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Por: Manuel de Sousa
manuelsous@vodafone.pt

Lula da Silva foi um grande presidente e isso é uma grande lição para outros países, que tentam o crescimento económico e o desenvolvimento sem que exista preocupação com um modelo social. O crescimento só é sustentável se existir preocupação com as sociedades.
Miguel Sousa Tavares escreve que a política no Brasil é difícil, é um facto, dada a dimensão do país e o sistema político bastante complexo quando comparado com Portugal. É certo que Lula teve de negociar com Deus e com o Diabo, mas, parece que foi uma excelente receita, com resultados que saltam à vista, apesar de não se conseguir, mesmo assim, agradar a gregos e a troianos. Porém, terá sido o único remédio para que existisse um rumo viável para o país, que vivia sob fortes dificuldades e atrasos elementares. Em Portugal, poderá ser necessário negociar à esquerda e à direita, sem excepção, se estiverem todos com a intenção de criar uma solução que tire o país foço imundo em que nos encontramos mergulhados.


É verdade que o Brasil tem tudo o que necessita para ser um país rico, aliás, já o é. Quando Deus distribuiu a semente, uma leve brisa levou-as para o lado de lá do Atlântico. Por cá ficou pouca coisa, mas, não significa que sejamos uns tristes condenados à pobreza. Se calhar, o Brasil não deveria ser independente, mas, manter-se como colónia Portuguesa para também podermos beneficiar dessa riqueza imensa que por lá existe. Porém, a nossa política de colonização não terá sido a melhor, em termos humanos, um passado que não trouxe grandes frutos e que não nos ilibam de responsabilidades. Por isso, nada de lamentar que a independência lhes tenha sido dada, em 1822.

Tendo o Brasil como comparação, podemos olhar para o nosso próprio umbigo de forma a descobrir os defeitos e procurar as soluções. Portugal é um país pobre? Não ou não deveria ser, ainda que não tenha algumas riquezas do velho irmão. Não podemos lamentar o que os outros têm e nós não temos. Temos é de fazer valer tudo o que temos para que se faça cumprir Portugal.
O nosso território é de facto pequeno, mas também somos menos milhões e isso torna mais fácil de administrar. Temos uma vasta costa para explorar as praias e uma grande zona económica que não se encontra a ser explorada devidamente. Foram distribuídos subsídios para abater embarcações e para o abandono da pesca. Temos serras, que representam um património natural riquíssimo para exploração turística, dentro de padrões sustentáveis para a preservação ambiental e das serras também se podem tirar grandes dividendos económicos. No entanto, está ao abandono e só nos lembramos no Verão, na época de fogos que as florestas existem porque se têm de atacar os incêndios florestais, o que é uma penosa factura ambiental e económica que anualmente se tem de pagar. Temos muitos terrenos para cultivo de alimentos, sobretudo os que mais necessitamos, de forma a deixarmos de importar o que podemos cultivar e passar a exportar o que outros países não podem ou não conseguem cultivar. Pena que muitos terrenos tenham ficado ao abandono por falta de gente no interior e porque em tempos se pagaram subsídios para que se deixasse de cultivar os campos. Não temos grandes rios para grandes barragens, petróleo ou metais preciosos em quantidade. Temos uma mão-de-obra para a industria, mas que não formamos de forma conveniente e agora se encontra desempregada porque os governos ajudaram empresas a instalarem-se e depois deixou que se deslocalizassem para outros países onde a mão-de-obra é mais barata, mas sem dúvida menos eficiente e com menos qualidade. Temos dificuldades em manter um tecido empresarial com capacidade de se lançar em novos negócios, de forma a absorver grande parte do desemprego e produzir para o consumo interno e para exportação porque a produção nacional é de qualidade. Temos tudo o que é necessário para melhorar e aumentar o sector do turismo. Somos um país muito centrado nos serviços, mas estes não são a solução de todos os males. Temos artistas, escritores e cantores; História, património histórico e uma vasta cultura, que, infelizmente, é desvalorizada e onde se investe o mínimo, quando a cultura pode ser um grande contributo para criação de riqueza material e imaterial, desde que bem rentabilizada. Existem países que se valem da cultura para crescer e desenvolver. Porque não podemos utilizar esse bom exemplo?

