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O SILÊNCIO DE JARDIM

por Manuel Joaquim Sousa, em 06.11.11
Semanas se passaram das eleições da Madeira e Alberto João Jardim foi reeleito, apesar de toda a polémica em torno do buraco das finanças da ilha. Passaram a eleições, passaram as polémicas e o silêncio em torno do assunto voltou, como se nada tivesse acontecido.
A investigação jornalística parece ter sido adormecida e apenas conveniente no tempo da campanha, o que leva a acreditar que tudo não passou de uma cabala contra a eleição do Sr. Jardim. Esta atitude dos media parece dar razão ao Presidente eleito e, por isso, este continua a ser e a fazer tudo o que bem entende, de forma descarada e arrogante perante a inactividade dos políticos do Continente.


Manuel de Sousa

manuelsous@sapo.pt

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A notícia é da edição Online do Jornal de Notícias e só o título deixa-me com alguma perplexidade e sem ter capacidade de conseguir explicar porque razão uma pessoa com o carácter do Presidente Alberto João Jardim continua a ser presidente e continua a ter popularidade na Madeira para ganhar eleição a eleição. Serão os povos do Continente uns iluminados ou alucinados e o povo da Madeira um povo com olhos fechados, que se deixa ir nas belas cantorias deste político?
Gostava de ter uma resposta para a minha questão, mas não consigo.

Manuel de Sousa


manuelsous@sapo.pt

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O PESADO FARDO DE JOÃO JARDIM

por Manuel Joaquim Sousa, em 28.08.11
Num país em crise e recheado de problemas, estaremos prestes a ter mais um, o passívo da Madeira. Uma pesada herança que Alberto João Jardim irá deixar com todo o prazer, como sempre, para que sejam os portugueses do Continente a suportar. No fim de contas ainda são os políticos do Continente a ter de aguentar com as críticas inflamadas que este senhor tem por hábito utilizar nos seus discursos de campanha e em todas as oportunidades que a comunicação social lhe dá, para se exprimir livremente e com um carácter jocoso e ofensivo. Na hora do desespero, é o mesmo Continente que suporta todos os encargos com pena dos povos da Madeira, os que têm de aguentar com o seu líder, em parte porque desejam.

O passivo é elevado numa ilhas com 28 direcções gerais, 5 institutos, 33 empresas públicas e participadas por dinheiros públicos.
Até quando a Madeira será o fardo do Continente? Até quando teremos Alberto João Jardim na Presidência?

Esperemos que, como diz António José Seguro, o Governo seja claro e transperente nos acordos com a Madeira e não seja um mero "pau mandado" do senhor Jardim.

Manuel de Sousa

manuelsous@sapo.pt

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