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COMO FICAR BRONZEADO SEM SOL?

por Manuel Joaquim Sousa, em 03.08.14

Pois que o verão está a pregar umas partidas aqui ao pessoal. Querem todos ir de férias, para apanhar banhos de sol. Sol? Onde está ele? Foi de férias? Também ele quer apanhar sol. Sol escondido e temperaturas amenas fazem as delícias de quem não gosta de calor.
Será que este verão as pessoas vão estar mais brancas que normal? Talvez. Mas pensem bem: para quê apanhar sol se as peles morenas ficam envelhecidas mais cedo? Eu gosto da brancura, que torna a pele mais jovem. Enfim. Digo isto porque não fico moreno nem por nada, a começar pela pouca paciência em estar deitado a torrar na toalha.

A propósito. Há um artigo no jornal Sol que refere dez alimentos que ajudam a ficar bronzeado, pela sua quantidade de betacaroteno. Sim. É esse senhor que pode fazer alguns milagres. Poderia haver em pó ou pomada para deitar sobre a pele e assim evitar que se tenha de comer grandes quantidades destes alimentos, por muito que goste deles.

Enfim, foi algo que me lembrei de partilhar enquanto lá fora chove como se fosse inverno.

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O Sol vai sofrer uma inversão dos seus pólos nos próximos três a quatro meses. Este é um acontecimento que ocorre a cada onze anos, altura em que o sol completa um ciclo solar. As consequências deste acontecimento propagam-se pelo Sistema Solar inteiro – mesmo até ao planeta Plutão – porque nesta altura as explosões e erupções solares são mais fortes e serão emitidos raios cósmicos mais fortes.
O planeta Terra será gravemente afectado com este acontecimento e isso terá implicações no imediato nas frequências de satélite e rádio. A ser assim, as comunicações terão quebras muito fortes e quando os nossos telefones deixarem de funcionar ou o facebook ficar com deficiências na actualização é porque está debaixo de mais um raio cósmico, que provocará uma forte instabilidade.

Estima-se que, nos EUA, o programa de espionagem terá alguns momentos de quebra no controlo de comunicações de voz e SMS, assim como há uma forte probabilidade que alguns e-mails escaparão ao lápis azul informático existente para sinalizar informação potencialmente sensível. Além disso, prevê-se que a Rússia durante estas quebras no sistema de espionagem consiga fazer trocas de informação sem que sejam detectadas pelos EUA.

Baraka Obama já fez uma declaração pública ao povo dos EUA para que fiquem descansados e não se sintam vulneráveis a qualquer tipo de ameaça terrorista porque tudo está a ser feito para que os efeitos dos raios cósmicos sejam minimizados.

 

Em Portugal estão a ser tomadas medidas de precaução para evitar danos de maior. Será decretado recolher obrigatório das praias, para que as pessoas não sejam atingidas pelos raios cósmicos e corram o risco de ficarem queimadas. No Governo, serão suspensos os briefings com os jornalistas de forma a evitar que as quebras de comunicação causem distorções nas notícias ou que as mesmas sejam adulteradas. Na Presidência da República estima-se que o Sr. Presidente apenas publicará opiniões no facebook nos intervalos das explosões cósmicas.

Ainda não se conhecem mais pormenores acerca das medidas que estão a ser ultimadas para evitar consequências graves. 

(qualquer semelhança com a realidade é pura coincidência). 

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HÁ VERÃO À VISTA?

por Manuel Joaquim Sousa, em 20.06.13

Ultimamente tenho alguma dificuldade em escolher o que vou vestir. Olho pela janela e vejo que está sol - um dia de Primavera em condições – e preparo-me em função dele. Porém, o tempo passa e o dia vai-se alterando e, num instante, o céu fica encoberto e a ameaçar chuva – só ameaça porque nem ela sabe se deve ou não cair.

Perante este tempo e todas as previsões que existem, valerá a pena acreditar que vamos ter um Verão que se aproveite? - eu gostaria de acreditar, mas tenho dificuldade. Dizem os estudos Meteorológicos que este será o Verão mais frio dos últimos 200 anos e aprovar temos os meu científicos, os meios mais populares e do senso comum e o Borda d’Água. Estão todos unidos nas previsões para um Verão atípico.

Segundo o Sr. Ministro das Finanças, Vítor Gaspar, há muito que apregoa que a crise é culpa do tempo, quando normalmente a justificação para tudo é a crise.

A Primavera que de prima não tem nada, pouco “ar de si” foi capaz de mostrar neste 2013 e o Verão está à vista. Talvez os mais velhos tenham razão quando dizem que: andam a deitar coisas lá para cima e depois isto cá em baixo fica tudo descontrolado.

