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ACABEI A MINHA LICENCIATURA

por Manuel Joaquim Sousa, em 03.09.12

É com todo o gosto que vos tenho a comunicar que terminei a minha licenciatura. Estou pronto a ingressar o mercado de trabalho – com um pouco de sorte, terei um anúncio no IEFP em que dirá só para me admitir a mim.

O curso que tirei foi com muito esforço e não foi com o recurso a créditos como o Sr.. Ministro José Relvas. Eu tirei um curso para me dedicar aos “Jobs for the Boys” (para substituir o inglês técnico que não é nada bom) – frequentei a Universidade de Verão.

Sabem o que é? Não carece de explicação. Já imagino que se estão a questionar se frequentei a do PSD ou do PS. Ok, eu respondo: frequentei as duas. Assim considero-me mais habilitado para qualquer das situações com que me depare no futuro. Com a crise que está há que investir nos estudos ou estamos tramados.

Considerei que se tratou de um curso com forte exigência e que está só ao alcance dos melhores, dos mais inteligentes e dos mais espertos. Estudei com afinco todas as matérias – posso afirmar que estou merecidamente habilitado à minha nova profissão.

Recomendo vivamente a quem vive numa situação de desemprego ou de emprego precário a investir nesta área, nos cursos da Universidade de Verão (se precisarem de uma ajudinha podem contar comigo – temos de ser uns para os outros), para ver se consegue mudar o percurso profissional sem ter que sair do país.
Pensem nesta oportunidade.

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Fonte: SIC Online



Por: Manuel de Sousa
manuelsous@vodafone.pt

Se as sondagens forem reais, ainda que a sua amostra seja reduzida comparada com o universo de eleitores, estamos numa situação dramática em relação ao que parece ser a intenção de voto dos portugueses e na confiança que estes têm nos dois principais candidatos, dos partidos maioritários. A confiança em José Sócrates é baixa, mas a confiança em Pedro Passos Coelho não é a melhor, nem mais elevada, ainda que este não tenha beneficiado de um Estado de graça por nunca ter experiência ou responsabilidade governamental, penalizado pelas opiniões e contradições de que tem sido alvo ultimamente, e que em muito se assemelham às contradições de José Sócrates. As eleições demonstram que a bipolarização da política está gasta e que os portugueses pretendem dar outro rumo à governação.

Os partidos, que até aqui eram considerados minoritários, estão no rumo certo ao poderem ter resultados bastantes satisfatórios e ao serem chamados a intervirem mais nas decisões de governação. A acreditar que estes partidos sejam capazes de apresentar alternativas viáveis ao futuro do país, poderão ter a ascensão de que necessitam para fazer parte do elenco governativo.

A campanha ainda não começou, mas será algo renhido e acredito que esta proximidade dos partidos, sobretudo os do centro, possa geral alguma falta de civismo político em que toda e qualquer arma servirá para conquistar mais um voto. Era bom que isto não acontecesse.


 

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