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BLOGUE DO MANEL

A vida tem muito para contar e partilhar com os demais. Esta é a minha rede social para partilhar histórias, momentos e pensamentos, a horas ou fora de horas, com e sem pés nem cabeça. Blogue de Manuel Pereira de Sousa

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A LEI DO RUÍDO E O SEXO

Manuel Pereira de Sousa, 01.09.12

Já se imaginou a ter vizinhança a bater-lhe à porta ou mesmo a polícia porque está a fazer barulho a mais durante a noite e em pleno ato sexual?
Pois… Deve ser um transtorno daqueles que ninguém imagina, ou pelo menos quase ninguém. Certamente que alguns dos que lêem esta crónica já ouviram os vizinhos em pleno ato, por muito bom isolamento que exista no apartamento, a não ser que os vizinhos vivam sós, não tenham hábitos sexuais ou sejam silenciosos (?).

                      
                                                                                    (Silêncio)

Estava a tentar perceber se aqui no meu prédio está tudo sossegado ou se existiam por aí alguns gemidos perdidos. Mas, posso dizer-vos que está tudo calmo.

A questão inicial está relacionada com uma notícia que li no Jornal “i” que passo a citar: Os britânios Jessica e Colin, de 34 e 45 anos, foram acusados pelos vizinhos por fazerem muito barulho durante o acto sexual.

Pelos vistos a polícia foi chamada ao local 20 vezes em quatro meses. Imaginem a sorte destes vizinhos, que em vez de seguir o exemplo do casal ficaram ruídos de inveja. Sim, isto deve ser mesmo inveja do pobre casal que se liberta e manifesta em comemoração pelos belos momentos que vivem juntos. E são 5 vezes por semana que estes praticam sexo, a ponto do homem acusar a mulher de ser insaciável. Pelo que dá a entender, a culpa de todo o barulho é da mulher, que por norma é quem mais decibéis liberta comparativamente aos homens que são mais controlados. É perfeitamente normal que após todos os alertas continuem a fazer barulho, já que nesses momentos a consciência ultrapassa qualquer limite - querem lá saber o que pensam os vizinhos.

Pelos vistos foi dada ordem para ficarem se sexo (já que o deles implica barulho) durante 72 horas, que não foram cumpridas – ao fim de 48 horas lá foi a polícia novamente ao local.

Se estivessem no lugar do casal o que fariam? Acatavam com a decisão?

Se estivessem no lugar dos vizinhos, qual a ação a tomar? Ficariam pacientes a ouvir e a desejar sorte igual?

Existem acontecimentos insólitos, mas que na realidade dão que pensar ou que gemer…

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