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O FIM DO MUNDO NÃO ACABOU NO PRÓXIMO DIA 21

por Manuel Joaquim Sousa, em 20.12.12

Porque ultimamente se fala muito do fim do mundo, roda pela Internet um vídeo, produzido pela NASA, que explica a razão pela qual o mundo não acabou no próximo dia 21 de Dezembro. Este deveria ser visto apenas no dia 22, mas foi antecipado (se calhar, para aqueles que acreditam no fim do mundo vejam e se convençam do contrário).
Não existirá explosões solares porque o Sol mantem a sua atividade normal. O calendário Maia tinha um limite de contagem e que reinicia – o que acontece com contadores de tempo ou cronómetros.


                                                                                                          (fonte: Youtube)

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A CARTA DO PAI NATAL

por Manuel Joaquim Sousa, em 13.12.12

Eu sou o Pai Natal. Este velho que todos os anos, por altura do Natal, anda pelo mundo a distribuir os presentes às criancinhas.
Este ano recebi muitas cartas, como sempre, com tantos pedidos que já nem sei muito bem como satisfazer a todos e com tantos pormenores tantas exigências. Eu gosto de satisfazer ao máximo as crianças que se portam bem durante todo o ano, que são muitas, mas que fazem muitos pedidos e que complica toda a logística de transporte. As crianças portuguesas são as mais piegas porque os pais também são piegas (o primeiro-ministro de Portugal tem razão). Às vezes, parece que são os pais que pedem aos filhos para escrever aquelas coisas ou são mesmos eles que escrevem, já que não têm dinheiro para comprar. Tenho de ser sempre eu a dar tudo às crianças; os pais deixam os brinquedos nas prateleiras das grandes superfícies porque acham que são caros. Já nem as campanhas, promoções e outros descontos estão a surtir resultados nas vendas. Sou eu que recebo as reclamações das cadeias de distribuição pela baixa das vendas de brinquedos, sem que eu tenha culpa. Se não levo, os pais zangam-se mais que as crianças.
Todos os anos produzo grandes quantidades de brinquedos, como devem calcular, mas não posso ter em stock porque os pais só nos enviam os pedidos dos filhos com poucos dias de antecedência e torna-se cada vez mais difícil satisfazer esses pedidos em tão pouco tempo. Os pais portugueses são os que se guardam mais para o final (acho que deve ser genético). Pior, não compreendem que se torna difícil e querem que se fabrique de um dia para o outro.
Cada vez mais complicada é esta logística de entrega das prendas. Sempre a correr num grande stress para conseguir chegar a todas as casas. As aldeias agora já não têm crianças, de forma que só faço distribuição nas cidades, as verbas para ir á aldeias foram cortadas. As minhas renas têm andado dentro do limite de velocidade, mesmo no ar, porque a polícia anda sempre à espreita para ver se passa uma multa ao Pai Natal. Além disso, sou obrigado a viajar por zonas de estradas nacionais porque foram criados pórticos no ar para se taxar portagens. Toda esta situação está a atrasar o meu trabalho e acabo, muitas vezes, de distribuir os presentes já de manhã. Consequência: as renas estão muito cansadas, eu fico roto por completo e os meus duendes estão mais mortos que vivos. Sou obrigado a pagamento de horas extras porque não é possível satisfazer todos os pedidos dentro do horário normal de trabalho para o meu pessoal. Coitados dos meus funcionários, não quero que lhes falte nada porque são eles que me valem nesta hora de aflição de tanto trabalho (nem quero imaginar que seria de mim se estes fizessem greve às horas extraordinárias).
Vivo com algumas dificuldades porque grande parte do pessoal é despedido no final do Natal; não tenho mais trabalho durante o ano, a não ser as devoluções e reclamações que os pais se lembram de fazer de algum brinquedo que não esteja a funcionar no seu melhor (pieguisses). Por causa do Ministro das Finanças, até sou obrigado a passar fatura pelos brinquedos que ofereço, para deduzirem em IRS ou para a devolução.

Como veem, a minha vida não está muito facilitada, a crise também me afeta seriamente. Já me sinto velho para estas andanças e não consigo arranjar uma reforma por causa do aumento da idade da reforma e porque como reformado nem dá para sobreviver. Além disso, não há quem queira seguir a minha profissão. Foi colocado um anúncio no IEFP, mas os candidatos não se querem assujeitar a ganhar 83 Cêntimos com subsídio de alimentação e deslocações. A profissão de Pai Natal está nas ruas da amargura e já não é valorizada. Ninguém valoriza o trabalho deste velho que só quer fazer o bem às crianças.
Bem, são horas de ler mais umas cartas e fazer as encomendas aos duendes, para mais um Natal de sacrifício, mas para que as crianças sejam felizes.

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A DESPEDIDA PARA QUEM ACREDITAR NO FIM DO MUNDO

por Manuel Joaquim Sousa, em 04.12.12

Amigos,

Escrevo estas palavras de despedida (a esta hora estão a questionar porquê) porque em breve tudo estará acabado. Sabem bem que o fim do mundo está próximo e que daqui a uns dias nada restará de nós.
Sabem bem que o dia 21 de dezembro é o último dia do calendário Maia, o que significa que a nossa caminhada termina por aí. A caminhada da Humanidade que ao longo de milhares e milhares de anos povoou a Terra e nela fez grandes feitos e coisas horrendas, que perduraram no tempo durante toda a nossa existência.
Já não vamos a tempo de mudar o que de mal fizemos enquanto cá estivemos, apenas podemos pedir perdão a quem está próximo por todo o mal e esperar que esse perdão seja aceite, para acabarmos de bem com a consciência.
Nada mudará o passado, mas ainda podemos mudar o presente e mudar o futuro dos poucos dias que nos restam. Poderemos fazer com que, até ao último suspiro, muitas pessoas possam sorrir ou ser felizes e assim partirem felizes.