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Está anunciado para hoje, pelas 19h15m, o anúncio de mais medidas de austeridade, pelo nosso Primeiro-Ministro.

Depois dos números da execução orçamental não serem os mais animadores – decréscimo na receita por via de impostos – para o cumprimento das metas do défice, soaram trombetas que uma nova subida de impostos estaria por aí – ainda que o Sr. Primeiro-Ministro terá dito que não seria desejável, não descartando essa hipótese.
É claro que, depois de ter levantado este senão durante a semana, já todos esperam e temem o que vem aí – uma nova subida na carga fiscal sobre os contribuintes (os mesmos que têm pago a crise durante todo este tempo). Nem mesmo os apelos da oposição e do interior do partido do Governo tem feito qualquer eco – já foram ultrapassados os limites da austeridade.

O anúncio foi escolhido para uma excelente altura – antes do jogo da Seleção no Luxemburgo –, talvez assim, este anúncio possa passar despercebido por entre o entusiasmo dos portugueses pelo futebol.

 Custa-me acreditar na retoma da economia esteja prevista para 2013 – como será possível com estes sucessivos estrangulamentos?

Aguardemos ao anúncio que se encontra no segredo dos deuses.

Público: Passos anuncia mais medidas de austeridade às 19h20

http://www.publico.pt/Economia/passos-1562130

Renascença: Passos anuncia novas medidas de austeridade ao final da tarde

TSF: Passos anuncia novas medidas de austeridade às 19h15

SOL: Passos anuncia novas medidas de austeridade esta tarde
 

 Blogue do Manel

 

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ANUNCIO DE TRABALHO PARA A VERA PEREIRA

por Manuel Joaquim Sousa, em 29.08.12

A Vera Pereira é a mulher do momento. Arrancada à força do anonimato (sem culpa alguma) vê o seu nome nos Meios de Comunicação Social, nas Redes Sociais e na Blogosfera. Neste momento, vê-se atarefada em tentar corresponder a todas as solicitações e a responder às questões para as quais, se calhar, não tem resposta. Culpa de quem? Do IEFP, os senhores do emprego e formação profissional que publicaram no site que oferta de emprego para educadora de infância só poderia ser aceite pela Vera Pereira.

Vera, todos os portugueses sabem para onde vai trabalhar e quanto vai ser o seu salário. Para cada canto que olhe, enquanto trabalha, terá alguém com ar inquisidor a verificar se está a realizar o seu trabalho com dedicação - mais que os possíveis candidatos ao emprego que ficaram "congelados" ao ver o anuncio de um emprego que já estava destinado a alguém.

No final de contas, a Vera respondeu ao anuncio? Se estiver alheia a tudo o que se passa e se esquecer de concorrer, haverá vaga para quem necessite de emprego? Se existir mais que uma Vera Nunes, qual será o outro critério especifico de selecção? 

Porque se coloca um anuncio de emprego quando já se sabe quem é o candidato a ser escolhido? É uma imposição legal que assim o determina?

Bem, podem crer que o nosso país é fantástico na criação de ideias estapafúrdias e que geram grandes insatisfações. O IEFP acendeu um daqueles fogos, que não haverá exércitos de bombeiros que lhe valha para acalmar os efeitos repentinos da indignação.

Eu gosto do meu país, mas há sempre acontecimentos que ainda me espantam...

 

 

Alguns locais de visita:

IEFP de Faro invoca 'legalidade' na indicação de uma trabalhadora para oferta de emprego - no SOL
Delegado do IEFP de Faro nega favorecimento em oferta de emprego - JN
http://sicnoticias.sapo.pt/economia/2012/08/28/centro-de-emprego-de-tavira-publica-anuncio-de-trabalho-com-o-nome-da-pessoa-a-admitir - SIC 

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UM PONTO FINAL NA HISTÓRIA DA MARGARIDA.

por Manuel Joaquim Sousa, em 27.08.12

A defesa da honra das mulheres, não só das gordinhas, foi o que pretendi com o meu artigo REESCREVO A CRÓNICA DE MARGARIDA REBELO PINTO E PERCEBO PORQUÊ A GORDINHA, aqui no blogue. Esperava eu que a minha singela opinião e forma de escrita fosse capaz de transmitir alguma indignação e pôr realmente os “pontos nos iis”.
Pelas reações recebidas, fiquei com a sensação de ter sido bem acolhido pelo público feminino e mesmo masculino (com igual direito de se indignarem). Por isso, considero que os objetivos foram alcançados – pena que a visada e criticada por muitos não vá ler este artigo (ou se o lesse ignoraria por completo).

