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Depois de alguns percalços no decurso da viagem e tentativas de aterragem frustradas, Curiosity aterrou finalmente em Marte, para desenvolver a sua missão por um período de dois anos – a acreditar na duração do seu contrato de trabalho.

Pode dizer-se que terá sido uma aterragem com sucesso e uma grande vitória para os cientistas que ansiavam por este acontecimento – desde 1960 foram lançadas 39 missões e 26 foram um fracasso total sem explicação. O sucesso desta expedição ainda está por explicar; talvez a crise e o desemprego estejam por detrás do sucesso, pois o Curiosity, o robô, estava no desemprego à uma série de meses e foi ameaçado com o corte da prestação social, caso não aceitasse a proposta do Governo dos EUA – fala-se num salário de dois mil milhões de Euros em dois anos, ou seja, um valor irrisório face à generalidade das profissões de risco.

A missão do Curiosity será investigar a possível existência de vida em Marte ou saber se este planeta já foi habitado, em tempos remotos, por Marciános de cor verde e com olhos grandes e pretos. Será um trabalho em tudo semelhante ao que algumas figuras recentemente públicas faziam nas Secretas Portuguesas. Toda a informação recolhida será enviada por SMS e por e-mail para o representante do Governo EUA, Miguel Relvas.

As fontes garantem que Miguel Relvas tem um cargo de relevo no Governo dos EUA, depois da distinção alcançada na Universidade e depois de toda a projeção que teve ao ver o seu nome espalhado em cartazes por alguns locais da Europa como França (no tour) e Reino Unido (Jogos Olímpicos).

A escolha deste robô foi unânime por parte da comunidade científica, após análise do vasto currículo e experiência profissional desempenhada ao longo da sua vida – o que lhe permitiu acumulação de créditos, para término da sua licenciatura em um ano.

A sua estatura física, de 3 metros de altura e 2,8 metros de largura, permitem resistir ao clima agreste e de seca extrema que se vive em Marte, assim como, defender-se de potenciais inimigos que possa encontrar durante a sua expedição. A comunidade científica escolheu a sua estatura para que possa caminhar, já que, por motivos orçamentais, não foi possível atribuir uma viatura de serviço – a única que existia pertence ao diretor-geral.

O Governo, na pessoa de Baraka Obama, elogiou o esforço e empenho de toda a equipa e da força e determinação com que Curiosity se disponibilizou a embarcar em tão patriótica missão, que servirá a humanidade.

Soubemos de fonte segura, e próxima do Governo, que esta missão permitirá saber se em Marte existem elementos da Al-Qaeda em campos de treino.

A missão terá início dentro em breve, pois o Curiosity terá de cumprir com rigor os horários que lhe foram impostos no contrato de trabalho forçosamente assinado.

Iremos acompanhar a expedição e traremos mais notícias aos nossos leitores assim que se justifique.

(Trata-se de um texto ficcional e satírico. Qualquer semelhança com a realidade é pura coincidência).

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1 comentário

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De Anónimo a 08.08.2012 às 16:30

estranhamente dei por mim a pensar \" a curiosity matou o gato\".
E francamente, p vários motivos veja os americanos (do norte) como felinos domesticados

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