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LER FAZ BEM À SAÚDE?

por Manuel Joaquim Sousa, em 23.04.15

Hoje é dia mundial do livro. Bem. Vou dizer como de costume em relação a outras datas comemorativas de qualquer coisa: o dia do livro é quando um Homem desejar. É mesmo. Sabe tão bem estar na companhia dos livros. São uma companhia silenciosa, sabem aguentar o nosso estado moral e estão sempre prontos para nos dar uns minutos, umas horas bem deliciosas com o prazer da leitura.
Não consigo passar sem a companhia dos livros e sem ter um à cabeceira da cama, mesmo naqueles dias em que nem sempre tenho tempo, disposição para ler uma linha que seja. Porém, estão lá prontos para, em qualquer altura e momento, partilhar um momento descansado comigo.

Por vezes, os livros que gosto são um pouco caros; no entanto, tenho encontrado boas alternativas e boas campanhas em que se pode aproveitar para aquela compra desejada. Felizmente que há boas alternativas para que todos possam ter o prazer de usufruir da leitura e com isso contribuírem para o seu enriquecimento pessoal e intelectual.

Li algures por aí que quem não lê dificilmente fala, ouve ou vê. Existe uma verdade em tudo isso. A leitura ajuda a criar horizontes na nossa visão, ajuda a compreender todo o que circula à nossa volta e a olharmos o mundo de várias perspetivas, mesmo que diferentes daquelas que estamos habituados. Ler ajuda a saber ouvir opiniões diversas, ensina a estar à escuta do mundo e das pessoas e a estar alerta aos gritos de outros. Aprendemos a falar porque permite-nos criar opinião, vocabulário, ideias estruturadas e diversificadas.

Ler faz bem à saúde. Espero que exista um estudo que comprove isso mesmo. Permite acalmar o stress, permite que o sono venha ter connosco à noite, permite sonhar e ter uma mente mais aberta e positiva, permite consolar aqueles que sentem mais solidão.

Hoje é o dia mundial do livro e deve ser dado todo o respeito por aquilo que é e por toda a riqueza que nos traz.
Boas leituras! Que livro estás a ler?

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RELEMBRAR O D. DINIS - LEIAM

por Manuel Joaquim Sousa, em 04.12.11

A nossa História - de Portugal - está talhada de bons e maus momentos, de dificuldades e glórias, como a de todos os países. Mas a nossa História é muito peculiar em relação à dos restantes porque o mundo que hoje conhecemos foi descoberto por almas lusas, que partiram à aventura do desconhecido. Mas, antes dos descobrimentos, muitas conquistas e grandes trabalhos foram feitos no nosso país - a construção de Portugal, muito mais que um pequenino Condado.
Tal como hoje, grandes Homens fizeram obra e outros simpelsmente não fizeram nada. Agora, vale sempre apena lembrar aqueles que marcaram o país de forma positiva e que contribuiram para a sua construção - lembro D. Dinis.
«D. Dinis a quem lhe chamaram lavrador» é o título do novo livro de Cristina Torrão, que procura recordar este homem trabalhador, responsável pelas grandes reformas no país - construção da primeira Universidade Portuguesa, reforma dos castelos do país, construção do pinhal de Leiria, implementação da Língua Portuguesa nos meios oficiais.
Se tiverem oportunidade comprem esta obra, que promete de forma detalhada retratar a vida de um grande homem e de um pedaço da História de Portugal. Visitem também a editora Ésquilo para saberem mais pormenores deste livro.

Manuel de Sousa
manuelsous@sapo.pt  

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SOMOS UM LIVRO

por Manuel Joaquim Sousa, em 28.07.11

Somos um livro de histórias com uma duração invariável, que depende dos anos da nossa vida e das peripécias que a constituem.
No livro da vida há acção, romance, mistério, investigação, drama, tudo em formato de poesia e de prosa.
Somos o reflexo dos livros que lemos e que gostamos e as nossas acções assemelham-se aos livros, por mais impossíveis e imprevisíveis que possam ser.
A vida é recheada de páginas e de cores, dependentes das nossas tendências e frustrações e de histórias ou contos que não são contados até ao fim.
Somos vítimas de um enredo, em que, de leitores, passamos a personagens principais ou figurantes. A nossa vida pode tornar-se num livro descritivo ou simplesmente sintético em que pouco há para contar.
Os livros não mentem sobre aquilo que somos. Da próxima vez que leres um livro e disseres que gostaste muito, lembra-te que ele é o espelho do teu ser.

M. Brunner

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