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DECAPITAR JORNALISTA COM QUE RAZÃO?

por Manuel Joaquim Sousa, em 20.08.14

A suspeita sobre a morte de um jornalista norte-americano, no Iraque, por um elemento do Estado Islâmico, é chocante. Chocante pelo ato e pela escolha do cidadão em si, que não é responsável pelo que tem acontecido no Iraque – apenas retrata a realidade como dita o seu trabalho.

Os jornalistas são o alvo fácil de uma emboscada, mas aqueles a quem não se podem imputar responsabilidades pelos acontecimentos. Da mesma forma que outras pessoas terão morrido e que não têm qualquer relação com a guerra que se instala – estavam no local errado à hora errada.


Os jornalistas vão porque supostamente aceitam o desafio da cobertura jornalística em locais de conflito. Acredito que sejam voluntários a tal. Porém, se os jornalistas não fossem como saberíamos o que acontece em determinado ponto do mundo e que tipo de ataques têm acontecido nesses locais? Sem os jornalistas muita da história do nosso mundo era desconhecida e nem percepção tínhamos do que acontecia no nosso mundo. É uma função essencial, mesmo em locais de crise.

A confirmar-se o que aconteceu é um choque, que não abona em favor de um Estado que quer reivindicar os atos injustos cometidos contra os seus. Será?

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