e a aposta numa próxima geração futebolistica, pronta para lutar por amor à camisola, será algo importante de apoiar.
A equipa portuguesa não sofreu golos e é importante que continue a não sofrer, mas é importante que marque alguns para que a vitória seja lusa.
Em tempos de crise e frevor patriótico adormecido será um estímulo para acreditar que também temos capacidades de chegar bem longe, não apenas no futebol, mas que seja ao menos o futebol como desporto de massas essa alavanca que tanto necessitamos.

Manue de Sousa
manuelsous@sapo.pt  

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Havia um homem perdido nos confins do tempo e do espaço, num mundo completamente abstrato, onde apenas se visualizava sobre a sua cabeça um grande ponto de interrogação, que para si constituía uma grande dor de cabeça por ser pesado e algo encomodativo para transportar. O ponto de interrogação era tão grande quanto maior o número de interrogações e de dúvidas que se criavam na sua cabeça, sobre tudo e mais alguma coisa, sobre si e sobre o mundo, como se o mundo fosse alguma vez para ser decifrado.


A vida desse homem, como calculam, não era de todo fácil. Conviver com o ponto de interrogação era pior que... sei lá... uma pessoa estranha com a qual não trocamos qualquer tipo de comunicação, mas que anda sempre atrelada a nós. Não era fácil porque, por causa do seu ponto de interrogação, não conseguia caminhar direito e porque as outras pessoas olhavam para si de forma estranha e duvidosa e por isso lhe torciam o nariz inconscientemente só pelo facto de ver este homem, que mais parecia alguém perdido.


É certo que o homem era aluado, estranho, mas para quê torcermos o nariz só porque na sua vida tenha como companhia um ponto de interrogação? Não pode o homem questionar-se a si próprio sobre o mundo que o rodeia e sobre as pessoas? Não tem direito uma pessoa a sentir-se perdido ao longo da sua caminhada pela cidade com a esperança de que vai encontrar a solução para as suas questões? Pois, achamos que até pode, mas o julgamento que fazemos nem sempre é o melhor e pensamos nós que aquele é mais um tolo que faz parte da nossa sociedade. É de facto só mais um tolo porque nós também temos uma dose de tolisse porque também nós transportamos um ponto de interrogação sobre a cabeça ou mesmo às costas porque também nós temos a nossa crise de existência e queremos descobrir tudo o que acontece no mundo e saber porque nos acontece. Esquecemos que a mesma figura que este homem faz é a mesma que fazem todos os que deambulam pela rua, mesmo pensando que estão a seguir o rumo correcto. Uns terão o ponto de interrogação mais pequeno que outros, tudo depende das quantidade de questões que se colocam e da quantidade de respostas que pensam ter encontrado.
Certamente já tiveram a sensação de se sentirem com um enorme ponto de interrogação na cabeça e perdidos na rua por onde passam todos os dias. Não se preocupem, pois não são os únicos com essa sensação. Vejam quantos pontos de interrogação tem a rua por onde caminham e vejam que são tantos quanto o número de pessoas que caminham convosco. Agora imaginem na dimensão do ponto de interrogação de cada um.
Digam qualquer coisa.

Por: M. Brunner 


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AFONSO HENRIQUES, O HOMEM E O DEVER DE CADA PORTUGUÊS

por Manuel Joaquim Sousa, em 15.08.11




Portugal atravessa actualmente uma crise económica, uma crise de valores e uma crise de identidade. Precisa de encontrar um novo rumo e uma nova filosofia para que os seu designios possam ser cumpridos. Não podem os portugueses sentirem-se desanimados porque vivemos tempos dificeis. Antes pelo contrário, devem ter esperança que amanhã a vida poderá ser diferente, com outros horizontes e com outras expectativas. Para isso, é necessário trabalho, dedicação, originalidade, energia, vontade de vencer, vontade de inovar, tudo o que permita lutar contra a pacividade.

Já passamos por épocas dificeis, já perdemos a independência, as crises não são novidade, mas já fomos conquistadores, já partimos à descoberta e já fizemos grandes revoluções, das quais sempre fizeram do povo português um povo com prestígio.
D. Afonso Henriques deu início ao grande projecto que é Portugal, desde o pequenino Condado Portucalense. Hoje somos nós que temos de fazer cumprir o designio de transformar um grande país. Está na tuas mãos e nas minhas essa dura tarefa. 

