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QUEM SÃO ESTES POLÍTICOS TECNOCRATAS?

por Manuel Joaquim Sousa, em 21.04.13

Dizem os jornais que existiu por aí uma renovação governamental - pelo menos Miguel Relvas já "abalou" e seguiu de férias para fora do país (se calhar emigrou). Os portugueses pouco devem ter reparado nos efeitos dessa governação e que mudanças poderão trazer para o executivo e para a política nacional. Renovação de fundo, para que exista um rumo ao contrário não existiu e esta foi uma míni manobra que não terá deixado o partido da coligação muito satisfeito.

Este é um governo de tecnocratas e poucos políticos, mas ao que parece as acções tecnocratas não têm resolvido os problemas do nosso país, antes a agravar. Esperava-se que a nível da economia existissem alterações de fundo porque nos últimos anos apenas existiram políticas financeiras e pouco ou nada de políticas económicas, para além de equipas de charme em visitas presidenciais ao exterior (pena que nem todas as empresas possam exportar).

O Governo pede à Caixa Geral de Depósitos para emprestar dinheiro às empresas, da mesma forma que pede aos bancos para invistam na compra de dívida pública. Que raio de política económica é esta que se pratica em Portugal e que nos condena a todos (empresas e empregados)? Que políticos e tecnocratas são estes que apenas sabem extorquir dinheiro ao povo e depois vêm uns senhores dizerem que aguentamos a crise "Ai aguenta, aguenta".

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CRÓNICA 2: ATÉ ONDE PODE IR A "GRÂNDOLA VILA MORENA"?

por Manuel Joaquim Sousa, em 21.02.13

Grândola Vila Morena passou a ser musica que marca a actualidade política Nacional. A música é hoje mais do que uma senha da revolução, que não deixa indiferente povo e políticos e rapidamente se espalhou como rastilho de pólvora pela blogosfera, pelos media e nas redes sociais.

Aproveitando o embalo da polémica deixo algumas sugestões de leitura de blogues do sapo que abordaram o tema. Não estão cá todos, mas cá fica uma amostra.

 


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Não digam nada a ninguém. Segredo absoluto. Eu vou comprar a RTP.
Aquela ideia maravilhosa (que os portugueses estão a gostar) do Sr. Dr. António Borges achar que se deve dar a concessão da RTP para uns 15 a 25 anos foi minha. Pensavam que lhe tinha saído da cabeça? Mentira. Fui eu que lhe dei o toque, assim num daqueles jantares de negócios à grande, com um bom vinho a acompanhar para convencer o homem a lançar a ideia deste negócio.

Foi um grande negócio. 20 Milhões de Euros de lucro por ano já dá um certo jeito – 260 milhões das contribuições pagas na fatura da EDP mais uns 40 milhões em publicidade e gastos de 180 milhões – e não tenho de ter muito trabalho porque esse é garantido. Eu se calhar até consigo gastar menos que os 180 milhões de Euros; basta que contrate pessoal a ganhar o salário mínimo, renegoceio os salários das estrelas televisivas, mais a ajuda de alguns que estão pelo rendimento mínimo (já que agora têm de fazer trabalho para a comunidade, que seja para a RTP – que trabalha para a comunidade) e devo conseguir fazer televisão por 100 milhões. Destes 100 milhões já estou a contar com o ordenado de eventuais contratações por troca de favores (sabem como são estas coisas dos negócios, é em qualquer lado).

Quanto à questão de acabarem com o Canal 2, ainda estou a ponderar. Se calhar, para diminuir a pouca discórdia que existe por aí, fico com ele e arranjo uma programaçãozita que dê para as minorias culturais (pelo menos é o que dizem os especialistas – são poucos os que sintonizam). Falo com as Universidades para produzirem conteúdos a título gratuito, só para fazer alguma divulgação destes jovens, que querem muito mostrar que produzem com qualidade.

Quanto à programação dos restantes canais é um assunto a pensar com calma. Vou pôr no ar o que der mais audiência, para manter o mercado publicitário assegurado - não podem haver fugas de anunciantes para a concorrência. Estou aberto a qualquer tipo de ideias (baratas) para programas com interesse para as massas e que ponha as pessoas por aí a falar da RTP como se não existisse outra estação de televisão. Programas/concursos como: Maratona às promoções do Pingo Doce; Quem foge mais aos impostos; Quem pede mais faturas; Quem consegue apertar o cinto e Quem acerta no preço da gasolina. Acho interessante estimular a produção nacional com séries e telefilmes: Apanhem o gangue dos multibancos; Paixão pela Troika; Justiça Penosa; Guerra dos submarinos. Programas semanais de economia e educativos como: A venda do que é nacional; Os estudos de Relvas. Como podem concluir, todos têm a ganhar com a concessão da RTP.

Mas, para já, não contem a muita gente, para ver se fazemos isto sem grandes alaridos porque isto de PPPs é “sete cães a um osso” e não quero pagar muitos favores.

