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O RISCO DE FICARMOS CEGOS

por Manuel Joaquim Sousa, em 25.01.17

A velocidade com que podemos publicar algo na Internet é fantástico. Partilhar, com todos, o que nos vai na veia ou na alma permite uma sensação de ser capaz de chegar ao grande público. Permite sentir que a voz é ouvida e que pode chegar a cada vez mais longe. Se alguém liga ao que escrevo ou escrevem isso é outra coisa diferente. O perigo da Internet e das redes sociais está na capacidade de se chegar a uma  fonte inesgotável de informação, infinita, que nos torna incapazes de processar tudo. Resultado: a tendência de ler fragmentos, contextos incorretos, apenas umas linhas de um todo, falta de tempo para pensar de forma pausada aquilo que se lê, tendência para a crítica fácil no calor do momento. Não sei até que ponto estes e outros perigos, que por aqui continuaria a enumerar, poderão levar o Homem ao colapso. Poderemos chegar a extremos pouco saudáveis nas relações sociais. Com necessidade de partilhas se informação, nem sempre se verificam fontes, a ponto de mentiras se tornarem verdades - verdade depende do elevado número de partilhas. É bom parar mais vezes para pensar no caminho que estamos a seguir.

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HÁ VIDA PARA ALÉM DA INTERNET

por Manuel Joaquim Sousa, em 21.06.15

A dependência da internet é muito grande. Maior do que aquilo que julgo. Certamente não serei o único a pensar desta maneira. Mas, por maior que seja essa necessidade é importante que se saiba viver momentos sem ela. A Internet não pode dominar o Homem, quando foi este o criador desta maravilha tão útil para os nossos dias. Estive fora uns dias e nesse local a palavra internet foi ocasional, apenas nos locais onde o wifi estava disponível para o público geral. Ao princípio confesso que foi difícil, mas com o tempo fui percebendo que não era assim tão desvantajoso e que até foi útil estar sem internet. Há mais prazeres na vida para ocupar o tempo - ler. A leitura foi uma boa companhia. Que bom que era passar mais tempo sem a internet para me dar mais à leitura do papel, que sempre me seduziu em relação às versões eletrónicas. Em dois dias li a revista "Visão" do princípio ao fim e o jornal "Expresso" todo, incluindo a quase totalidade da revista "E". Estes prazeres são mais enriquecedores do que a internet. Com a versão papel não fiquei dependente da capacidade de rede ou disponibilidade do wifi, nem tão pouco preocupado com a necessidade de carregar o telefone ou o computador. A única desvantagem foi não conseguir atualizar o meu blogue com as coisas sem interesse.

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ESTAREMOS NÓS DEPENDENTES DA TECNOLOGIA COMO O JOÃOZINHO?

