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QUE RAIO DE VERÃO ESTRANHO

por Manuel Joaquim Sousa, em 03.07.14

Estou na dúvida se estamos no Outono ou no Verão - que ainda não deu ar de sua graça. Anda tudo com casacos e alguns até de botas. Os guarda-chuvas ainda têm de andar no carro ou nas bolsas - não sabemos bem o que nos espera. Os dias fazem caras bonitas e enfadonhas. O vento é frio e impróprio para o tempo. Que mau que está para uma ida à praia. Praia? Acho que este ano não muito a fazer para ida à praia. Será um Verão de peles brancas. Pouco morenas. Enfim... é isto que temos.... dizem que o clima está a mudar. De quem é a culpa? Que mal fizemos nós para merecer isto? A esplanada a ouvir os outros na maldita quinta é a única solução.

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JÁ CHEGAVA DE CHUVA!

por Manuel Joaquim Sousa, em 22.02.14
Este tempo chuvoso está a ser cansativo e muito maçador, já não há paciência para mais chuva. De manhã ainda parece existir um raio de sol, mas rapidamente é escondido por entre nuvens carregadas que nos sobrevoam deixando chuvadas fortes e prolongadas. As tempestades passaram a entrar na rotina dos nosso tempo.

Já chegava de chuva. O clima está a mudar e com ele chegam invernos rigorosos e verões excessivamente quentes - o clima vive de extremos - e as tempestades da América são cada vez mais propicias do lado de cá do Atlântico.

Temos de conviver cada vez mais com isso, assim como, existem hábitos a mudar porque estas variações do clima são muito provocadas pela ação do Homem sobre o mundo e os seus hábitos deveriam alterar radicalmente - dizem os especialistas.

Enquanto isso, os lamentos em relação à fúria do tempo são constante diária nas conversas - a roupa nunca mais seca, a minha casa está cheia de humidade, enfim, é isto que se ouve com a maior naturalidade.

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COGITARE II: ESCRITA: UM ACTO DE SEDUÇÃO E DE FÉ

por Manuel Joaquim Sousa, em 01.07.12

A escrita é uma forma de sedução do tempo, que teima em fugir e fazer que tudo passe tão depressa sem termos tempo de viver, sentir, abraçar, saborear.
Escrever permite que os pensamentos, os desejos, os sentimentos fiquem congelados para a eternidade, contornando as fortes limitações temporais em que vivemos. Além do mais, permite que os escreventes parem por momentos, para sentir o que realmente vai dentro de si.
A escrita é uma terapia para os escravizados do tempo repentino e em constante fuga para a rotina tenebrosa do dia-a-dia.
Por vezes, temos dificuldade em escrever uma única palavra onde quer que seja. Não podem escreventes e escritores permitir que isso aconteça em qualquer momento de suas vidas, para que a sua liberdade se mantenha e assim o que desejamos, pensamos e sentimos possa ficar registado para a eternidade.

O acto de escrever ajuda o Homem a ser eterno, como se escrever fosse um acto de fé. Na verdade é um acto de fé, que implica acreditar que se pode passar em palavras bonitas e deliciosas o que tantas vezes desejamos. Os escreventes procuram essa fé em cada frase e em cada palavra, enquanto que os escritores são os seres iluminados que dão aos outros pão que necessitam para a sobrevivência como seres pensantes.

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