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CURIOSITY JÁ EXPERIMENTOU A SUA MÁQUINA FOTOGRÁFICA

por Manuel Joaquim Sousa, em 08.08.12

O sucesso da missão de Curiosity após as notícias da sua aterragem (com alguns percalços) está a suscitar um grande interesse na comunidade científica e no público em geral, que decidiu acompanhar cada um dos passos da missão. Faltará saber se este mediatismo será “sol de pouca dura” ou se, pelo contrário, teremos revelações surpreendentes em relação ao que conhecíamos deste planeta.


O novo empregado, o Curiosity, já se encontra a trabalhar (estreia em grande) na sua investigação sobre o que se está a passar em Marte – a sua missão. Sabemos hoje que na sua bagagem seguia uma câmara - Mars Hand Lens Imager – para registar tudo o que poderá ser importante para o Governo e para a comunidade científica. Para já, chegaram algumas imagens teste da companhia do nosso espião espacial. São imagens ainda difusas porque o objeto ainda se encontra embrulhado numa película que a protege das poeiras – como qualquer um de nós que compra algo de novo e vem religiosamente embalado. Dessas imagens sabemos que se tratam de paisagens paradisíacas de Marte  - um paraíso avermelhado segundo se  vê – sem água porque essa ainda não foi encontrada.

Um dos objetivos da missão será encontrar os possíveis reservatórios de água (nos EUA acredita-se que existam) utilizados para garantir o consumo no dia-a-dia dos habitantes. Segundo algumas informações, em Marte está a atravessar um período de seca extrema, mas que é colmatada com o orvalho noturno – recolhido para os reservatórios que possam existir.

As imagens mais nítidas chegarão dentro em breve, quando o plástico for removido e quando o Curiosity tiver alguma prática fotográfica.

Para já, ainda não foi registada qualquer presença de Marcianos no local de aterragem – talvez porque a mesma tenha acontecido num deserto. Apenas foi possível avistar um cartaz espetado em terra firme com a expressão: “Vai estudar ó Relvas” – acredita-se que a polémica desencadeada pela licenciatura do ministro português tenha ultrapassado as fronteiras da Terra e se tenha espalhado por todo o sistema solar.

Ainda estamos a obter mais pormenores sobre os primeiros dias de expedição – saber quais os hábitos alimentares da região. Segundo fontes do blogue, esta também é uma das áreas de investigação do Curiosity.

Aguardemos.

(Trata-se de um texto ficcional e satírico. Qualquer semelhança com a realidade é pura coincidência). 

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Depois de alguns percalços no decurso da viagem e tentativas de aterragem frustradas, Curiosity aterrou finalmente em Marte, para desenvolver a sua missão por um período de dois anos – a acreditar na duração do seu contrato de trabalho.

Pode dizer-se que terá sido uma aterragem com sucesso e uma grande vitória para os cientistas que ansiavam por este acontecimento – desde 1960 foram lançadas 39 missões e 26 foram um fracasso total sem explicação. O sucesso desta expedição ainda está por explicar; talvez a crise e o desemprego estejam por detrás do sucesso, pois o Curiosity, o robô, estava no desemprego à uma série de meses e foi ameaçado com o corte da prestação social, caso não aceitasse a proposta do Governo dos EUA – fala-se num salário de dois mil milhões de Euros em dois anos, ou seja, um valor irrisório face à generalidade das profissões de risco.

A missão do Curiosity será investigar a possível existência de vida em Marte ou saber se este planeta já foi habitado, em tempos remotos, por Marciános de cor verde e com olhos grandes e pretos. Será um trabalho em tudo semelhante ao que algumas figuras recentemente públicas faziam nas Secretas Portuguesas. Toda a informação recolhida será enviada por SMS e por e-mail para o representante do Governo EUA, Miguel Relvas.

As fontes garantem que Miguel Relvas tem um cargo de relevo no Governo dos EUA, depois da distinção alcançada na Universidade e depois de toda a projeção que teve ao ver o seu nome espalhado em cartazes por alguns locais da Europa como França (no tour) e Reino Unido (Jogos Olímpicos).

A escolha deste robô foi unânime por parte da comunidade científica, após análise do vasto currículo e experiência profissional desempenhada ao longo da sua vida – o que lhe permitiu acumulação de créditos, para término da sua licenciatura em um ano.

A sua estatura física, de 3 metros de altura e 2,8 metros de largura, permitem resistir ao clima agreste e de seca extrema que se vive em Marte, assim como, defender-se de potenciais inimigos que possa encontrar durante a sua expedição. A comunidade científica escolheu a sua estatura para que possa caminhar, já que, por motivos orçamentais, não foi possível atribuir uma viatura de serviço – a única que existia pertence ao diretor-geral.

O Governo, na pessoa de Baraka Obama, elogiou o esforço e empenho de toda a equipa e da força e determinação com que Curiosity se disponibilizou a embarcar em tão patriótica missão, que servirá a humanidade.

