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É TEMPO DE DIZER: BASTA!

por Manuel Joaquim Sousa, em 04.05.13

Até quando terão os contribuintes que pagar a crise? Até quando continuarão a existir cortes e sacrifícios? Até quando teremos um Governo que apenas pensa em cortar e não pensa em relançar a economia? Até quando teremos de ter um Governo que não pensa nas necessidades das pessoas? Até quando os portugueses vão aguentar este castigo?
É tempo de dizer basta!

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(foto de Manuel Joaquim Sousa de página do Jornal de Notícias)

 

Por vezes até tenho medo de ler as notícias do dia. Medo em pensar no que vão fazer os governantes para sacrificar ainda mais as pessoas, tal é a cegueira em controlar o défice.

«Há mais vida para além do défice», creio ser uma frase de Jorge Sampaio, quando era Presidente da Republica. Uma frase que continua a fazer todo o sentido nos dias de hoje aos políticos e governantes que vêm o controlo do défice a salvação da nação. Por muito que haja a necessidade de ter contas públicas em ordem, para o bem do país e como correcção de erros passados, há mais prioridades que são fundamentais às pessoas.

O povo não pode depender de agiotas que lhes sugam o pouco que ainda tem. Já não há mais espaço para aperto do cinto. Os portugueses estão a ser obrigados a emigrar porque está a ser difícil manter uma vida digna e sem necessidades. A margem de manobra para os cortes há muito que não existe. Como consequência: temos o colapso da economia que está em forte contracção, com a subida alarmante do desemprego e consequentemente um maior número de pessoas a dependerem de prestações sociais - um aumento de despesas para o Estado. Cortar nos salários como avança o Jornal de Notícias, na edição de 07/07/2012, não me parece numa medida com equidade e justa, da mesma forma que a medida para corte dos subsídios de Natal e de férias dos Funcionários Públicos, que o Tribunal Constitucional veio considerar como inconstitucional. A média de salários nacionais é baixa e qualquer corte ou taxa em IRS é catastrófico para o poder de compra dos portugueses.

 

É compreensível que o mais comum dos cidadão se questione e esteja contra toda a austeridade a si imposta quando se poderia muito fazer para reequilibrar as contas públicas. Como? Rever a política de parcerias publico-privadas, cortar todos os luxos e mordomias estatais, encerrar Institutos Públicos sem utilidade para o país e relançar a economia de forma que cada vez mais pessoas tenham emprego e não dependam de prestações sociais.

 

São factos matemáticos que as medidas pelo lado das receitas apenas penalizam a economia e que nunca chegam para controlo do défice. Não acredito na vontade política do Governo em equilibrar as contas por cortes na despesa.

 

Não me cortem mais no salário, que os descontos que mensalmente faço do meu vencimento e que já considero um absurdo, pela forma como esse dinheiro é gerido.

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