Lula chegou ao poder de um país com milhões de pobres e sem classe média. Para Miguel Sousa Tavares é mais fácil no Brasil se conseguir um crescimento porque lá não existia nada do que em Portugal onde que já existem infra-estruturas criadas. Partir do nada é mais fácil? Não sei até que ponto. Se muito do trabalho já se encontra efectuado, muito mais fácil seria crescer com a aplicação dos fundos, que em tempos recebemos, no desenvolvimento e a favor do tecido produtivo. É necessário fixar em Portugal os génios que saem das universidades para o exterior e contribuir que estes sejam um rosto de mudança do nosso país. Porém, os que cá ficam são os políticos que apenas apertam o cinto às classes mais desfavorecidas para que os lóbis e os «jobs for de boys» se mantenham à custa de um Estado obeso e em coma diabético.
Este país tem o que necessita para crescer. Para isso, tem de existir trabalho e é necessário recompensar justamente quem trabalha e combate os parasitas que servem para esmaga-nos com um Estado obeso.


Sou defensor de um Estado Social forte, tecido empresarial empreendedor e valorização por quem faz alguma coisa, pouco ou muito, mas que se preocupa com o rumo de Portugal.
O que fez de Lula um exemplo de governação, num país de virtudes e defeitos, foi a capacidade de pensar no Brasil de amanhã, do próximo ano e das próximas gerações. Nós, os lusos, na generalidade, pensamos no agora e o amanhã se verá depois. Para dirigir um país não é necessário uma licenciatura, é necessária uma visão do futuro e essa visão Lula da Silva tinha e era um operário.

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Fonte: SIC Online



Por: Manuel de Sousa
manuelsous@vodafone.pt

Se as sondagens forem reais, ainda que a sua amostra seja reduzida comparada com o universo de eleitores, estamos numa situação dramática em relação ao que parece ser a intenção de voto dos portugueses e na confiança que estes têm nos dois principais candidatos, dos partidos maioritários. A confiança em José Sócrates é baixa, mas a confiança em Pedro Passos Coelho não é a melhor, nem mais elevada, ainda que este não tenha beneficiado de um Estado de graça por nunca ter experiência ou responsabilidade governamental, penalizado pelas opiniões e contradições de que tem sido alvo ultimamente, e que em muito se assemelham às contradições de José Sócrates. As eleições demonstram que a bipolarização da política está gasta e que os portugueses pretendem dar outro rumo à governação.

Os partidos, que até aqui eram considerados minoritários, estão no rumo certo ao poderem ter resultados bastantes satisfatórios e ao serem chamados a intervirem mais nas decisões de governação. A acreditar que estes partidos sejam capazes de apresentar alternativas viáveis ao futuro do país, poderão ter a ascensão de que necessitam para fazer parte do elenco governativo.

A campanha ainda não começou, mas será algo renhido e acredito que esta proximidade dos partidos, sobretudo os do centro, possa geral alguma falta de civismo político em que toda e qualquer arma servirá para conquistar mais um voto. Era bom que isto não acontecesse.


 

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Fonte: SIC Online


Por: Manuel de Sousa
manuelsous@vodafone.pt

O Candidato pelo PSD, Pedro Passos Coelho, aparece em público com a sua esposa, para uma mensagem de Páscoa, mensagem dirigida aos portugueses e que está a ser difundida na sua página do Facebook.