Soubemos de fonte segura, e próxima do Governo, que esta missão permitirá saber se em Marte existem elementos da Al-Qaeda em campos de treino.

A missão terá início dentro em breve, pois o Curiosity terá de cumprir com rigor os horários que lhe foram impostos no contrato de trabalho forçosamente assinado.

Iremos acompanhar a expedição e traremos mais notícias aos nossos leitores assim que se justifique.

(Trata-se de um texto ficcional e satírico. Qualquer semelhança com a realidade é pura coincidência).

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JOSÉ RELVAS NO TOUR DE FRANÇA E EM PORTUGAL

por Manuel Joaquim Sousa, em 20.07.12

Todos os dias nos chegam notícias do Sr. Ministro e da sua caricata licenciatura de um ano. O caso estendeu-se de tal forma que até surgem cartazes no tour de França, alusivos ao Sr. Ministro Relvas, Miguel Relvas. Bem me parece que toda esta polémica tem sido "cozinhada em lume brando", com polémica a conta gotas, para queimar devagar e durante mais tempo - uma tortura prolongada.

 

O jornalismo tem destas coisas, um poder fantástico que trata da saúde a qualquer um que se "passe pela frente" e como forma de defesa quando se sente atacado. É o elevado preço da liberdade de imprensa para aqueles que tentam abafar casos e polémicas através de telefonemas para as redacções com simpáticas ameaças, que depois são negadas em público.

 

Eu também gostava de tirar uma licenciatura de um ano; acho que muitos de nós desejaríamos, em vez de "marrar" uma série de anos, para além das propinas elevadas que cada aluno tem de pagar. Da forma como o desemprego se tem alargado entre os jovens licenciados e a forma como são pagos muitos dos empregos que exigem formação superior, bem que aparece este senhor com o seu curso a "tirar por terra" o esforço que os outros fazem para serem profissionais credíveis.

 

A acreditar na política de créditos, muita gente da nossa terra poderia ter um licenciatura com a experiência de vida, no campo, na industria e no mundo do trabalho. Acho que até eu já tenho créditos suficientes para comprar uma licenciatura.

 

Ainda não sei como - no meio de tanta polémica - se aguenta este Ministro (independentemente de ter ou não curso superior) ao ser alvo de tanta chacota nacional, que apenas tem contribuído para a má imagem do restante governo, que se vê obrigado a fazer silêncio, mas a manter uma confiança oca.

 

Enfim... estes são os caminhos da nossa saudosa política. Questionou-se tanto a licenciatura do Sr. Sócrates e agora que lhes acontece o mesmo é o que se vê...

 

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VOU TIRAR UMA LICENCIATURA À LUSÓFONA E JÁ VENHO!

por Manuel Joaquim Sousa, em 14.07.12

Aos meus caros leitores informo que, por algum tempo, este blogue deixará de ser actualizado porque me vou dedicar aos estudos. Estou inscrito na Lusófona, para tirar uma licenciatura.

Estejam descansados, será rápido. Com a minha vasta experiência em tudo e mais alguma coisa, tenho créditos suficientes para arranjar a licenciatura num instante como o Sr. Minsitro José Relvas.

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CANUDOS HÁ MUITOS

por Manuel Joaquim Sousa, em 07.07.12

Miguel Relvas tem sido dos nomes mais falados neste últimos dias - televisão, jornais e rádios, redes sociais, blogosfera e tudo mais onde circulam as massas.  À "boca cheia" por todo país tem sido um verdadeiro falatório sobre a questão do curso superior que foi tirado num ano, quando o suposto seria em 3 anos.

Bem... Nem sei bem que pensar de tudo isto, desta onda mediática que se gerou sobre um Ministro que tem andado na "boca do mundo" de uns tempos a esta parte. Arrisco-me a concordar com Jerónimo de Sousa quando diz: "Canudos há muitos". De facto há. Este é o país de muita gente com canudo - uns por mérito, outros sabe-se lá qual o tipo de mérito. O que é certo, é que há aqueles que se safam independentemente da origem e forma como tiraram o seu curso e outros que infelizmente são obrigados a emigrar, se querem ter um trabalho a ser pago a valores dignos.

 

Em Portugal ainda se valoriza o titulo de Senhor Doutor ou Engenheiro, mais que o mérito e trabalho das pessoas. Acredito que essa mentalidade aos poucos esteja a alterar e as ideias; o trabalho e o esforço seja o que compensa no mundo profissional. Não quero com isto desvalorizar quem estuda e que todos tenham a oportunidade de tirarem o seu curso, o que não invalida que se possa evitar o excesso de graus titulares como única forma de mérito e de prestigio.

A questão do Ministro e da forma como tirou uma licenciatura, assim as suspeitas criadas em tempos em relação ao ex-Primeiro-Minsitro José Sócrates, não me chocam. O que mais me choca é a forma como somos governados e a necessidade se sairmos do buraco em que estamos metidos.

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