Recomendo o Romance Histórico «Afonso Henriques, o Homem», de Cristina Torrão, para que se lembrem sempre deste homem que lutou por Portugal, mas que também terá tido a sua vida sentimental e amorosa como qualquer um, independentemente da condição de Rei.
Acedam a: http://www.esquilo.com/afonsohenriques.html e se puderem comprem um exemplar e inspirem-se na história.



Manuel de Sousa
manuelsous@sapo.pt




 

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O RESCALDO DE LONDRES

por Manuel Joaquim Sousa, em 14.08.11

Desde tempos da II Guerra Mundial que Londres não vivia uma situação tão caótica e tão complexa como na última semana, em que os motins transformaram esta cidade num palco de guerra.

Se no tempo da senhora Thatcher os confrontos foram entre a polícia e a comunidade negra, em 2011, os confrontos em nada podem implicar o multiculturalismo de Londres porque as revoltas foram provocadas pelos naturais e não por emigrantes. Os números demonstram a gravidade dos últimos dias, 5 mortos, 1500 presos, 114 milhões de Euros em prejuízos, acredita-se também por culpa da pacividade da polícia na gestão da situação e pouco eficaz nos meios e métodos utilizados para controlo dos revoltosos. A provar a ineficácia da polícia, apenas quando se anunciaram 16 mil efectivos nas ruas e a autorização para utilizar canhões de água e balas de borracha, os ânimos acalmaram e a ordem começou a existir nas ruas de Londres. Além disso, motins como estes desintegram-se ao fim de alguns dias porque não existia qualquer organização nos ataques e nos saques. Tudo não passou de algo desorganizado, em que uns fizeram por imitação de outros. Não existiu qualquer motivo ou renvidicação, apenas o prazer de destruir, saquear e roubar motivados pelas imagens e pela mobilização instantânea nas redes sociais e pelos Blackberrys.
Referi jovens porque os 1500 presos, até ao momento, têm idades compreendidas entre os 15 e os 24 anos. Jovens em época de férias e que acham cool pilhar o que foi construído pelos seus conterrâneos com o suor do trabalho. Jovens que não se preocupam em ser úteis ao seu país, mas ao que parece anceiam por oportunidades na sociedade. Como pode a sociedade aceitar e acreditar no seu futuro, quando deparada com este cenário, que não representa o melhor exemplo para um jovem? Jovens que apesar de não concordarem com o sistema social e político em que vivem, são meros parasitas que vivem dos apoios sociais do Estado, pagos por quem agora tem os seus bens pilhados. Como podem falar em falta de oportunidadess? Vale apena o Estado continuar a contribuir financeiramente? Contribuir e pagar para aumentar o espírito consumista destes jovens que foram roubar o que não lhes pertence, roubar pela segunda vez porque não chega roubar o Estado? Não estamos perante jovens que vivem na pobreza e que necessitam do básico ou então não vestiam roupas de marca e não utilizavam telefone de última geração, que usaram para fotografar e filmar as suas tristes figuras, incentivando os outros jovens a faze-lo. Não roubaram bens essenciais, mas bens futeis e caros.
Nestas alturas, vemos o pior das redes sociais e a forma como a liberdade passa a ser o pior inimigo da ordem e da lei e transforma um país num caos. Isto não é liberdade, é libertinagem e ditadura radical, de quem não conheceu a censura e o medo de se manifestar pelos verdadeiros direitos.

Culpa de quem? Do Estado que lhes paga para não serem úteis à sociedade. Os pais têm alguma responsabilidade? Falharam em alguma fase do processo educativo? Será culpa do sistema Educativo que não foi capaz de formar pessoas educadas, com cultura e com formas de pensar livres, mas coerentes? Não aceito que a responsabilidade seja da falta de oportunidades. Isso é desculpa falsa. O que fizeram estes jovens para terem acesso às ditas oportunidades?
Concordo com Miguel Sousa Tavares, no artigo do Expresso, quando lembra a quantidade de jovens de outros países que desejariam ter a oportunidade de crescer como estes que deambulam desordenadamente por Londres e quantos vivem condenados à miséria e a uma vida que convive minuto a minuto com a morte. Vale apena pensar nisto quando um jovem atirar uma pedra para destruir algo do seu país.

Manuel de Sousa
manuelsous@sapo.pt

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