A NASA recentemente pretendeu desmentir que o fim do mundo está próximo (como se fosse capaz de o travar) e que as previsões não se irão confirmar. Nenhum planeta chocará com o nosso e mesmo que se alinhassem nada aconteceria à Terra de anormal. Como é possível que se acredite nesta teoria?

Não sobrará ninguém sobre a terra que possa contar ou escrever o que sucedeu como aconteceu com a criação do mundo.
Não haverá um Adão e Eva e um jardim do Éden. Não haverá a árvore da maçã, nem tão pouco a serpente. A dizimação será total.

Lembram-se dos velhinhos que diziam que no fim do mundo tudo se iria ver? Tantas vezes nos alertaram. Esses estavam certos. No fim do mundo todos estariam loucos e estamos.

Aproveitem para gozar o pouco tempo que ainda nos resta, mas eu ainda quero cá continuar para escrever a história.

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(Hoje tenho andado com a cabeça na lua - culpa dos jornais e de uma amiga.)

Neil Armstrong faleceu ao 82 anos, devido a várias complicações resultantes de intervenções cirúrgicas, para resolver problemas de bloqueios nas artérias coronárias. Morreu assim o primeiro homem a pisar a Lua, integrado com mais três astronautas na missão Apollo 11. Estávamos a 20 de Julho de 1969.


No momento em que Armstrong desceu da Apollo 11 e pisou a Lua disse: «Um pequeno passo para o Homem, um salto gigante para a Humanidade». No planeta Terra, no tempo em que as emissões eram a preto e branco e com qualidade de imagem muito aquém da qualidade, milhões de pessoas ficaram acordadas a acompanhar a emissão especial. Também o Portugal dos tempos da ditadura teve a oportunidade de ver esta maravilha do século através da RTP.

 

Tempos passaram e os nossos pais e avós viveram encantados neste acontecimento (bem, acho que os avós não ficaram convencidos ou não gostaram porque estão sempre a dizer que: desde que o homem foi à Lua e andaram a meter as coisas lá para cima, o tempo nunca mais ficou direito!) e ainda hoje se lembram, com saudade, de quando estiveram frente à televisão do café (porque em casa poucos tinham) colados na emissão. Porém, as gerações mais jovens parecem não estar convencidas e: há quem acredite que tudo não passou de uma invenção.

O homem na lua. Verdade ou ficção?
Eu fico um bocado baralhado com as histórias que se contam e com os argumentos de cada uma das partes. Mas, será que tudo não foi mais que uma invenção teatral?

Digamos que no tempo da Guerra Fria tudo poderia ser possível para que os EUA - Capitalista - e a URSS - Socialista - estivessem um passo à frente do desenvolvimento tecnológico espacial – digamos que uma luta pelo domínio do global, que inicia com a Laica enviada pelos Comunistas.

Teóricos acreditam que aquela imagem da pegada de Armstrong era nada mais que a sua pegada na zona 51, em Las Vegas; assim como, se pensa que tudo terá sido criado num estúdio de televisão com um fundo negro e com ausência de estrelas (ou que brilhavam pouco para um local sem atmosfera); estranho que existam sombras do homem e da bandeira projetadas para lados opostos, por origens de luz de diferentes pontos (mas na lua a única luz seria do sol); mais estranho ver uma bandeira a esvoaçar quando na Lua não há vento; também se pensa que a forma de andar pela superfície lunar não era a correta – era semelhante ao andar na superfície da Terra; além de que, com uns fatos volumosos e com luvas seria muito difícil tirar fotografias como aquelas que nos chegam; impossível que as fotografias, através dos filmes, tenham chegado sem qualquer defeito (impossível por causa da exposição a radiações); estranho, dizem, é o facto da nave ter aterrado sem que tenha aberto qualquer cratera com a pressão dos foguetes usados para a alunagem.
Será que tudo isto é credível? Há quem explique que tudo seria um cenário real na Lua e de que as lacunas têm uma explicação cientifica por testes efetuados na Terra e com a mais alta tecnologia.

Se o domínio do global e difícil era o que Kennedy tanto queria atingir com este projeto, o que trouxe ele de novo para a Humanidade nos anos que se sucederam? Qual a razão para hoje a Lua deixar de ser atrativa em relação a 1969? Porque na realidade nunca aconteceu?

Se na realidade a NASA e os EUA esconderam este embuste, como foi possível, quando neste projeto trabalharam mais de 400 mil pessoas?

 

Será mesmo verdade que os astronautas não embarcaram na Apollo, tendo subido por um lado e descido por outro?


Será que os meios existentes na altura eram suficientes e seguros para a expedição espacial, sendo expostos a radiações extremas e às explosões solares? Acredita-se que não.

Seria possível inventar e construir todas as amostras de rochas, que hoje são objeto de análise e com provas de que não são da superfície terrestre?

Tendo a URSS equipamentos para escutar as missões da Apollo 11, ficariam calados se tudo isto se tratasse de um embuste, em vez de reconhecerem publicamente que os EUA conseguiram realmente estar na vanguarda do avanço espacial?

Acordar as pessoas que acompanharam com atenção a emissão espacial à lua com tais teorias de conspiração é provocar a revolta de uma noite que poderia ser bem dormida. Mas, a emoção que as pessoas conservam do momento e guardam da memória jamais vai acabar com a realização do sonho do Homem em querer conhecer e estudar um mundo fora de portas.

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