Muitos, como eu, acharão que se trata de algo curioso, ainda que no seu livre direito de expressão e dentro do que é permitido a um candidato. Porém, esta mensagem da Páscoa que, habitualmente, está destinada ao Cardeal Patriarca ou às figuras de Estado, como o Presidente da Republica ou o Primeiro-Ministro, passou a estar reservada a um candidato ao Governo. Faz-me parecer que esta seja mais que uma atitude de campanha legislativa, e seja uma atitude de quem se ache de responsabilidades governativas e como se esta fosse a mensagem que os portugueses tanto necessitassem. A pose de Estado em diversas intervenções, faz-me parecer que Pedro Passos Coelho já se quer impor como Primeiro-Ministro e aos poucos quer-se achar como uma figura indispensável ao país ainda antes das eleições legislativas.

Ao que parece, pelas sondagens divulgadas recentemente, não é por aqui que Pedro Passos Coelho tem de intervir e não serão estas declarações que farão marcar a diferença em relação aos restantes partidos, se pretende subir nas sondagens. Haverá, muitos outros pontos onde o PSD tem de marcar a diferença. A ideia de uma comunicação tradicional ao país, demonstrando o seu conservadorismo familiar poderá não ser aceite de bom agrado por muitos eleitores.



 


 

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ESTARÁ A ESPANHA ALHEIA À CRISE PORTUGUESA?

por Manuel Joaquim Sousa, em 20.04.11

Por: Manuel de Sousa
manuelsous@vodafone.pt

Poderá a Espanha viver alheia à crise portuguesa, que, neste últimos dias, está a estudada com detalhe pelos senhores do FMI, que corresponderam ao pedido de ajudar efectuado pelo governo português?
Em Portugal acredita-se que a situação em Espanha está mais calma, pelo menos não se fala com tanta frequência, comparativamente a países como a Grécia ou a Irlanda, numa situação bem pior que a realidade portuguesa. Porém, temos conhecimento que a crise também existe no país de Nuestros hermanos, mas que não se assemelha ao estado da economia e finanças do lado lusitano.
O pacote de medidas aos Espanhóis já se encontra em prática e prevê-se que, por agora, possa resolver o problema actual das finanças públicas ao contrário dos sucessivos pacotes de medidas de austeridade que têm sido impostos a Portugal. Não há receita que chegue e penalizações suficientes para travar a dívida pública e o défice estrutural. A economia espanhola poderá crescer a um ritmo de 2% ao ano, mesmo em tempo de crise e medidas apertadas, embora esse crescimento não suba muito mais até 2017, a acreditar nos dados do FMI, que em relação a Espanha nunca foram muito fiáveis.
A situação mais preocupante será em relação à taxa de desemprego que assume valores mais preocupantes e que teima em não baixar. Sai caro ao país pelo consumo dos recursos do Estado Social. Quanto ao défice, o decréscimo da percentagem tem sido considerável, mas, duvida-se que em 2013 seja possível mantê-lo abaixo dos 3%. Nesta situação, ou o desemprego baixa e a economia sobe para contrariar o défice ou terão de ser impostas novas medidas de contenção orçamental. Este é, para já, o pior cenário possível, que comparado com a situação de falência de Portugal é de sentir inveja do vizinho que tem o trabalho de casa feito. Falta saber com que medidas exactas e se aceitáveis para o povo espanhol.
Por mais positivo que sejam as análises económicas e que tenham afastado a Espanha de uma possível ajuda externa, esse risco não pode ser desconsiderado, com a subida da taxa de juro da dívida pública que também se faz sentir, motivada pela intervenção das agências de rating.
Portugal está muito próximo geograficamente, mas também está próximo em termos económicos ou não seriam os dois países grandes parceiros em diversos sectores e a Espanha depende muito da nossa economia.
Oxalá não esteja a Espanha no mesmo caminho de Portugal, seria um mau pronuncio para a Europa e para o Euro.