por Manuel Joaquim Sousa, em 29.12.14

O João está no seu silêncio habitual. Sentado no banco de trás do carro dos seus pais mantem o seu olhar preso ao tablet que traz em mãos, a jogar um qualquer jogo que vem instalado no aparelho. Ele e os seus pais estão de regresso a casa depois de um fim-de-semana na casa dos avós.
- Falta muito para chegar? – perguntou ao pai, que vai a conduzir.
- Mais uma meia-hora e chegamos – responde o pai que seguia na sua maior das calmas a aproveitar o sol de final de domingo.
- Ainda falta meia-hora! Nunca mais chegamos; já disseste isso há pouco.
- Pois disse; nem passaram cinco minutos desde a última vez que me questionaste; qual é a pressa?
- Estou a ficar sem bateria para continuar o jogo; estou a precisar de fazer uma atualização e preciso de ligar ao wifi.
- Mais uma vez gastaste a internet toda que tinhas no cartão?
- Claro; na casa dos avós não há wifi e tive que ter a internet do cartão ligada;
- Desligavas o tablet e aproveitasses os poucos momentos com os teus avós.
- É uma seca na casa dos avós não ter net; não sei como conseguem; eu não conseguia.
- Não conseguias porque estás habituado às tecnologias desde pequeno e porque nós temos possibilidade de fazer as tuas vontades quando tiras boas notas na escola; no nosso tempo não havia nada disso; e no teu, mãe, havia? – questionou o pai para a esposa que ia ao lado a olhar para a paisagem.
- Já era bem bom quando, na tua idade conseguia ter aquela boneca que as minhas amigas também tinham ou quando conseguíamos aquele jogo de pintura se não desse erros nos ditados de português.
- Que seca; no vosso tempo não havia nada disto?
- Não – responderam os pais em conjunto.
- Quando os avós vos levavam a passear como passavam o tempo da viagem?
- Apreciava a paisagem como agora – disse a mãe.
- Ou então trazíamos os livros de banda desenhada ou os primeiros calhamaços com histórias mais sérias para ir lendo de tempos a tempos.
- Nem um jogo?
- Não – respondeu o pai.
- Já experimentaste olhar lá para fora para apreciar o sol dourado deste fim de tarde e ver como ele doura o rio e as casas lá em baixo? - Que é que isso interessa? Se calhar é por isso que nunca mais chegamos a casa; o pai vai tão devagar.
- Pois vou. Não é todos os dias que eu e a mãe e tu partilhamos um momento tão calmo; durante a semana andamos sempre nas pressas, agora queremos ter o nosso tempo fora de casa e aproveitar para apreciar a paisagem e o sol.
- Então apreciem; a mim isso não me diz nada.
- Tu que és tão moderno – enervou-se o pai – sabias que as pessoas aproveitam estes momentos, esta paisagem, para fotografar e para partilhar nas redes sociais?
- Isso não é para mim; já basta fazer likes nas fotografias que as miúdas da minha turma publicam; mas só faço os likes para elas não me chatearem a cabeça; falta muito para chegar?
- Falta – resmungou o pai -; se estás sem bateria paciência.
- Tu é que és o culpado porque não trouxeste o teu carregador de isqueiro; agora não posso continuar para avançar para o nível seguinte; ainda por cima tenho que enviar pedidos aos meus amigos do facebook porque preciso deles para subir mais níveis.
- Lamento, mas vais ter de esperar – disse o pai.
- Oh! – desesperou o miúdo.
- Vai fazer birra o menino vai? Vais ter de ter paciência – disse-lhe a mãe.

 

O João ficou “embufado” porque os pais estavam a dificultar a sua vida de dependência das tecnologias. Este rapaz é um dos que pertencem à geração Z, nascidos depois de 1997, que não conhecem outras realidades para além da virtual. A dependência de tecnologia parece ter ultrapassado estratos sociais e tornou-se transversal, apesar de alguns produtos serem proibitivos às bolsas dos pais; porém, existem alternativas no mercado mais baratas que fazem o efeito para o que as crianças necessitam.

 

A era digital está a transformar o mundo a cada instante e a sua evolução é extremamente rápida que nem dá tempo aos consumidores adaptarem-se a um produto – tablet, pc, smartphone – que logo existe um ainda melhor e que se torna no desejo de quase todos. Em 2012, cerca de 85% dos lares portugueses já tinham acesso à internet e a proliferação dos pacotes fixos dos diversos operadores, que antes eram móveis, provocou esta revolução digital, quando se pensava que o que era fixo tinha os seus dias contados. Os jovens são sem dúvida aqueles que estão a provocar esta revolução digital porque só conhecem o mundo desta forma e são eles que também criam o consumo nos seus pais, que tentam manter-se atualizados e que até são seduzidos pelos seus filhos a experimentar. Porém, existe o problema cada vez maior em controlar o que os miúdos fazem na rede, os riscos que isso pode trazer para a sua educação ou comportamento. É do consenso dos pais que não podem deixar os seus filhos muito tempo ligados às redes sociais, nos chats ou na internet porque sabem o vicio que isso provoca e os riscos consequentes; afinal a veracidade do que se lê na rede é muito questionável. Os operadores têm aplicações que ajudam os pais a controlar os filhos, seja no que estão a fazer na rede, seja com quem estão a comunicar por chamada e por telefone e até definir horas em que podem utilizar os seus smartphones, mas ainda assim todo o cuidado é pouco. Sem dúvida que a rede e esta versatilidade de equipamentos apetrechados com as mais diversas aplicações tem muito de bom para a sociedade e para o seu dia-a-dia; todavia a dependência faz esquecer de outros prazeres da vida, de outras coisas que as gerações anteriores valorizavam e que hoje são vistas como antiquadas.