Respondendo a quem já me questionou se era capaz de substituir a autora da crónica no semanário “Sol”: sim, seria capaz de fazer algo melhor ou pelo menos mais digno para homens e mulheres. Poderia até brincar, mas manter a dignidade que todos merecem.
Só que a sorte de escrever para um semanário não está ao meu alcance neste momento (acredito mais que me saia o Euromilhões) porque ninguém me conhece e não tenho livros publicados (independentemente da qualidade). Só com um movimento social é que o Sol contrataria este cidadão.

Se atacar Margarida Rebelo Pinto é fácil, banal como a escrita light e atrai audiência ao meu sítio, até é verdade; mas, o que me moveu foi a revolta que me fez teclar noite dentro, em vez de ficar a dormir um sono tranquilo. Não quero ser o moralista de serviço (para isso já temos a escritorazinha), apenas expressar uma opinião livre e revoltada. Foram milhares os que cá passaram em dois dias – coisa que nem imaginava (pensava que vinham cá meia dúzia).
A todos os que aqui escreveram e deixaram a sua opinião agradeço o tempo dedicado. Voltem sempre e sejam livres de aceitar ou repudiar as minhas opiniões.

Às gordinhas quero que continuem a ignorar as opiniões menores da outra que se acha boa (se forem magras para muitos homens perdem o interesse, mas isso são gostos). O que interessa é que sintam bem consigo próprias e com os outros. Procurem ser felizes. Se quiserem perder uns quilos não seja por causa da outra, mas por vontade própria (força) e com cabeça.

O ar deprimido e triste é da outra. Uma mulher pode ter beleza, forma, produção visual top e com isso encher o olho a qualquer homem (uma verdade). Porém, se por dentro for vazio, oco, uma câmara de ar (que ventania), deita por terra toda a sensualidade.

Mulheres, cuidem do interior e isso passa para fora – isso vos fará mais bonitas.

Homens, é melhor cuidarmo-nos porque elas vão arrasar.

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Há coisas do passado que quando são remexidas dão estragos dolorosos piores que nos momentos em que são lançados. Margarida Rebelo Pinto, em Setembro de 2010 publicou o artigo As gordinhas e as outras que parece ter passado despercebido ("sei lá" porquê), mas que agora o Semanário "SOL" decide republicar e eis que se instala uma revolta contra a escritora (deve ser a magricelas da crónica) um pouco por toda a internet - blogosfera e Redes Sociais não ficaram indiferentes.

Ao princípio não estava a perceber muito do que se estava a passar ao ouvir tanta revolta contra a escritora, até ter lido na integra o artigo. Qual o objectivo de o ter escrito?

Poderiam existir várias explicações para a situação:

- Necessidade de lançar a sua carreira de escritora de sucesso, para ganhar ainda mais leitores e não cair no esquecimento;

- Ataque a alguém que pertence a um grupo de amigos próximo;

- Desejo de ser a personagem da crónica, para ter a liberdade de "fazer chichi num beco do Bairro Alto".

Das três possíveis, acredito que as últimas duas encaixam-lhe perfeitamente - pela forma como escreve e espezinha aquelas que são as gordinhas do grupo. As gordinhas parecem tirar as atenções da magrinha, que passa despercebida, e com quem os outros não querem nada mais que curtir uma rapidinha sabe-se lá em que canto.

Ora bem. Homem que sou vou pôr os "pontos nos iis".
Espero que não me acusem de plágio, mas apeteceu-me pegar na crónica e reescreve-la com a minha visão. A rosa e itálico são as palavras de Margarida Rebelo Pinto a preto são da minha autoria. 

 

Serve esta crónica para retratar e comentar um certo elemento que existe frequentemente em grupos masculinos e que responde pelo nome genérico de ‘Gordinha’.

A Gordinha é aquela amigalhaça companheirona que desde o liceu cultivava o estilo maria-rapaz, era espertalhona e bem-disposta, cheia de energia e de ideias, sempre pronta para dizer asneiras e alinhar com a malta em programas. Ora acontece que a Gordinha é geralmente "rechonchudinha" e com muitas formas, tornando-se aos olhos masculinos algo até apetecível - não como a outra que só serve em noites longas regadas a mais de sete vodkas, nas quais o desespero comanda o sistema hormonal, transformando - a numa mulher sexy, mesmo que seja uma burra com belas unhas e um bronzeado falso, feito à última da hora.

A Gordinha é porreira, é fixe, é divertida, quer sempre ir a todo o lado e está sempre bem-disposta, portanto a Gordinha torna-se uma espécie de mulher do grupo que todos protegem, porque, no fundo, todos gostam do seu à-vontade e descompromisso com as críticas. E é assim que a Gordinha acaba por se tornar muito popular, até porque, não tem problemas em arranjar um namorado, que na maior parte dos casos, faz a outra - a meninas bela e bem comportadas - ficar roída de inveja. Mesmo tendo namorado está sempre muito disponível para os mais variados programas, nem que seja ir comer um bife à Portugália e depois ao cinema.