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Por: Manuel de Sousa
manuelsous@vodafone.pt

Quando José Sócrates ganhou as eleições legislativas e iniciava o seu segundo mandato como primeiro-ministro, com maioria relativa, ouviram-se vozes e comentadores que vaticinaram o destino do Governo com eleições antecipadas no horizonte, ainda que não se soubesse exactamente qual o momento e em que circunstâncias, se por impossibilidade de aprovação de um Orçamento de Estado, se devido a algum PEC. O tempo passou e o cenário de eleições manteve-se de pé. O director do jornal Expresso, Ricardo Costa, continuamente anunciava que estávamos cada vez mais próximos da queda do Governo e que as eleições seriam lá para Junho de 2011. Assim aconteceu. O chumbo do PEC 4 foi a “gota de água” para a demissão do Primeiro- Ministro. A dissolução da Assembleia da Republica foi sempre discutida desde o rescaldo do das últimas Presidenciais.
O inevitável aconteceu, não sei se na devida altura, dado que vivemos numa crise económica e social bastante grave e em que Portugal vive numa trincheira, em que muitos vão sucumbindo aos ataques externos cada vez mais agressivos vindo da Europa, comandada pela senhora Merkel. Não sei até que ponto esta euforia para eleições antecipadas será positivo para o nosso país, numa altura em que as alternativas para constituição de governo são tão brandas e são tão incógnitas que Sócrates poderá ganhar novamente, já que, apesar de tanto desagrado e tantas manifestações, este continua num lugar considerado confortável nas sondagens. Caso assim aconteça, todas as medidas que este tomar por mais terríveis que possam ser, serão tomadas com toda a legitimidade e sem que a rua tenha direito de contestação. Será Pedro Passos Coelho uma alternativa credível, mediante as contradições e confusões a que os eleitores têm sido confrontados diariamente nas medidas e contra-medidas que devem ser apresentadas? A única possibilidade que vejo, neste momento, é o crescimento do BE, PCP ou CDS, que assistem e muito bem à chacina de Sócrates e à queima solitária de Passos Coelho.
Sou obrigado a concordar com Miguel Sousa Tavares, no seu artigo, de 2/4/2011, quando diz e cito “não se muda de comando debaixo de fogo, chamando um general que de guerra apenas conhece as manobras”.

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Por: Manuel de Sousa
manuelsous@vodafone.pt




Fonte: SICOnline

Fernando Nobre desencadeou uma polémica na política que veio acrescentar às já suficientes polémicas que se estão a desencadear, dia após dia, e que apenas têm provocado crises e inseguranças a este país ingovernável. Fernando Nobre tornou-se numa desilusão para muitas pessoas que viam nele um homem de exemplo, um exemplo de coerência no pensamento político e que estaria à margem dos políticos desacreditados, por si próprios, pelas suas acções e pelas suas palavras que apenas enganam o povo. Independência e rigor, sabedoria e trabalho, fizeram deste candidato presidencial um homem que poderia constituir uma imagem à margem dos partidos esgotados e uma lufada no ar carregado da política. Os resultados das presidenciais de 2011 são prova disso, quando 14,1% dos eleitores, cerca de 593,886 indivíduos, reviam-se nas ideias e consideravam-no como a pessoa ideal para a Presidência da República.
Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades e as ideias também mudam ao sabor destes tempos, ideias que, para Fernando Nobre, também mudaram ao alistar-se ao PSD, contrariando as suas afirmações na comunicação social, de que nunca apoiaria qualquer partido político para obter cargos políticos «Partido político nem pensar, nunca. Eu nunca aceitarei nenhum cargo partidário nem governativo» disse-o à SIC, numa entrevista a Mário Crespo. O que pensar destas palavras no dia de hoje? Que pensamento vai na cabeça daqueles que estão frustrados e que se sentem enganados?
Evito aqui apontar o dedo no sentido de tecer qualquer julgamento público à idoneidade de Fernando Nobre, respeito a sua decisão, tomada no seu direito e liberdade democrática. Porém, não deixo de mostrar o meu desagrado com a atitude e com a sua posição e indefinição política, assim como, o engano que se fez às pessoas que o elegeram e o apoiaram.
Este homem de cidadania tornou-se num político profissional, na procura do poder, seduzido pela proposta de um partido que se encontra na eminência de ganhar as próximas eleições. Da parte do PSD reconheço a inteligência da estratégia adoptada no sentido de captar um elevado número de eleitores que apoiaram Fernando Nobre. Já o próprio recém candidato por Lisboa, terá cometido uma má decisão, depois das intervenções públicas que fez para convencer o eleitorado da sua honestidade e liberdade partidária. Sabe o quanto constrangedoras são as críticas a si dirigidas na sua página do Faceboock a ponto de encerrar a página.
Esta é a política que temos e as alternativas que criamos, mas que depois são seduzidas por um poder muito maior que o poder do voto.


