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JÁ CHEGAVA DE CHUVA!

por Manuel Joaquim Sousa, em 22.02.14
Este tempo chuvoso está a ser cansativo e muito maçador, já não há paciência para mais chuva. De manhã ainda parece existir um raio de sol, mas rapidamente é escondido por entre nuvens carregadas que nos sobrevoam deixando chuvadas fortes e prolongadas. As tempestades passaram a entrar na rotina dos nosso tempo.

Já chegava de chuva. O clima está a mudar e com ele chegam invernos rigorosos e verões excessivamente quentes - o clima vive de extremos - e as tempestades da América são cada vez mais propicias do lado de cá do Atlântico.

Temos de conviver cada vez mais com isso, assim como, existem hábitos a mudar porque estas variações do clima são muito provocadas pela ação do Homem sobre o mundo e os seus hábitos deveriam alterar radicalmente - dizem os especialistas.

Enquanto isso, os lamentos em relação à fúria do tempo são constante diária nas conversas - a roupa nunca mais seca, a minha casa está cheia de humidade, enfim, é isto que se ouve com a maior naturalidade.

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DEPOIS DO SANDY VEM O TONY, O VALERIE E O WILLIAM

por Manuel Joaquim Sousa, em 30.10.12

Batizar furacões parece ser uma tarefa difícil e que ao longo dos anos nem sempre reuniu consenso. Bem, pelo menos os nomes que lhes têm sido atribuídos estão longe da sua capacidade destruidora – vejam o caso do furacão que tem sido notícia nos últimos dias, nos EUA e com passagem pelo Canadá, com o nome de Sandy. Sandy nome tão ternurento para a devastação que está a provocar na cidade que nunca dorme – Nova York.

A atribuição de nomes dos furacões tem um passado que remonta aos primórdios do séc. XIX, altura em que lhes eram atribuídos nomes de santos – que grande ofensa quando a santidade é uma virtude. Mais tarde, a latitude e a longitude de formação destes fenómenos passaram a ser um dos métodos, apesar de, mesmo assim, ser muito complicado. Em 1951, os EUA aprovaram a nomeação através de alfabeto fonético – que não teve muito êxito. O consenso chegou logo em 1953, os furacões passaram a ter nomes femininos e, em 1979, os furacões passaram a ter nome masculino – as furacões passaram a ser os furacões (devem ficar meios confusos).

Atualmente, é em Genebra, onde se situa a Organização Meteorológica Mundial, que se escolhem os nomes para os furacões, que vigoram no mundo inteiro. Existem duas tabelas, com seis listas cada tabela com nomes para os furacões – uma tabela para os que ocorrem o Atlântico e uma para os do Pacífico do Nordeste. A lista de nomes é rotativa, uma para cada ano, que se repete por ciclos de 6 anos.

No Atlântico, a seguir ao Sandy vem o Tony, o Valerie, o William e supostamente este ano não virá mais nenhum.

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