À partida, não tenho nada contra as Gordinhas, nem me irrita que haja quem considere que tenham um estatuto especial entre os homensque tanta inveja faz à outra. Às Gordinhas tudo é permitido como a qualquer outra: podem dizer palavrões, falar de sexo à mesa, apanhar grandes bebedeiras e consumir outras substâncias igualmente propícias a estados de euforia, podem inclusive fazer chichi de pernas abertas num beco do Bairro Alto sem que ninguém veja; pois são práticas, descomprometidas para as criticas da outra e não por uma questão de graça. Quanto a isso, só a outra é que acha razão para condenar.

A outra acha que se uma miúda gira faz alguma dessas coisas surge logo um inquisidor de serviço a apontar o dedo para lhe chamar leviana, ordinária, desavergonhada e até mesmo porca. A outra acha que não tem direito a esse tipo de comportamentos porque não é one of the guys: acha-se uma mulher mais do que todas e, consequentemente, deve comportar-se como tal. E o que mais irrita é quando as Gordinhas apontam também elas o dedo às giras, quando estas se tentam comportar de forma semelhante porque o sonho da gira é ser como a gordinha.

Ser gira dá trabalho e requer alguma diplomacia, muita base, muito bronzeado, muita pintura, para esconder que na realidade é feia e não tem nada que se coma. É por isso que as suas amigas mais bonitas e boazonas que foram vendo a sua reputação ser sistematicamente denegrida por dois tipos de pessoas: os tipos que nunca as quiseram levar para a cama e as gordas que são desejadas em ser levadas para a cama. Uma mulher gira não pode falar alto nem dizer palavrões que lhe caem logo em cima porque o dizem de forma artificial encenada, repetida e ofensiva. Já uma Gordinha pode dizer e fazer tudo o que lhe passar pela cabeça, porque o sabe dizer com classe naturalidade, com graça e não por ter conquistado um inexplicável estatuto de impunidade.

Porquê? Porque não é vista como uma mulher, mas como um MULHER? Porque todos gostam dela? E, já agora, porque é que quando uma mulher está/é gorda nunca ninguém lhe diz, mas quando está/é magra, ninguém se coíbe de comentar: «Estás tão magra!?» porque gostam dela como ela é.


Espero que seja restituída a dignidade da gordinha sob a pseudo-inteligência da civilizada Margarida Rebelo Pinto. A sua crónica tem um outro lado escondido, que é a inveja de ser como uma gordinha.

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A ALEGORIA DA PRAIA

por Manuel Joaquim Sousa, em 06.08.11

Vamos à praia! Mas, o Verão tem sido um fiasco neste início de mês de Agosto, com a chuva a fazer constantes visitas e o sol tímido ressentido da crise como se não pudesse ir à praia porque também está sem dinheiro para a viagem e para a estadia, que lá pelos lados do Algarve não é muito barata nesta altura e, por isso, seja obrigado a encurtar as férias, ou seja, menos sol que o habitual. Os portugueses também parecem estar a contar com a crise e estão solidários com a timidez deste sol. Porém, português cumpre a sua ida à praia como em outros tempos, para descansar de uns meses depressivos em que está obrigado a pensar no pior que está para vir. Como de costume, as filas rumo ao Algarve cumprem a velha tradição e não fogem às notícias do dia.
Não sou critico quanto a isso, nem tão pouco um velho do Restelo que ao ver os outros partir lamenta que tenham perdido a sanidade e estejam a condenar o futuro do país. Antes pelo contrário, prefiro incentivar as férias porque quem trabalha o ano inteiro é merecedor de um tempo de descanso, de preferência lá fora cá dentro. O nosso país vive do turismo, este é um motor que tem de ser explorado para o mercado interno e também para o mercado externo, dado que este pode ser um forte motor de dinamização da economia nacional, desde que explorado convenientemente porque dele dependem muitos postos de trabalho, de pessoas que vivem e sobrevivem do que o turismo lhes dá.
Compreendo que assim seja porque também eu cresci e trabalhei numa terra onde o turismo é um "ganha-pão" para se sobreviver no Inverno, numa terra que não tem outra forma de subsistir. Nestes tempos de crise também essas gentes sentem na pele as dificuldades e sentem muito a falta de quem quer passar umas boas férias num local calmo e agradável como é o Gerês.
Fazer o turismo como motor da economia deve ajudar ao despertar do sol em mês de Agosto, tempo que este deve estar no seu melhor.

Manuel de Sousa
manuelsous@sapo.pt

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