O fascínio pelo VHS – quando se podia gravar aqueles filmes que davam tarde –, pela cassete – gravar música em cima de música e desencravar as fitas que saíam -, o vinil – que voltou a ser moda - e as disquetes – que comprava às dúzias – estão cada vez mais distantes das pens, das clouds, do mp3, do streaming, das boxs que gravam e que puxam atrás. Ainda me lembro de quando, já adulto, tive o meu primeiro telemóvel; comunicava com os amigos por toques para não pagar e da maravilha que foi quando surgiram os primeiros sms gratuitos. Agora temos os messengers do facebook, vibers, wattsapp, etc. Os jovens da geração do João são cada vez mais multitask, mas ao mesmo tempo não conseguem absorver com profundidade todo o conhecimento a que têm acesso – é tudo muito superficial; os assuntos deixaram-se de se estudar a fundo. Ler um título nas redes sociais de algo que aconteceu merece logo um like, uma série de comentários sem bases, sem que se tenha lido em detalhe o que aconteceu. Dá a sensação que quanto mais acesso se tem à informação, mais se deixa escapar.

 

Os jovens já preferem uma pesquisa no Google para fazer um trabalho em alternativa às velhas enciclopédias que nos obrigavam a copiar dezenas de páginas, que agora se faz com um copy paste e que permitem ter a mesma avaliação final, mesmo que não se tenha lido o que foi colado no trabalho. Até que ponto estarão preparados os professores para lidar com esta geração Z? Quando estes conseguem rapidamente mostrar que são mais ágeis na informática e que conseguem com uma aplicação nos markets resolver todas as questões e problemas que o professor manda para trabalho de casa. Mas, mais que os professores, como consegue os sistema educativo fazer frente a uma evolução que se está a impor sem que se esteja a adaptar às novas realidades dos alunos, do conhecimento e da própria forma de ensinar? Tudo isto merece uma boa discussão porque a tecnologia continuará a aumentar, melhorar e a estar cada vez mais acessível ao comum dos habitantes deste planeta como de pão para a boca.

 

Finalmente o João e os pais chegaram a casa. O João saiu com rapidez para chegar à porta do apartamento porque lá já apanhava wifi de sua casa para o “pauzinho” de bateria que ainda tem para gastar – nem se preocupou em trazer o saco com as suas coisas. O tablet estava em perigo de vida.

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Onde estamos seguros? Em lado nenhum. Onde podemos proteger as nossas coisas, sem que ninguém as furte? Em lado nenhum. Vivemos numa insegurança permanente. Os larápios deixaram de estar apenas no virar da esquina para apanhar mais uma bolsa por esticão; de tentar entrar nas nossas casas para levar o que lhe apetecer. Os larápios andam também pela rede – modernizaram-se. Estão em todo lado à espreita, em diversos locais da internet, enquanto nós acedemos com alguma ingenuidade e, por vezes, com falta de precauções.