 

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Por: Manuel de Sousa
manuelsous@vodafone.pt

Dia 6 de Abril de 2011, será uma data que ficará na História de Portugal, como a data em que o Governo, de José Sócrates, pede ajuda para que seja efectuada uma intervenção externa no país, que vive mergulhado numa crise económica e financeira cada vez mais grave e sem solução à vista.
Ao final de sucessivas semanas e declarações de que não era necessário qualquer intervenção externa, veio dar o dito por não dito e reconhecer que essa ajuda é inevitável e é uma última alternativa que temos disponível para salvar o país. Apesar de, na sua declaração ao país contradizer tudo o que foi dito anteriormente pelo Governo, simplesmente responsabiliza a oposição como se esta fosse responsável pelo pedido de ajuda externa por não ter aprovado o PEC4. Não é compreensível que este executivo demissionário continue a desresponsabilizar-se das suas opções e das suas estratégias na condução do país nos últimos anos.
A necessidade de pagar a dívida pública que vence dentro em breve, a necessidade de injecção de fundos em diversas empresas públicas, tecnicamente falidas, a necessidade de baixar drasticamente o défice público, foram os motivos que inevitavelmente conduziram à decisão tomada hoje. Era inevitável por muito que se adiasse semana após semana.
Apesar dessa ajuda, é também certo que tenham de ser tomadas medidas de austeridade e que os afectados serão os mesmos de sempre.


Haveria necessidade de se chegar a este ponto? Não. Muito poderia ser feito enquanto era tempo, a começar pela gordura do Estado que não preocupou o executivo. A oposição apresentou propostas viáveis? Sim, não foram tidas em conta por não irem de encontro aos interesses de quem estava no poder.
É importante rever as obras públicas e a sua necessidade imediata ao país; evitar os desvios orçamentais das obras públicas; repensar, fundir e encerrar institutos públicos e fundações desnecessárias; repensar a constituição de empresas e organismos públicos onde poderiam existir cortes nas direcções, mordomias, subsídios e afins; cortar nas despesas desnecessárias como cartões de crédito, carros de alta cilindrada e ao serviço permanente de executivos e cargos de topo; cortar nas telecomunicações; cortes nos estudos e mais estudos que nunca surtem em efeitos, práticos; acabar com as Parcerias Público Privadas; cortar nos organismos do Governo tornando mais pequeno e sem tachos desnecessários; obrigar que as empresas como a CP, Refer sejam geridas com responsabilidade e com a responsabilização de que as descapitalizam; cortar subsídios atribuídos sem qualquer justificação ou aqueles que usufruem deles possam e devam desenvolver trabalhar onde o Estado mais precisar destes. São algumas das medidas que podem ser aplicadas no imediato e que levariam a um controlo das finanças públicas, mas ao mesmo tempo para as quais não há coragem de serem aplicadas e evitar os sacrifícios que vêm sendo exigidos aos que menos podem.
O Governo pede ajuda externa e José Sócrates apresenta-se com discurso de vitimização. É necessário falar verdade ao país seja o PS, sejam os restantes partidos de oposição e é necessário que a próxima campanha seja exemplar e realista. Os portugueses atingiram um ponto de exaustão, que poderá resultar numa explosão social da qual se desconhecem as consequências.

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