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A VELHA MÁQUINA DE ESCREVER VOLTOU

por Manuel Joaquim Sousa, em 24.10.14

Nova máquina de escrever mistura nostalgia e tecnologia moderna - é o título de uma notícia no Diário Digital. Excelente notícia para alguns maníacos como eu que adoro andar por aí a escrever - escrever com canetas de tinta permanente e variados bicos. Estou condenado a gostar de coisas clássicas como aquelas velhas máquinas de escrever - fico sempre a admirar umas quantas naquelas feiras de velharias. Porém, a modernidade e a necessidade em escrever para a rede, fazem-me pensar sobre a utilidade prática no dia-a-dia. Pelos vistos vai ser possível escrever com a velha batida, mas sem ter que passar tudo a limpo no computador - até guardar as memórias na nuvem. Fantástico. Preços? Ainda não há. Fico ansioso e na expectativa, mesmo que me digam que pesa dois quilos.

É cada vez mais complicado escrever com o acesso à internet, como atualmente, porque mais facilmente me distraio com tudo o que anda pela rede. A tentação de ir a um site ver qualquer coisa antes de escrever é muito forte.

É uma mania de tolos - eu sei. Mas não serei o único...

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O FACEBOOK TRANSFORMOU AS AMIZADES

por Manuel Joaquim Sousa, em 05.02.14

O artigo publicado no Público, com o título:  O antes e o depois do Facebook, da autoria de Vítor Belanciano, faz uma ponte sobre o que eram os nossos hábitos antes e depois desta rede social - realmente muita coisa mudou, a perspectiva do mundo passou a ser mais global. Leiam este artigo que vale bem o tempo que lhe dedicam. 

A par deste artigo lembro-me de ter lido, também no Facebook, há muito tempo, uma banda desenhada de um velório onde apenas estavam duas pessoas amigas do morto. O curto diálogo: 
- Só estamos cá nós. 
- Mas tinha muitos amigos no Facebook. 
 
O conceito de amizade foi mudando com as redes sociais, se antes tínhamos um grupo restrito de amigos com quem trocávamos as nossas confidências e as peripécias do nosso dia-a-dia, hoje temos uma quantidade de amigos, quase sem conta a quem lhes contamos as mesmas coisas - a diferença está no conceito de restrito, que passou a ser de uma meia dúzia para algumas dezenas, centenas e em alguns casos milhares. A amizade parece ter-se tornado em algo global e genérico acessível a qualquer pessoa que nem sequer conhecemos muito bem, mas é conhecido do amigo do amigo do nosso amigo. A amizade tornou-se numa partilha global e acabamos por sermos todos amigos uns dos outros com conversas e diálogos tendencialmente públicos. Começo a achar que o público e o privado, o global e o restrito é algo tão subjetivo, que nem eu sei definir e enquadrar numa lógica. 
É certo que a privacidade pode ser sempre mantida, para nosso bem, mas até o conceito de privacidade mudou completamente. 
Antigamente dizia-se que se tinha poucos amigos, mas bons, agora quantos mais no Facebook mais conhecimentos e contatos temos, a ponto de conseguirmos quase chegar ou mesmo chegar aos que consideramos como nossos ídolos - os ídolos passaram a ser aquele amigo do Facebook que tem cada vez mais fãs. 

Além disso, temos os nossos pais a criar os seus perfis no Facebook e a fazerem-se nossos amigos para saberem com quem andamos nós - hoje os amigos secretos deixaram de existir... 
 
Se em relação à amizade muita coisa mudou, em relação à inimizade e às guerrinhas também se existiram mudanças; longe vão os tempos em que os acertos de contas se marcavam para o fim das aulas, no recreio ou no portão e que a mensagem passava de boca em boca, para toda a miudagem correr à hora marcada para o sítio combinado - aí uns bons socos serviam para resolver tudo e se tinha assunto para os dias seguintes. Hoje com o Facebook as guerras são em palavras,likes, em comentários sobre comentários numa linguagem quase em código, mas que se tem tornado universal e de pouca dignidade - onde antes uns eram espetadores, hoje todos querem meter colherada, o que era de uma escola e de um grupo, passou a ser a discussão global. 
 
Muita coisa mudou nas amizades e inimizades - nisso o Facebook foi revolucionário.

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O FIM DO FACEBOOK?

por Manuel Joaquim Sousa, em 15.06.12

O blogue blatitudes avança com um artigo muito interessante sobre o fim do Facebook.
O que vos significa o fim da maior e mais importante rede social do mundo?
Se o facebook acabar o que lhe sucederá?

São questões pertinentes quando estamos perante um fenómeno que reúne milhões de pessoas no mundo da Internet - se calhar o motivo para muitas pessoas acederem à rede. Conheço pessoas que não sabiam navegar em páginas da internet, pesquisar no simples Google ou Sapo, mas tinham uma conta no facebook (em que solicitavam aos amigos para actualizarem).

 

Porém, o mesmo estudo indica que esse fim poderá ser no prazo máximo de 5 anos - o que para quem está na rede é uma longevidade considerável. Até que isso aconteça, algo de novo terá de ser inventado, que faça as pessoas alterarem os seus hábitos e que capte a sua atenção. Concluindo, tudo isto ainda é uma mera hipótese, que poderá não passar disso. O facebook foi rejuvenescendo ao longo dos tempos, para se conseguir massificar na rede e adaptar-se a novas plataformas (pc, tablets e telefone) e ainda poderá dar um novo salto de evolução que contrarie todos os estudos.


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