Com a proliferação das tecnologias e dos dispositivos móveis, sentimos a necessidade de aceder à rede em qualquer lugar, de tirar fotografias – aproveitar o momento -  e guardar no telefone, que depois fará um backup para uma dessas nuvens que proliferam por aí - as Cloud. Nuvens que nos oferecem gigas e gigas para guardarmos informação e assim acedermos em qualquer lugar. Fantástico. Eu e muitos deixamos de correr atrás das promoções dos discos externos e mesmo das pens, pois há alternativas gratuitas com mais memória e mais vantagens. O virtual é que é. Pensamos nesta facilidade e acreditamos que podemos evitar perdas de informação devido a erros dos nossos discos. O risco existe.

Existe? Sim. Recentemente foi público a entrada de um hacker na icloud, da apple, onde fotografias intimas de personalidades famosas foram roubadas e agora circulam pela Internet e se multiplicam em downloads feitos pelos admiradores.

É avassalador. É terrível ver alguém com a sua vida intima totalmente exposta para sempre. Por mais que descubram quem é o hacker, a vida privada dessa pessoa deixou de existir – as fotografias nunca mais sairão de circulação por causa das malditas partilhas ou da troca de e-mails entre amigos.

Pode ser algo muito interessante do ponto de vista de quem ataca estes depósitos de informação, sobretudo de famosos que estão mais vulneráveis às tentativas para se descobrir mais sobre a sua intimidade. Esquecem que um dia o mesmo lhes pode acontecer ou mesmo aos familiares. Será que nessa altura vão achar bonito e vão gostar? Não me parece.

 

Aos restantes recomenda-se proteção das suas senhas, criação de senhas complexas, pouco óbvias e algum cuidado na seleção das imagens que pretende guardar na cloud ou no telefone ou computador. Sou fã de cloud, mas o velho disco externo existe para aquilo que é sensível - embora nem sempre tenha a noção se está totalmente seguro. Nunca estamos, é certo.

Por estas razões, deixo de reclamar quando na empresa onde trabalho tenho de alterar a minha password forçosamente de tempos a tempos. Por esta razão, espero que outros deixem de reclamar também e deixem de adiar esta tarefa para o último dia do prazo. Por esta razão, espero que outros compreendam porque na minha empresa os critérios para criar uma password são muito restritos e têm de preencher critérios muito rigorosos. Da próxima tenho com este caso da icloud um motivo válido e sensibilizador quando um cliente reclamar que criar a sua conta tem excesso de passos de segurança: é para seu bem. Segurança em primeiro lugar, mesmo que isso dê trabalho.

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O Facebook faz dez anos de existência. Uma década para uma rede social já é muito tempo – qualquer coisa que dure dez anos é muito bom quando nos dias de hoje tudo é espontâneo e tão pouco duradoiro: usa-se e deita-se fora.
O Facebook, criado por Mark Zuckerberg foi uma grande ideia, talvez uma das mais importantes criações dos últimos tempos - não pela utilidade, mas pela adesão em massa dos habitantes da terra. Uma rede social que foi capaz de conquistar os internautas e que deixou muito poucos de fora – os que ficaram foi por opção. Tão poucos ficam de fora que eu conheço quem não sabe fazer uma pesquisa no Google, ou seja, não percebe nada de Internet, e mesmo assim tem uma conta nesta rede social para se sentir atual e conectado ao resto do mundo – como se de um cordão umbilical se tratasse. O escritor Miguel Sousa Tavares ainda não aderiu.

Eu posso dizer, que conheço poucas pessoas que ainda não estão rendidas ao facebook – eu fiquei rendido, mesmo que lhe dedique pouco tempo diário. Por lá se pode encontrar muito de bom e de mau, verdades e mentiras, “lamechices” e curiosidades interessantes, para além de podermos estar em contacto com outras pessoas do resto do mundo – afinal muitos amigos partiram para outras paragens. As redes sociais são boas e más como tudo na vida – tudo depende do uso que se pode e quer fazer dela. Eu vejo aquilo que me pode manter atualizado e como fonte de informação; publico o que se passa no meu blogue ou o que me vai no momento, uma fotografia, sem que tenha de perder a minha privacidade – não tenho necessidade de dizer que vou à casa de banho ou que vou tomar café ou até que estou a sair de casa. O Miguel Sousa Tavares não quer participar desta forma global, nem vender através dela.

