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(Hoje tenho andado com a cabeça na lua - culpa dos jornais e de uma amiga.)

Neil Armstrong faleceu ao 82 anos, devido a várias complicações resultantes de intervenções cirúrgicas, para resolver problemas de bloqueios nas artérias coronárias. Morreu assim o primeiro homem a pisar a Lua, integrado com mais três astronautas na missão Apollo 11. Estávamos a 20 de Julho de 1969.


No momento em que Armstrong desceu da Apollo 11 e pisou a Lua disse: «Um pequeno passo para o Homem, um salto gigante para a Humanidade». No planeta Terra, no tempo em que as emissões eram a preto e branco e com qualidade de imagem muito aquém da qualidade, milhões de pessoas ficaram acordadas a acompanhar a emissão especial. Também o Portugal dos tempos da ditadura teve a oportunidade de ver esta maravilha do século através da RTP.

 

Tempos passaram e os nossos pais e avós viveram encantados neste acontecimento (bem, acho que os avós não ficaram convencidos ou não gostaram porque estão sempre a dizer que: desde que o homem foi à Lua e andaram a meter as coisas lá para cima, o tempo nunca mais ficou direito!) e ainda hoje se lembram, com saudade, de quando estiveram frente à televisão do café (porque em casa poucos tinham) colados na emissão. Porém, as gerações mais jovens parecem não estar convencidas e: há quem acredite que tudo não passou de uma invenção.

O homem na lua. Verdade ou ficção?
Eu fico um bocado baralhado com as histórias que se contam e com os argumentos de cada uma das partes. Mas, será que tudo não foi mais que uma invenção teatral?

Digamos que no tempo da Guerra Fria tudo poderia ser possível para que os EUA - Capitalista - e a URSS - Socialista - estivessem um passo à frente do desenvolvimento tecnológico espacial – digamos que uma luta pelo domínio do global, que inicia com a Laica enviada pelos Comunistas.

Teóricos acreditam que aquela imagem da pegada de Armstrong era nada mais que a sua pegada na zona 51, em Las Vegas; assim como, se pensa que tudo terá sido criado num estúdio de televisão com um fundo negro e com ausência de estrelas (ou que brilhavam pouco para um local sem atmosfera); estranho que existam sombras do homem e da bandeira projetadas para lados opostos, por origens de luz de diferentes pontos (mas na lua a única luz seria do sol); mais estranho ver uma bandeira a esvoaçar quando na Lua não há vento; também se pensa que a forma de andar pela superfície lunar não era a correta – era semelhante ao andar na superfície da Terra; além de que, com uns fatos volumosos e com luvas seria muito difícil tirar fotografias como aquelas que nos chegam; impossível que as fotografias, através dos filmes, tenham chegado sem qualquer defeito (impossível por causa da exposição a radiações); estranho, dizem, é o facto da nave ter aterrado sem que tenha aberto qualquer cratera com a pressão dos foguetes usados para a alunagem.
Será que tudo isto é credível? Há quem explique que tudo seria um cenário real na Lua e de que as lacunas têm uma explicação cientifica por testes efetuados na Terra e com a mais alta tecnologia.

Se o domínio do global e difícil era o que Kennedy tanto queria atingir com este projeto, o que trouxe ele de novo para a Humanidade nos anos que se sucederam? Qual a razão para hoje a Lua deixar de ser atrativa em relação a 1969? Porque na realidade nunca aconteceu?

Se na realidade a NASA e os EUA esconderam este embuste, como foi possível, quando neste projeto trabalharam mais de 400 mil pessoas?

 

Será mesmo verdade que os astronautas não embarcaram na Apollo, tendo subido por um lado e descido por outro?


Será que os meios existentes na altura eram suficientes e seguros para a expedição espacial, sendo expostos a radiações extremas e às explosões solares? Acredita-se que não.

Seria possível inventar e construir todas as amostras de rochas, que hoje são objeto de análise e com provas de que não são da superfície terrestre?

Tendo a URSS equipamentos para escutar as missões da Apollo 11, ficariam calados se tudo isto se tratasse de um embuste, em vez de reconhecerem publicamente que os EUA conseguiram realmente estar na vanguarda do avanço espacial?

Acordar as pessoas que acompanharam com atenção a emissão espacial à lua com tais teorias de conspiração é provocar a revolta de uma noite que poderia ser bem dormida. Mas, a emoção que as pessoas conservam do momento e guardam da memória jamais vai acabar com a realização do sonho do Homem em querer conhecer e estudar um mundo fora de portas.

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