Miguel Sousa Tavares tem as suas razões e obviamente que as considero aceitáveis, só não gosto inferiorize as pessoas que estão ligadas ao facebook como eu. Nem todos querem encontrar amigos da primária, nem todos procuram aqui uma agência de namoros, assim como ninguém tem de abrir mão da sua privacidade para estar nas redes sociais. Felizmente Miguel Sousa Tavares não tem necessidade de vender os seus trabalhos através do Facebook, mas muitas pessoas encontram aqui um potencial de negócio – o que considero louvável. Admiro a sua capacidade de estar fora das redes sociais.

Muito se fala por aí sobre o fim próximo do Facebook, mas o futuro é incerto. No mundo atual não se pode pensar no que vai durar muito ou pouco porque os tempos são de mudanças constantes. A vida do Hi5 foi curta, o Facebook durou dez anos e pode durar muito mais - depende do que ainda tiver de novo para trazer aos seus utilizadores e depende se existirá outra rede social capaz de captar a preferência de milhões e milhões de utilizadores.

 

http://www.publico.pt/tecnologia/noticia/o-facebook-faz-dez-anos-e-ha-cada-vez-mais-pessoas-para-gostar-disso-1622108

 

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É NATAL

por Manuel Joaquim Sousa, em 25.12.12

É Natal. A esta hora já algumas pessoas foram para a cama, outras ficam por aqui na sala a ver televisão e a navegar pela Internet - a partilhar com os demais a forma como está a viver o Natal. Neste momento, já comi o bacalhau com as couves, batata, cenoura e ovos, tudo acompanhado de um vinho tinto alentejano. Para o final, ficaram os doces como rabanadas aletria e mais já não cabe – fiquei satisfeito. Por fim, para terminar, um café.
Por entre conversas, partilhei fotografias de bons momentos deste ano, que agora termina, um zapping pela televisão e a escolha do “Tal Canal”, na RTP Memória.
Daqui a pouco será hora de deitar, mas antes ainda vou a tempo de saltar numa rabanada – estão uma delícia.

O Natal pode ser muito simples na forma como se comemora, mas é enriquecedor quando estamos no aconchego do lar, junto dos que nos são queridos. O Natal pode ser igual todos os anos, mas se em cada ano nos juntamos é sinal de que estamos vivos e juntos. Esse é o melhor presente que se pode dar e receber – que seja sempre assim.

Bom Natal a todos.

 

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O FIM DO FACEBOOK?

por Manuel Joaquim Sousa, em 15.06.12

O blogue blatitudes avança com um artigo muito interessante sobre o fim do Facebook.
O que vos significa o fim da maior e mais importante rede social do mundo?
Se o facebook acabar o que lhe sucederá?

São questões pertinentes quando estamos perante um fenómeno que reúne milhões de pessoas no mundo da Internet - se calhar o motivo para muitas pessoas acederem à rede. Conheço pessoas que não sabiam navegar em páginas da internet, pesquisar no simples Google ou Sapo, mas tinham uma conta no facebook (em que solicitavam aos amigos para actualizarem).

 

Porém, o mesmo estudo indica que esse fim poderá ser no prazo máximo de 5 anos - o que para quem está na rede é uma longevidade considerável. Até que isso aconteça, algo de novo terá de ser inventado, que faça as pessoas alterarem os seus hábitos e que capte a sua atenção. Concluindo, tudo isto ainda é uma mera hipótese, que poderá não passar disso. O facebook foi rejuvenescendo ao longo dos tempos, para se conseguir massificar na rede e adaptar-se a novas plataformas (pc, tablets e telefone) e ainda poderá dar um novo salto de evolução que contrarie todos os estudos.


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